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Vendida Pela Melhor Amiga

Capítulo 4 

Palavras: 606    |    Lançado em: 04/07/2025

agem. Ela entrou no quarto, não com ameaças, mas com um

machucar. Case-se com meu filho. Você terá uma casa,

eu pedaço de madeira, ol

alguém dessa família. Eu já disse

elo vilarejo. Do lado de fora da casa dos Silva, os vizinhos se reuniam, não mais par

mesmo a net

do José, a Helena. E

nciosa. Não duvido que tenha caíd

va saindo de seu controle. Um casamento forçado era uma coisa, mas sequestrar e maltratar a neta de um homem

m gordo e suado, com um olhar lascivo, abriu caminho pela multidão. Ele er

ando para a porta do quarto onde Sofia estava. "Uma noiva que não quer casar

a oferta. Vender Sofia para aquele homem a livraria do problema

uero ver a mercador

, a arrastaram para fora. O homem gordo a circulou como um

hos" , ele disse, e estendeu a m

ela gritou, cuspi

e avançou, agarrando a frente do vestido dela. O tecido velho e frág

ele era muito mais forte. Ele a segurava, rindo, enquanto a multidão

quela forma, a crueldade do comprador, a ganância desesperada da Senhora Silva. Tudo se encaixou. Louca ou nã

multidão com pass

oridade que fez todos se calarem. Ele se colocou

com a intervenção. "Isso

Pedro, o olhar fixo e ameaçador.

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Vendida Pela Melhor Amiga
Vendida Pela Melhor Amiga
“O carro balançava suavemente na estrada de terra, o cheiro de mato e chuva invadindo a janela. Minha "melhor amiga" Isabella me ofereceu uma bala de coco caseira. "Toma, Sofia, experimenta essa bala de coco, é caseira, uma delícia." Engoli, sentindo um gosto estranhamente amargo por trás do açúcar, e então tudo escureceu. Acordei em um quarto sujo, cheirando a mofo. Uma mulher velha e cruel zombou: "A bela adormecida finalmente acordou." Ela me disse que Isabella me vendeu. "Meu filho te comprou. Você é a noiva dele agora." Vendida. Por minha melhor amiga. A dor, a raiva e o pavor me sufocaram. Tentei fugir, mas meu corpo estava fraco. Eles me arrastaram de volta, a Senhora Silva me bateu. "Cala a boca, sua vagabunda! Nós pagamos por você. Você nos pertence. Vai aprender a obedecer." Minhas lágrimas escorriam enquanto o desespero me consumia. Eles achavam que eu não tinha ninguém. Que não era ninguém. Mas, olhando pela janela, vi algo familiar: a grande mangueira, o riacho, a capela. Este não era um vilarejo qualquer. Era a terra natal da minha avó Maria e do meu avô José. Aqueles que ousaram me tocar não sabiam com quem estavam se metendo.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10