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Destino de Almas Perdidas

Capítulo 1 

Palavras: 884    |    Lançado em: 07/07/2025

tou m

a no ar, observa

de ferrugem, poeira e o cheiro doc

e particular renomad

cardíaca de ponta, uma da

l poderoso, resp

, neste galpão abandonado,

e resto

e a memória da minha última ho

tigo cliente do meu pai, um criminoso que meu pai des

o peão no

machucava, ele p

papai", ele disse

número. Meu

eu pai soou irrit

ei gritar, gemer, fazer qualquer som que pudesse ale

eira, eu estou ocupado!", meu pai d

de futebol

ivo, Pedro. O

ao fundo. Ele estava no jogo.

migo", o criminoso

uma

das palhaçadas do Lucas, eu juro que quando ele

ele d

iu, um som ba

garoto. Para ele, v

oeram mais do qu

uipe da polícia. Minha mãe veio logo depois,

po no chão. Um corpo

nde detetive,

assassino é um sádico. Qu

a vida e a morte todos os dias, vir

vel. Como alguém pode faz

o me re

, para as minhas roupas rasgadas e e

aso, mais uma vítima anôni

a que quase me faz rir

ssional em ação. Ele não t

sto está irreconhecível. Vamos precisar da

, Helena,

go olhar.

ero g

u, mãe, pai!

penas um espectador silencio

ra, jogada a alguns metros do corpo.

dentidade. L

no

a para a minha foto, depois para o

Não po

ima, olhando por c

Nosso

ente, o horror em seu rosto

re se metendo em encrenca, mas... não isso. Ele deve ter sumido

oncorda,

mas não... não isso. O corpo está muito desfigurado. Pode

essa ideia com uma

iológico, o "delinquente",

eito, o "bom filho", está seguro, ma

inha comprado um canivete suíço. Era uma ferra

meu quarto durante um

ndando armado agora? Qu

ó uma fer

tá proibido de ter isso. Já não bast

iscou o

ue conectar os pontos. Na mente dele, o filho que ele imag

ente deles, em um corpo

om uma clareza

mim no coração d

que compartilhamo

á estava morto

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Destino de Almas Perdidas
Destino de Almas Perdidas
“Eu estou morto. Minha alma flutua no ar, observando meus pais, o renomado detetive da cidade e a cirurgiã cardíaca de ponta, olhando para o que restou do meu corpo em um galpão abandonado. É um cheiro horrível de ferrugem e do meu próprio sangue, mas a pior dor vem da memória: o homem que me torturou, um antigo cliente do meu pai, me fez ligar para ele. Meu pai atendeu irritado e, ao saber que seu filho estava com um criminoso, desligou para priorizar o torneio de futebol de Pedro, meu irmão adotivo. "Ele nem se importa", o criminoso zombou. Agora, eles estão aqui, Ricardo analisando meu corpo mutilado como "mais um caso nojento" , e Helena com "repulsa" , incapazes de me reconhecer, mesmo após encontrarem minha identidade. "Não, não é ele. Nosso Lucas... ele é um delinquente, mas não isso. Ele deve ter sumido de novo", minha mãe insiste, com meu pai concordando, agarrando-se à ideia de que eu sou apenas o filho problemático "desaparecido", enquanto Pedro é o filho de ouro em segurança. A voz do meu pai ao telefone com Pedro, cheia de carinho, e depois a sua raiva ao falar de mim, "Que ele se dane, que não volte nunca mais!", ecoam, me mostrando que eu já estava morto para eles há muito tempo. Mas eles estão prestes a descobrir que sua negação terá um custo altíssimo, revelado por um pedaço de papel que engoli antes de morrer: um recibo de farmácia com a prova de que, até o fim, a única preocupação do "delinquente" era com eles.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10