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Sofia: De Sombra a Luz

Capítulo 3 

Palavras: 695    |    Lançado em: 04/07/2025

me ligou no

tes de oficializar o divórcio litigioso. Pedro pode usar ess

liar," eu disse, com certeza.

o meu celular. Era do grupo de WhatsApp que tínhamos com todos os

pois de tantos anos recebendo tudo do bom e do melhor, ela decidiu que a vida que eu ofereço não é

po se encheu de mens

dro! Estamo

mulheres não sabem valor

e algo, é só ch

as mesmas pessoas que jantavam na minha casa, el

Clara, minha melhor ami

jogar fora um casamento assim? Um homem rico, bem-sucedido. Você te

da. Clara era uma empresária, valorizav

entende. Não se tr

você vai fazer? Você não tem carreira, não tem experiência. Vai vive

liada, doeram. Elas ecoavam os medos que eu mesma tive por ta

ficar bem

peça desculpas. Engula seu orgulho

Senti um nó na garganta, mas não chore

e. Respirei fundo e digi

tar. Agradeço a preocupação de todos com o meu futuro financeiro. Mas fiquem tranquilos. Com a min

frase, pensando em um dos amigos de

alvez eu apenas encontre um homem que não ache que o valor de uma

a men

ncio sepulcral. Nenhuma nova mensagem apareceu. Imaginei o c

abado de ser exposto como um homem cuja esposa estava prestes a

s, a notificação: "

genuíno, o prime

ade. "É só por um tempo, meu amor," ele disse, os olhos cheios de sonhos. "Assim que a empresa decolar, nós vamos con

ela era: uma mentira conveniente para me manter sob controle. O impé

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Sofia: De Sombra a Luz
Sofia: De Sombra a Luz
“A festa de aniversário de Pedro estava no auge, e eu, Sofia, sua esposa, sorria como uma estátua decorativa ao seu lado. Por anos, fui apenas sua sombra, tendo abandonado minha faculdade de arquitetura para que ele fundasse sua empresa. Sua mãe veio, lançou veneno disfarçado de doçura, e ele, meu marido, me humilhou publicamente com piadas sobre meu lugar. A humilhação era um prato que ele me servia diariamente, e eu engolia, acreditando ser inútil sem ele. Mas naquela noite, algo se partiu. Olhei para Pedro e minha voz saiu firme: "Pedro, quero o divórcio." Ele riu, incrédulo: "Divórcio? Você não sobrevive um dia sem meu dinheiro!" Peguei o envelope pardo da minha bolsa e o joguei na mesa. "Aqui está o acordo de divórcio. Meu advogado já revisou. Sugiro que o seu faça o mesmo." Sua mãe gritou, chamando-me de parasita, mas eu sabia que estava finalmente livre. Na manhã seguinte, ele me confrontou, os olhos injetados de raiva. "Você me humilhou! O que você quer, Sofia? Destruir tudo que eu construí?" Eu apenas disse: "Respeito. Eu queria respeito." Ele zombou: "Você vive do meu dinheiro, não tem nem diploma, e quer falar de respeito?" "Somos casados em comunhão parcial de bens, Pedro," eu revelei. "E sua empresa foi fundada depois de nos casarmos." O pânico tomou conta de seu rosto, e ele bateu na mesa: "Você quer guerra, Sofia? Então terá!" "Ótimo. Fico feliz que concordamos," eu respondi, e senti o alívio que seria ser livre. Dias depois, ele me caluniou nas redes sociais, e amigos me traíram, com Clara me implorando para voltar atrás. Mas eu não me importei. Apenas postei no grupo: "Com a minha metade dos bens, pretendo abrir meu próprio escritório de arquitetura." Pedro saiu do grupo, e eu, pela primeira vez em anos, sorri sinceramente. Ainda bem, o passado estava virando irrelevante.”