Vendida Pela Melhor Amiga

Vendida Pela Melhor Amiga

Yi Ye

5.0
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Capítulo

O carro balançava suavemente na estrada de terra, o cheiro de mato e chuva invadindo a janela. Minha "melhor amiga" Isabella me ofereceu uma bala de coco caseira. "Toma, Sofia, experimenta essa bala de coco, é caseira, uma delícia." Engoli, sentindo um gosto estranhamente amargo por trás do açúcar, e então tudo escureceu. Acordei em um quarto sujo, cheirando a mofo. Uma mulher velha e cruel zombou: "A bela adormecida finalmente acordou." Ela me disse que Isabella me vendeu. "Meu filho te comprou. Você é a noiva dele agora." Vendida. Por minha melhor amiga. A dor, a raiva e o pavor me sufocaram. Tentei fugir, mas meu corpo estava fraco. Eles me arrastaram de volta, a Senhora Silva me bateu. "Cala a boca, sua vagabunda! Nós pagamos por você. Você nos pertence. Vai aprender a obedecer." Minhas lágrimas escorriam enquanto o desespero me consumia. Eles achavam que eu não tinha ninguém. Que não era ninguém. Mas, olhando pela janela, vi algo familiar: a grande mangueira, o riacho, a capela. Este não era um vilarejo qualquer. Era a terra natal da minha avó Maria e do meu avô José. Aqueles que ousaram me tocar não sabiam com quem estavam se metendo.

Introdução

O carro balançava suavemente na estrada de terra, o cheiro de mato e chuva invadindo a janela. Minha "melhor amiga" Isabella me ofereceu uma bala de coco caseira.

"Toma, Sofia, experimenta essa bala de coco, é caseira, uma delícia."

Engoli, sentindo um gosto estranhamente amargo por trás do açúcar, e então tudo escureceu.

Acordei em um quarto sujo, cheirando a mofo. Uma mulher velha e cruel zombou: "A bela adormecida finalmente acordou."

Ela me disse que Isabella me vendeu.

"Meu filho te comprou. Você é a noiva dele agora."

Vendida. Por minha melhor amiga. A dor, a raiva e o pavor me sufocaram. Tentei fugir, mas meu corpo estava fraco. Eles me arrastaram de volta, a Senhora Silva me bateu.

"Cala a boca, sua vagabunda! Nós pagamos por você. Você nos pertence. Vai aprender a obedecer."

Minhas lágrimas escorriam enquanto o desespero me consumia. Eles achavam que eu não tinha ninguém. Que não era ninguém. Mas, olhando pela janela, vi algo familiar: a grande mangueira, o riacho, a capela.

Este não era um vilarejo qualquer. Era a terra natal da minha avó Maria e do meu avô José. Aqueles que ousaram me tocar não sabiam com quem estavam se metendo.

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