Hei Bai Dong
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Livros e Histórias de Hei Bai Dong
Morri por Sua Indiferença
Moderno O som do metal se contorcendo foi a última coisa que ouvi antes do silêncio ensurdecedor, quebrado apenas pelo gotejar de algo quente no asfalto.
Minha cabeça doía, mas a dor mais estranha vinha da minha barriga, uma pressão surda e crescente que eu sabia não ser normal.
Leonardo, meu namorado, abriu a porta do passageiro.
Mas seus olhos não focaram em mim, a motorista ferida.
"Bianca! Meu Deus, você está bem?" ele gritou, correndo para socorrer minha amiga no banco de trás.
Ele a tirou do carro, segurando-a como se fosse feita de vidro, ignorando completamente minha existência.
Só depois, segura e fora do carro, ele se virou para mim.
"Sofia, você está bem, né?"
Não era uma pergunta de verdade.
Era uma afirmação.
"Parece que foram só uns arranhões. Você sempre foi a mais forte."
Eu tentei falar, dizer a ele sobre a dor excruciante na minha barriga, que parecia se espalhar como uma mancha de óleo quente por dentro de mim.
Mas minha voz não saiu.
No hospital, fui jogada em uma cadeira de rodas num corredor movimentado, enquanto Leonardo acompanhava Bianca para a radiografia, tratando-a como a única vítima.
"Minha barriga... dói muito", eu consegui sussurrar para uma enfermeira apressada.
"É normal sentir dores depois de um acidente, querida. O choque faz isso. O médico já vai te ver, só precisamos cuidar dos casos mais graves primeiro."
O caso grave era Bianca. Eu era a "outra".
A dor se tornou insuportável, e o corredor começou a girar.
Fechei os olhos, e quando os abri, a dor tinha sumido.
Tudo tinha sumido.
Eu estava flutuando perto do teto.
Olhei para baixo e vi meu próprio corpo caído da cadeira de rodas, uma poça escura se formando sob mim.
Enfermeiras e médicos corriam em minha direção, seus rostos uma máscara de pânico tardio.
Eles me levaram às pressas para a cirurgia, gritando sobre hemorragia interna e perda de pressão.
Mas era tarde demais.
Eu os vi declararem minha morte.
Leonardo, o homem que eu amava, me deixou morrer.
E a verdade sobre o que aconteceu naquele carro, sobre por que eu morri, não ficaria enterrada comigo.
Eu me tornei um fantasma, e minha primeira missão era assombrar a consciência culpada de Leonardo. Legado de Cinzas
Romance Eu era a primeira-dama fantasma, uma nota de rodapé na biografia oficial de Pedro, meu ex-marido, o novo governador, enquanto eu vivia presa numa jaula de ouro na ala leste do palácio, testemunhando o triunfo dele.
Um letreiro na TV anunciou o noivado de Pedro com a socialite Ana Clara, a mesma que invadiu meu quarto para me humilhar, zombando da minha esterilidade e da filha que eu havia perdido anos atrás.
Mais tarde, Pedro apareceu, frio e calculista, para me dizer que eu era apenas seu passado, um passado inconveniente, e me trancou no quarto, como uma prisioneira.
Meu coração gritava por Sofia, a filha que ele tirou de mim, a quem negava até mesmo o direito de ser reconhecida, e a dor me consumia, enquanto a fúria crescia.
Enquanto a luz da esperança de um futuro feliz se apagava, a chama da vingança acendeu, e eu sabia que, de alguma forma, Pedro iria pagar por cada lágrima e sacrifício que me custaram a vida. Sofia: De Sombra a Luz
Moderno A festa de aniversário de Pedro estava no auge, e eu, Sofia, sua esposa, sorria como uma estátua decorativa ao seu lado.
Por anos, fui apenas sua sombra, tendo abandonado minha faculdade de arquitetura para que ele fundasse sua empresa.
Sua mãe veio, lançou veneno disfarçado de doçura, e ele, meu marido, me humilhou publicamente com piadas sobre meu lugar.
