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Vendida Pela Melhor Amiga

Capítulo 2 

Palavras: 571    |    Lançado em: 04/07/2025

ra do quarto. A Senhora Silva jogou um ves

adre já está

nos olhos. A menina assustada de ontem havia desaparecido. E

a disse, a voz firme e clara. "E vocês

as parou ao ver a expr

continuou, dando um passo à frente.

a a empurrou. "Cala a

mantendo os olhos

sé. Eles nasceram e cresceram aqui. Tal

sando por seu rosto. Alguns vizinhos que se aproximavam para a "festa" pararam e começaram

o controle. "Está inventando coisas para escapar. Muita

apital há muitos anos, mas esta é a terra deles. Pergunte a qualquer um dos

cupados. Aquela era a antiga terra da família de José, um homem que

r em sua voz. "Se eles fossem tão importantes, por que sua amiga te v

Porque ela me drogou!" , So

u agir com a única ferramenta que conhecia: a violência. Ela

pra calar

eger, mas estava em desvantagem. Em meio aos golpes, ela continuou a grit

EU SOU NETA DA MARIA

s ninguém ousava intervir contra a família Silva. A Senhora Silva, furiosa com a teimo

filho. "Tranca ela no celeiro a

endido em seu peito foi brutalmente apagada. Enquanto era jogada na escuridão do celeiro, com o gosto de terra e desesper

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Vendida Pela Melhor Amiga
Vendida Pela Melhor Amiga
“O carro balançava suavemente na estrada de terra, o cheiro de mato e chuva invadindo a janela. Minha "melhor amiga" Isabella me ofereceu uma bala de coco caseira. "Toma, Sofia, experimenta essa bala de coco, é caseira, uma delícia." Engoli, sentindo um gosto estranhamente amargo por trás do açúcar, e então tudo escureceu. Acordei em um quarto sujo, cheirando a mofo. Uma mulher velha e cruel zombou: "A bela adormecida finalmente acordou." Ela me disse que Isabella me vendeu. "Meu filho te comprou. Você é a noiva dele agora." Vendida. Por minha melhor amiga. A dor, a raiva e o pavor me sufocaram. Tentei fugir, mas meu corpo estava fraco. Eles me arrastaram de volta, a Senhora Silva me bateu. "Cala a boca, sua vagabunda! Nós pagamos por você. Você nos pertence. Vai aprender a obedecer." Minhas lágrimas escorriam enquanto o desespero me consumia. Eles achavam que eu não tinha ninguém. Que não era ninguém. Mas, olhando pela janela, vi algo familiar: a grande mangueira, o riacho, a capela. Este não era um vilarejo qualquer. Era a terra natal da minha avó Maria e do meu avô José. Aqueles que ousaram me tocar não sabiam com quem estavam se metendo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10