icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

A Traição Que Mudou Tudo

Capítulo 4 

Palavras: 822    |    Lançado em: 07/07/2025

iu, mas de forma muito mais agressiva e pública. Ricardo saía de uma aula quando Al

la correu em sua direção e se jogou no

Eu já disse pra voc

lares foram sacados, sussurros começaram a se espalhar. Alice, no chão,

ve me perseguindo!" ela

e não disse nada, apenas observou o show patético. Ele sabia que negar s

voz autoritária

tá acontec

universidade. Uma mulher na casa dos cinquenta anos, conhecida por sua retidã

arrastou na direção da advogada,

Ricardo... ele não me deixa em paz! Ele me per

cardo, de pé e impassível. Seu olhar era anal

ue o senhor tem a

à frente, mantendo um

no prédio B. Eu andei por este corredor, a caminho da biblioteca

factual. Sem emoç

me disse coisas horríveis onte

virou para

ecusei de forma direta e ela não gostou. Mas em nenhum momento eu a ameacei ou agredi

a testa, seu olhar al

ele a empurrou. Alguém aqui viu o e

firmar ter visto Ricardo a empurrando. A distância ent

rdendo terreno, Ali

está olhando diretamente! Ele me ameaç

a. Ele olhou diretamente para a

mente, é exatamente o tipo de coisa que eu temia que e

deixando as palav

té comentei com um amigo que não me surpreenderia se ela tentasse inve

a ação dela era uma vingança premeditada. Ele não a estava acusando de mentir

esperava negações desesperadas, raiva, o que a faria parec

está tentando virar o

m padrão de comportamento? Uma recusa educada leva a uma cena na cafeteria. Um dia depois, u

"polícia"

agora mostrava mais fúria do que tristeza.

o não será resolvido em um corredor. Srta. Alice

ilha. E mais importante, ele tinha colocado a principal autoridade do campus em alerta. A Dra. Lúcia não era uma espectador

-

Reclame seu bônus no App

Abrir
A Traição Que Mudou Tudo
A Traição Que Mudou Tudo
“A sirene da ambulância rasgava a noite, mas para mim, Ricardo, era só o som do fim. Caído no asfalto molhado, com a cabeça latejando e gosto de sangue na boca, eu via as luzes vermelhas e azuis dançarem, enquanto minha vida brilhante, antes cheia de promessas, se esvaía de forma patética e injusta. Tudo desabou rápido demais. De aluno exemplar de engenharia, orgulho do meu pai, tornei-me um pária, um criminoso. A falsa acusação de Alice, que eu tentei ajudar, envenenou minha vida. A universidade me suspendeu, amigos se afastaram. O golpe final foi a morte do meu pai, um homem trabalhador que sacrificou tudo por mim. Libertado por falta de provas, mas não de suspeitas, eu era um fantasma, sem diploma, sem honra. E ali, no chão, meu último pensamento foi um lamento: se eu pudesse voltar, se tivesse uma segunda chance... De repente, a dor sumiu. A escuridão se dissipou. O cheiro de café fresco e pão na chapa invadiu minhas narinas. Abri os olhos. Eu estava no meu quarto, na casa do meu pai. "Ricardo! Filho, você vai se atrasar pra aula! O café tá na mesa!" Era a voz dele. Viva, quente. Peguei o celular. A data: três anos atrás. O dia em que tudo começou. Não era sonho. De alguma forma impossível, eu havia retornado. As lágrimas que escorreram não eram de tristeza, mas de alívio, fúria e determinação. Eu lembrei do desprezo de Alice, da arrogância de Bruno, da dor do meu pai. E lembrei de tudo. Naquela vida, naquele exato dia, eu veria Alice sendo importunada por Bruno e interviria, selando meu destino. Mas não desta vez. O garoto ingênuo morreu naquela calçada fria. O homem que acordava nesta cama era mais cauteloso, astuto e perigoso. Eu não interviria diretamente. Usaria minha inteligência, minha memória do futuro, para orquestrar uma justiça muito mais devastadora. Eu não apenas limparia meu nome. Eu destruiria aqueles que me destruíram. Eu honraria a memória do meu pai. Desta vez, eu não seria a vítima. Eu seria o caçador.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10