A humilhação era um prato que ele me servia diariamente, e eu engolia, acreditando ser inútil sem ele.
Mas naquela noite, algo se partiu.
Olhei para Pedro e minha voz saiu firme: "Pedro, quero o divórcio."
Ele riu, incrédulo: "Divórcio? Você não sobrevive um dia sem meu dinheiro!"
Peguei o envelope pardo da minha bolsa e o joguei na mesa.
"Aqui está o acordo de divórcio. Meu advogado já revisou. Sugiro que o seu faça o mesmo."
Sua mãe gritou, chamando-me de parasita, mas eu sabia que estava finalmente livre.
Na manhã seguinte, ele me confrontou, os olhos injetados de raiva.
"Você me humilhou! O que você quer, Sofia? Destruir tudo que eu construí?"
Eu apenas disse: "Respeito. Eu queria respeito."
Ele zombou: "Você vive do meu dinheiro, não tem nem diploma, e quer falar de respeito?"
"Somos casados em comunhão parcial de bens, Pedro," eu revelei. "E sua empresa foi fundada depois de nos casarmos."
O pânico tomou conta de seu rosto, e ele bateu na mesa: "Você quer guerra, Sofia? Então terá!"
"Ótimo. Fico feliz que concordamos," eu respondi, e senti o alívio que seria ser livre.
Dias depois, ele me caluniou nas redes sociais, e amigos me traíram, com Clara me implorando para voltar atrás.
Mas eu não me importei. Apenas postei no grupo: "Com a minha metade dos bens, pretendo abrir meu próprio escritório de arquitetura."
Pedro saiu do grupo, e eu, pela primeira vez em anos, sorri sinceramente.
Ainda bem, o passado estava virando irrelevante. Mensagem na Madrugada
Romance A tela do celular de Pedro acendeu no escuro, revelando uma mensagem de Clara, sua assistente.
"Pedro, você já chegou em casa? Estou com um pouco de medo de ficar sozinha."
Era duas da manhã. Essa mensagem, com seu tom e o horário inusitado, plantou uma semente de dúvida no meu coração.
Peguei o celular dele, sem senha, e lá estava: inocente na superfície, mas a pontada de desconforto era real.
Pedro acordou, me viu com o telefone na mão e, ao ler, dispensou a preocupação com um risinho, chamando-a de "grudenta".
Senti a decepção me invadir e, antes que ele protestasse, liguei para ela.
"Alô? Pedro?", a voz doce e feminina atendeu.
Meu estômago gelou. "Não é o Pedro. É a Ana, a namorada dele", respondi, a voz fria.
Houve um silêncio, seguido por um suspiro surpreso e a tentativa de Clara de se explicar.
Ela desligou rapidamente. Pedro me olhou com irritação, me acusando de fazer "uma tempestade em copo d'água".
Naquele momento, percebi a manipulação, a egoísmo.
A ficha caiu: as desculpas, a distância, ele grudado no celular. Tudo se encaixava em uma imagem horrível.
Não era mais estresse do trabalho.
Era a descoberta de que o homem que eu amava estava me traindo, e a dor e a raiva me varreram.
Eu não era mais a Ana que aceitaria mentiras.
Com o coração partido e a alma em chamas, jurei que ele pagaria por cada lágrima.
O jogo tinha começado, e eu faria as regras. Você pode gostar
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Mas então, uma proposta inesperada surgiu, vinda de Connor, o pai adotivo do seu namorado. "Case-se comigo. Você terá tudo o que quiser e poderá se vingar dele."
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Após o casamento, o homem distante que ela esperava se tornou possessivo.
A promessa de que cada um viveria sua própria vida? Uma completa mentira!
Noite após noite, ele voltava para casa, completamente obcecado por ela.
Por fim, Joslyn descobriu a verdade: Connor passou seis anos planejando tê-la para si! A Esposa Rejeitada é uma Zilionária
Alissa Nexus Durante o meu plantão na emergência, meu marido bilionário, August, invadiu a sala aos gritos, carregando uma mulher ensanguentada nos braços.
