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Construindo Meu Próprio Futuro

Capítulo 1 

Palavras: 535    |    Lançado em: 04/07/2025

última sensação que eu lembrava,

s, que um dia foram cheios de car

simplesmente me deixar em paz?" , ele gr

er, mas o sangue

por tentar salvá-lo de um futuro qu

uro co

ra de uma fábrica, em vez de nossos sonh

inveja, de não qu

foi uma vida de mediocridade, res

foi seu rosto distorcido pelo ódio, um monstro que

ocê também não vai ter!" , foram

tudo fico

.

não vai mesm

itada e impaciente,

olhos,

frio do nosso antigo a

a, o sol do fim de tarde aquecendo meu rosto. O ch

Elas não tinham ferida

essão teimosa e mimada que eu conhecia tão bem. Ele

ecia...

ria. Eu não vou pa

le

á tinha ouvido e

exato em que minha vida, e

mentei por horas, listando todos os nossos planos, tod

iu. Ele me cha

o, eu não sentia nada além de um vazio gelado. A dor, o a

nha v

ra o dia

a cena de choro, a súplica. Era o que

nchendo meus pulmões de uma f

etamente nos

bem,

udou de irritação

isso? 'Tu

adeira, a madeira r

é sua. A esc

m casa, deixando-o parado

tar meu nome,

não iria ten

, eu iria

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Construindo Meu Próprio Futuro
Construindo Meu Próprio Futuro
“A dor aguda no meu abdômen era a última sensação, um fogo que me consumia. Pedro estava sobre mim, seus olhos outrora cheios de carinho, agora vazios e frios. "Por que, Maria? Por que você não pôde simplesmente me deixar em paz?", ele gritava, a voz rouca de raiva. Eu queria responder, mas o sangue enchia minha boca. A culpa era minha por amá-lo demais, por tentar salvá-lo de um futuro que eu via claramente que o destruiria. Um futuro com a Sofia. Sua mão apertou meu pescoço, e a última coisa que vi foi seu rosto distorcido pelo ódio, um monstro que eu mesma ajudei a criar. "Se eu não posso ter sucesso, você também não vai ter!", foram suas últimas palavras para mim. E então, tudo ficou escuro. ... "Maria, você não vai mesmo dizer nada?" A voz de Pedro, irritada e impaciente, cortou o silêncio. Abri os olhos, confusa. Não estava no chão frio do nosso apartamento, sangrando. Estava na varanda da minha casa de infância, o sol aquecendo meu rosto, o cheiro de jasmim no ar. Ele parecia... jovem. "Eu já decidi, Maria. Eu não vou para a universidade." Gelei. Essa frase. Eu já tinha ouvido essa frase antes. Foi o começo do fim. O ponto exato em que minha vida, e a dele, começou a desmoronar. Na minha vida passada, eu chorei, implorei, argumentei. Ele me chamou de egoísta. Agora, olhando para o rosto do meu assassino, eu não sentia nada além de um vazio gelado. A dor, o amor, a esperança, tudo havia sido queimado na minha morte. Eu tinha voltado. Voltei para o dia da decisão. Pedro me olhava, esperando a explosão, a cena de choro. Era o que ele esperava, o que seu ego precisava. Respirei fundo. Olhei diretamente nos olhos dele. "Tudo bem, Pedro." A expressão dele mudou para pura confusão. "O quê? Só isso? 'Tudo bem' ?" Eu me levantei. "Sim. A vida é sua. A escolha é sua." Passei por ele e entrei em casa, deixando-o boquiaberto. Desta vez, eu não iria tentar salvá-lo. Desta vez, eu iria me salvar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10