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Sofia: De Sombra a Luz

Capítulo 4 

Palavras: 735    |    Lançado em: 04/07/2025

sem avisar. Minha mãe entrou com uma expressão de desa

cumprimentar. "Nós não te criamos para isso. Casamento é para a vida toda

Filha, pense bem. A vida não está fácil. Você

estava como pressão, como uma acusação. Eles também viam

já decidi. Eu n

u. "Felicidade não paga as co

para que eu "tivesse juízo". Quando eles finalmente foram embora, se

tal. Uma lista de todas as pequenas humilhações, de todos os

evirava os olhos sempre que eu tentava falar sobre arquitetura, chamando de "meu hobbyzinho". As roupas que ele me pedia para não usar porqu

lenta e constante da minha alma, um gotejamento diári

omecei a me reencontrar. Passei horas desenhando, sentindo a ponta do lápis no papel como um velho amigo. A paixão que

estava em um bar da moda, o braço em volta da cintura de uma mulher muito mais jovem, loira e com um sorr

a, a dor que senti foi passageira. Foi substituída por uma raiva fria

na, Clara me l

ite. Só nós duas e mais alguns

tiu tanto que acabei c

uns amigos". Era o mesmo grupo do WhatsApp. E no centro da

urrando: "Dê uma chance a ele. E

u fosse uma criança birrenta que precisava ser conv

voz alta o suficiente

i longe demais. Vamos para

do de desculpas

hares sobre mim. Levantei meu copo d

o, eu só vim para

antindo que tinha

rça-feira. Eu te vejo no cartório às nove da

a mesa com firmeza. O som

ara fora do restaurante. Deixei para trás um grupo de pessoas boquiabertas e

-

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Sofia: De Sombra a Luz
Sofia: De Sombra a Luz
“A festa de aniversário de Pedro estava no auge, e eu, Sofia, sua esposa, sorria como uma estátua decorativa ao seu lado. Por anos, fui apenas sua sombra, tendo abandonado minha faculdade de arquitetura para que ele fundasse sua empresa. Sua mãe veio, lançou veneno disfarçado de doçura, e ele, meu marido, me humilhou publicamente com piadas sobre meu lugar. A humilhação era um prato que ele me servia diariamente, e eu engolia, acreditando ser inútil sem ele. Mas naquela noite, algo se partiu. Olhei para Pedro e minha voz saiu firme: "Pedro, quero o divórcio." Ele riu, incrédulo: "Divórcio? Você não sobrevive um dia sem meu dinheiro!" Peguei o envelope pardo da minha bolsa e o joguei na mesa. "Aqui está o acordo de divórcio. Meu advogado já revisou. Sugiro que o seu faça o mesmo." Sua mãe gritou, chamando-me de parasita, mas eu sabia que estava finalmente livre. Na manhã seguinte, ele me confrontou, os olhos injetados de raiva. "Você me humilhou! O que você quer, Sofia? Destruir tudo que eu construí?" Eu apenas disse: "Respeito. Eu queria respeito." Ele zombou: "Você vive do meu dinheiro, não tem nem diploma, e quer falar de respeito?" "Somos casados em comunhão parcial de bens, Pedro," eu revelei. "E sua empresa foi fundada depois de nos casarmos." O pânico tomou conta de seu rosto, e ele bateu na mesa: "Você quer guerra, Sofia? Então terá!" "Ótimo. Fico feliz que concordamos," eu respondi, e senti o alívio que seria ser livre. Dias depois, ele me caluniou nas redes sociais, e amigos me traíram, com Clara me implorando para voltar atrás. Mas eu não me importei. Apenas postei no grupo: "Com a minha metade dos bens, pretendo abrir meu próprio escritório de arquitetura." Pedro saiu do grupo, e eu, pela primeira vez em anos, sorri sinceramente. Ainda bem, o passado estava virando irrelevante.”