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Mais tarde, para proteger a amante, ele me empurrou contra uma mesa de vidro, rasgando o meu braço, e exigiu que eu me ajoelhasse para pedir desculpas a ela por espalhar boatos.
Sete anos interpretando a esposa perfeita e submissa evaporaram no ar estéril daquele hospital. Ele realmente achava que eu era apenas uma enfermeira inútil e pobre, que engoliria qualquer humilhação pelo dinheiro dele e choraria implorando para que ele ficasse.
Mas ele não sabia de um detalhe: nosso contrato de casamento expirava em exatamente três dias.
Limpei o sangue do meu braço, deixei os papéis do divórcio assinados na mesa dele e peguei minha única mala. Dentro dela, estava o disco rígido com a tecnologia de IA de bilhões de dólares que construí em segredo.
"Agende a doação de todos os bens da cobertura para amanhã de manhã," instruí a instituição de caridade pelo telefone.
A esposa troféu estava morta. Agora, era a minha vez de jogar. Um acordo secreto com meu chefe bilionário
Gregory Ellington Madison Harper conhecia muito bem o caos que Alexander Knight deixava por onde passava.
Como assistente pessoal do CEO bilionário, ela já havia resolvido inúmeros escândalos, acalmado ex-namoradas e impedido que a vida privada desorganizada dele chegasse à sala de reuniões.
Porém, uma noite fatídica a levou para a cama de Alexander, e a dinâmica entre eles mudou drasticamente desde então: o que começou como um momento incontrolável se transformou em algo que nenhum dos dois conseguiu resistir.
Madison precisava de ajuda financeira para as crescentes despesas médicas da sua mãe, e Alexander ofereceu os recursos, com a condição de que ela se tornasse sua namorada por um ano.
Sem compromisso, sem sentimentos, apenas negócios.
À medida que os limites entre suas vidas profissionais e privadas se confundiam, a determinação de Madison começou a vacilar. Por trás do charme imprudente de Alexander, havia um magnetismo que a atraía mais do que ela jamais imaginou.
Quando ela começou a acreditar que poderia ser mais do que um "acordo", Katherine, o fantasma do primeiro amor perdido de Alexander, reapareceu, ameaçando destruir tudo o que eles haviam construído.
Será que Madison conseguiria proteger seu coração enquanto navegava nesse jogo de alto risco de desejo e engano? Ou esse relacionamento com seu chefe notoriamente imprudente lhe custaria mais do que ela estava disposta a perder? A ex-esposa brilhante
Janie Durante três anos, Christina se dedicava completamente à família sem reclamar, apenas para ser descartada pelo homem em quem mais confiava.
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Ao perceber o brilho dela, o ex-marido se arrependeu. "Querida, me perdoe!"
Com um sorriso frio, ela cuspiu: "Cai fora."
Um magnata a envolveu em seus braços. "Ela é minha esposa agora. Guardas, tirem esse homem daqui!"
Perdida para Sempre, Enlouquecido pelo Arrependimento
Zhen Xiang Amei Carter por dez anos, mas ele me trancou em um centro de reabilitação infernal por quatro anos por um crime que não cometi.
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Quando tentei desesperadamente expor a verdade, meus pais adotivos me amaldiçoaram. Carter me olhou com puro nojo, forçando-me a ajoelhar e bater a cabeça no chão para pedir desculpas à mulher que me destruiu.
Fui jogada nas ruas como lixo, tossindo sangue. O médico me deu apenas dois meses de vida devido a um câncer de pulmão terminal causado pelos maus-tratos.
Quando usei minhas últimas forças para implorar a Carter por meros seis mil dólares para um tratamento, ele riu friamente e sugeriu que eu vendesse meu corpo para o seu guarda-costas.
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Olhando para as minhas mãos mutiladas e sujas de sangue, a última faísca de esperança se apagou completamente.
"Já que me restam apenas dois meses, não vou mais implorar."
Se eu vou morrer, vou garantir que todos eles queimem no inferno comigo.