icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Construindo Meu Próprio Futuro

Capítulo 2 

Palavras: 578    |    Lançado em: 04/07/2025

e me encostei nela, meu coraç

ida passada vieram

ar semanas tentand

eu dizia. "Nós planejamos

cega. "A família dela me ofereceu um emprego na fábrica. É uma o

rgo de gerência" que Sofia havia prometido. Ele era apenas mais um

tes. Ela o culpava por não serem ricos, por não poderem vi

outro, em um ciclo de re

no começo. A solidão era esmagadora. Mas eu me concent

, que celebrava minhas conquistas. Nós nos ca

ra f

os en

era uma traição. Sofia espalhava boatos maldosos sobre mim na nossa cidade natal. Eles não supo

sceu e se tornou u

ele últ

velho, acabado. Cheirava a álcool. Ele me ped

ado de verdade, teria desistido da faculdade com ele.

u, me arrasto

oi insu

le era um estranho, um monstro cons

to de adolescente, senti

uma segu

tivo, me deu a oportunid

ia desp

, enterrado junto com meu corpo na vida pas

ar alguém que nã

uturo com alguém que está

lutar por ele. Eu nã

, acenar e se

truir minha carreira. Vou encontr

Pe

colheu. Ele e Sofia podem se afo

vou int

E desta vez, será de

á estava, o envelope com o símbolo da

a Pedro com tanto orgulho, esp

u a guardei

a liberdade. E eu não ia d

Reclame seu bônus no App

Abrir
Construindo Meu Próprio Futuro
Construindo Meu Próprio Futuro
“A dor aguda no meu abdômen era a última sensação, um fogo que me consumia. Pedro estava sobre mim, seus olhos outrora cheios de carinho, agora vazios e frios. "Por que, Maria? Por que você não pôde simplesmente me deixar em paz?", ele gritava, a voz rouca de raiva. Eu queria responder, mas o sangue enchia minha boca. A culpa era minha por amá-lo demais, por tentar salvá-lo de um futuro que eu via claramente que o destruiria. Um futuro com a Sofia. Sua mão apertou meu pescoço, e a última coisa que vi foi seu rosto distorcido pelo ódio, um monstro que eu mesma ajudei a criar. "Se eu não posso ter sucesso, você também não vai ter!", foram suas últimas palavras para mim. E então, tudo ficou escuro. ... "Maria, você não vai mesmo dizer nada?" A voz de Pedro, irritada e impaciente, cortou o silêncio. Abri os olhos, confusa. Não estava no chão frio do nosso apartamento, sangrando. Estava na varanda da minha casa de infância, o sol aquecendo meu rosto, o cheiro de jasmim no ar. Ele parecia... jovem. "Eu já decidi, Maria. Eu não vou para a universidade." Gelei. Essa frase. Eu já tinha ouvido essa frase antes. Foi o começo do fim. O ponto exato em que minha vida, e a dele, começou a desmoronar. Na minha vida passada, eu chorei, implorei, argumentei. Ele me chamou de egoísta. Agora, olhando para o rosto do meu assassino, eu não sentia nada além de um vazio gelado. A dor, o amor, a esperança, tudo havia sido queimado na minha morte. Eu tinha voltado. Voltei para o dia da decisão. Pedro me olhava, esperando a explosão, a cena de choro. Era o que ele esperava, o que seu ego precisava. Respirei fundo. Olhei diretamente nos olhos dele. "Tudo bem, Pedro." A expressão dele mudou para pura confusão. "O quê? Só isso? 'Tudo bem' ?" Eu me levantei. "Sim. A vida é sua. A escolha é sua." Passei por ele e entrei em casa, deixando-o boquiaberto. Desta vez, eu não iria tentar salvá-lo. Desta vez, eu iria me salvar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10