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Construindo Meu Próprio Futuro

Capítulo 3 

Palavras: 557    |    Lançado em: 04/07/2025

uarto estudando quando ouvi uma bati

o Pedro e

frio, mas man

xar ele en

perioridade. Ele olhou ao redor, para meus

chorando" , ele disse, com

hei me

estragar seu futuro? Isso é mot

. Ele claramente não e

qui para te ajudar. Eu sei que você e

a da minha cama, como s

m emprego para você na fábrica também. Na linha de montagem. Ass

. A arrogância. Ele realmente achava qu

cei

a. Uma gargalhad

melho de raiv

é a g

tudando, que consegui uma vaga em uma das melhores universidades do país, vou l

e e fui at

timo. Aproveite. Eu quer

contorceu em uma

egoísta! Você só p

. Sim, estou pensando em m

e. Eu vi um lampejo do homem que me m

forcei a f

nda. Ele era apenas um garo

duro. Acha que se você me rejeitar, eu vou voltar cor

pria narrativa egocêntrica. Ele não conseguia conceber

, eu vi uma

ele. Ele era teimoso demais. Mas se

te. Relaxei os ombros, deixei uma exp

voz embargada. "É que... eu não acho

de surpresa pela

qu

sou só... eu. Com um sonho de ir para a faculdade. É um sonho bo

sto dele dar lugar a u

uvir. Que a escolha dele era a super

caindo na

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Construindo Meu Próprio Futuro
Construindo Meu Próprio Futuro
“A dor aguda no meu abdômen era a última sensação, um fogo que me consumia. Pedro estava sobre mim, seus olhos outrora cheios de carinho, agora vazios e frios. "Por que, Maria? Por que você não pôde simplesmente me deixar em paz?", ele gritava, a voz rouca de raiva. Eu queria responder, mas o sangue enchia minha boca. A culpa era minha por amá-lo demais, por tentar salvá-lo de um futuro que eu via claramente que o destruiria. Um futuro com a Sofia. Sua mão apertou meu pescoço, e a última coisa que vi foi seu rosto distorcido pelo ódio, um monstro que eu mesma ajudei a criar. "Se eu não posso ter sucesso, você também não vai ter!", foram suas últimas palavras para mim. E então, tudo ficou escuro. ... "Maria, você não vai mesmo dizer nada?" A voz de Pedro, irritada e impaciente, cortou o silêncio. Abri os olhos, confusa. Não estava no chão frio do nosso apartamento, sangrando. Estava na varanda da minha casa de infância, o sol aquecendo meu rosto, o cheiro de jasmim no ar. Ele parecia... jovem. "Eu já decidi, Maria. Eu não vou para a universidade." Gelei. Essa frase. Eu já tinha ouvido essa frase antes. Foi o começo do fim. O ponto exato em que minha vida, e a dele, começou a desmoronar. Na minha vida passada, eu chorei, implorei, argumentei. Ele me chamou de egoísta. Agora, olhando para o rosto do meu assassino, eu não sentia nada além de um vazio gelado. A dor, o amor, a esperança, tudo havia sido queimado na minha morte. Eu tinha voltado. Voltei para o dia da decisão. Pedro me olhava, esperando a explosão, a cena de choro. Era o que ele esperava, o que seu ego precisava. Respirei fundo. Olhei diretamente nos olhos dele. "Tudo bem, Pedro." A expressão dele mudou para pura confusão. "O quê? Só isso? 'Tudo bem' ?" Eu me levantei. "Sim. A vida é sua. A escolha é sua." Passei por ele e entrei em casa, deixando-o boquiaberto. Desta vez, eu não iria tentar salvá-lo. Desta vez, eu iria me salvar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10