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A Traição Que Mudou Tudo

Capítulo 2 

Palavras: 865    |    Lançado em: 07/07/2025

da inundaram a mente de Ricardo com a força de uma avalanche. Cada detalhe era vívido, c

rto de um dos prédios menos movimentados do campus. Bruno, que já tinha fama de ser agressivo e mimado, a segurava p

zer a coisa certa. Ele se aproximou

ela. Ela não par

contorcido de raiva po

é? Isso não é da sua

guém incomodando uma colega" , Ri

r e sair correndo, sem nem olhar para trás. Bruno,

der disso" , ele rosn

a feito o bem e que aquilo terminaria ali. Naquela noite, ele c

Nunca tenha medo de defender o que é

i, era a mais dolorosa de todas. Aquela aprovação, que na é

, a polícia apar

agressão e assédio

Alice o acusou formalmente. Ela contou uma história completamente fabricada,

aterrorizada. Ela era convincente. Ela descreveu o medo que sentia, como Ricardo a olhava nas aulas, como ele a teria encurralado se Bruno não tives

e cabeça na defesa do filho. Contratou o melhor advogado que podia pagar, o que significa

e, começou a emagrecer. Seus ombros, antes largos e fortes, agora pareciam curvados sob um peso invisível. Ele passava no

a mão no peito. Um ataque cardíaco fulminante. Ele morreu antes mesmo de a

m a questionar a história de Alice. A ausência de provas concretas contra Ricardo, além do testemunho del

utação, sua vaga na universidade, suas economias, seu fut

em que encontrou Alice e Bruno. A noite de sua morte. A noite

ão. "Ele é de uma família poderosa. Ele pode me dar tudo. E você? Você não era nada. Um o

por ódio ou vingança, mas por conveniência. Ele e seu pai foram sacrifícios des

a que foi devolvida a ele. Ele não estava mais apenas buscando justiça. Ele estava em uma missão para reescrever a história,

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A Traição Que Mudou Tudo
A Traição Que Mudou Tudo
“A sirene da ambulância rasgava a noite, mas para mim, Ricardo, era só o som do fim. Caído no asfalto molhado, com a cabeça latejando e gosto de sangue na boca, eu via as luzes vermelhas e azuis dançarem, enquanto minha vida brilhante, antes cheia de promessas, se esvaía de forma patética e injusta. Tudo desabou rápido demais. De aluno exemplar de engenharia, orgulho do meu pai, tornei-me um pária, um criminoso. A falsa acusação de Alice, que eu tentei ajudar, envenenou minha vida. A universidade me suspendeu, amigos se afastaram. O golpe final foi a morte do meu pai, um homem trabalhador que sacrificou tudo por mim. Libertado por falta de provas, mas não de suspeitas, eu era um fantasma, sem diploma, sem honra. E ali, no chão, meu último pensamento foi um lamento: se eu pudesse voltar, se tivesse uma segunda chance... De repente, a dor sumiu. A escuridão se dissipou. O cheiro de café fresco e pão na chapa invadiu minhas narinas. Abri os olhos. Eu estava no meu quarto, na casa do meu pai. "Ricardo! Filho, você vai se atrasar pra aula! O café tá na mesa!" Era a voz dele. Viva, quente. Peguei o celular. A data: três anos atrás. O dia em que tudo começou. Não era sonho. De alguma forma impossível, eu havia retornado. As lágrimas que escorreram não eram de tristeza, mas de alívio, fúria e determinação. Eu lembrei do desprezo de Alice, da arrogância de Bruno, da dor do meu pai. E lembrei de tudo. Naquela vida, naquele exato dia, eu veria Alice sendo importunada por Bruno e interviria, selando meu destino. Mas não desta vez. O garoto ingênuo morreu naquela calçada fria. O homem que acordava nesta cama era mais cauteloso, astuto e perigoso. Eu não interviria diretamente. Usaria minha inteligência, minha memória do futuro, para orquestrar uma justiça muito mais devastadora. Eu não apenas limparia meu nome. Eu destruiria aqueles que me destruíram. Eu honraria a memória do meu pai. Desta vez, eu não seria a vítima. Eu seria o caçador.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10