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A Traição Que Mudou Tudo

Capítulo 3 

Palavras: 842    |    Lançado em: 07/07/2025

ro de comida caseira o atingiu, um aroma que ele pensou ter perdido para sempre. Seu

hão? Como f

ai se inclinava sobre o fogão, as rugas de expressão ao redor dos olhos, o cabelo gris

se aproximou e abraçou o pai por t

stou por um mom

te mordeu? Ganh

rmurou, a voz embargada, o rosto enterrado

ver a emoção nos olhos do filho. Ele colocou

ma coisa? Alguém

cardo, forçando um sorriso para tranqu

nejar. Ele tinha uma vantagem única: o conhecimento do futuro. Ele sabia das ações que Bruno compraria e que di

rabalhar. Ricardo começou a traçar um plano de pequenos investimentos, usando o pouco dinheiro que tinha guardado, em movimentos que ele sabia que seri

vingança fria, calculada. Ele não se aproximaria de Alice o

e. Ricardo estava sentado em uma mesa, lendo um livro, quando senti

cardo. T

do, talvez um pouco tímido. Desta vez

lice?" sua voz era

por um instante. Ela

e me ajudar com uma coisa. O professor de cálcu

Uma desculpa para iniciar uma conv

endo algumas pessoas olharem. Ele finalmente a

ajuda a ou

rta. A recusa direta

i que você fosse bom em cá

"E honestamente, não tenho interesse em te ajudar

As bochechas coraram, e o sorriso falso

ar assim comigo?" ela sibilou,

erder com gente como você" , R

agarrou pelo braço. O toque dela o fe

ele disse, a voz s

ltou o braço dele e deu um passo para trás, o r

la gritou, alto o suficiente par

raram, vendo a cena: o rapaz alto e a garota apare

entrou em pânico, não tentou se explicar. Ele

ice. Mas continue. Vamos ver

e ela mesma havia montado. Ele a ouviu gritar atrás dele, algo s

aria uma versão distorcida dos fatos, e eles planejariam algo maior. Ótimo. Que viessem. De

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A Traição Que Mudou Tudo
A Traição Que Mudou Tudo
“A sirene da ambulância rasgava a noite, mas para mim, Ricardo, era só o som do fim. Caído no asfalto molhado, com a cabeça latejando e gosto de sangue na boca, eu via as luzes vermelhas e azuis dançarem, enquanto minha vida brilhante, antes cheia de promessas, se esvaía de forma patética e injusta. Tudo desabou rápido demais. De aluno exemplar de engenharia, orgulho do meu pai, tornei-me um pária, um criminoso. A falsa acusação de Alice, que eu tentei ajudar, envenenou minha vida. A universidade me suspendeu, amigos se afastaram. O golpe final foi a morte do meu pai, um homem trabalhador que sacrificou tudo por mim. Libertado por falta de provas, mas não de suspeitas, eu era um fantasma, sem diploma, sem honra. E ali, no chão, meu último pensamento foi um lamento: se eu pudesse voltar, se tivesse uma segunda chance... De repente, a dor sumiu. A escuridão se dissipou. O cheiro de café fresco e pão na chapa invadiu minhas narinas. Abri os olhos. Eu estava no meu quarto, na casa do meu pai. "Ricardo! Filho, você vai se atrasar pra aula! O café tá na mesa!" Era a voz dele. Viva, quente. Peguei o celular. A data: três anos atrás. O dia em que tudo começou. Não era sonho. De alguma forma impossível, eu havia retornado. As lágrimas que escorreram não eram de tristeza, mas de alívio, fúria e determinação. Eu lembrei do desprezo de Alice, da arrogância de Bruno, da dor do meu pai. E lembrei de tudo. Naquela vida, naquele exato dia, eu veria Alice sendo importunada por Bruno e interviria, selando meu destino. Mas não desta vez. O garoto ingênuo morreu naquela calçada fria. O homem que acordava nesta cama era mais cauteloso, astuto e perigoso. Eu não interviria diretamente. Usaria minha inteligência, minha memória do futuro, para orquestrar uma justiça muito mais devastadora. Eu não apenas limparia meu nome. Eu destruiria aqueles que me destruíram. Eu honraria a memória do meu pai. Desta vez, eu não seria a vítima. Eu seria o caçador.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10