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Sofia: De Sombra a Luz

Capítulo 2 

Palavras: 643    |    Lançado em: 04/07/2025

os pés. O som da chave arranhando a porta me despertou do so

no chão da sala e

ê? Traz um copo d

. Era a mesma ordem de sempre. Mas d

ela primeira vez em anos, a chegada dele não me causou ansiedade, nem a ob

procurando por um analgésico. Quando saí do quarto, ele

, os olhos vermelhos

mundo. Dos meus investidores, dos me

perguntando.

que eu quer

afé para mim. Apenas para mim. Esse pequeno a

eu construí? Você é uma ingrata! Eu te dei uma vida de rainha

mei um gole do meu café. O calor da x

Eu queria

u uma ris

quer falar de respeito? Você é uma dona de casa, Sofia! Esse

que eu pertencia. Antes, essas palavras me feririam profundamente, me fariam chorar e duvidar d

"O que você vai fazer? Voltar a morar com seus pais naquele bairro de classe média? Tent

me levantei. Lavei

ato com o seu amanhã para discuti

rar. O rosto dele se contorc

ui é meu! Eu trabalhei por cada centavo!

minha calma contrastand

ue foi construído durante o casamento pertence aos dois. E

al disfarçado. Ele tinha se esquecido desse deta

bateu o punho na mesa, f

Vamos ver quem ganha no final! Vamos para o d

te o que eu

o feliz que

e mim. Ouvi o som de algo quebrando na cozinha. Mas, pela primeira vez, o ba

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Sofia: De Sombra a Luz
Sofia: De Sombra a Luz
“A festa de aniversário de Pedro estava no auge, e eu, Sofia, sua esposa, sorria como uma estátua decorativa ao seu lado. Por anos, fui apenas sua sombra, tendo abandonado minha faculdade de arquitetura para que ele fundasse sua empresa. Sua mãe veio, lançou veneno disfarçado de doçura, e ele, meu marido, me humilhou publicamente com piadas sobre meu lugar. A humilhação era um prato que ele me servia diariamente, e eu engolia, acreditando ser inútil sem ele. Mas naquela noite, algo se partiu. Olhei para Pedro e minha voz saiu firme: "Pedro, quero o divórcio." Ele riu, incrédulo: "Divórcio? Você não sobrevive um dia sem meu dinheiro!" Peguei o envelope pardo da minha bolsa e o joguei na mesa. "Aqui está o acordo de divórcio. Meu advogado já revisou. Sugiro que o seu faça o mesmo." Sua mãe gritou, chamando-me de parasita, mas eu sabia que estava finalmente livre. Na manhã seguinte, ele me confrontou, os olhos injetados de raiva. "Você me humilhou! O que você quer, Sofia? Destruir tudo que eu construí?" Eu apenas disse: "Respeito. Eu queria respeito." Ele zombou: "Você vive do meu dinheiro, não tem nem diploma, e quer falar de respeito?" "Somos casados em comunhão parcial de bens, Pedro," eu revelei. "E sua empresa foi fundada depois de nos casarmos." O pânico tomou conta de seu rosto, e ele bateu na mesa: "Você quer guerra, Sofia? Então terá!" "Ótimo. Fico feliz que concordamos," eu respondi, e senti o alívio que seria ser livre. Dias depois, ele me caluniou nas redes sociais, e amigos me traíram, com Clara me implorando para voltar atrás. Mas eu não me importei. Apenas postei no grupo: "Com a minha metade dos bens, pretendo abrir meu próprio escritório de arquitetura." Pedro saiu do grupo, e eu, pela primeira vez em anos, sorri sinceramente. Ainda bem, o passado estava virando irrelevante.”