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Destino de Almas Perdidas

Capítulo 2 

Palavras: 734    |    Lançado em: 07/07/2025

a, sempre tentou

ro chegou numa época em que eles precisavam de um re

começando. Eles eram jovens, ambiciosos, semp

am bem-sucedidos, estáveis. Ele era o troféu, a

ta observadora, sempre tentando mante

ra. Está em uma viagem de

s pais analisarem a minha morte

ara um colega detetive. "Isso não foi um

donada, seus olhos de dete

local. É isolado. Ning

ndo com o médico legista. Sua vo

s ferimentos no rosto... foram feitos para desfigurar. Para

em seus trabalho

tenham falhado

es, um fantasma em

dava trabalho a eles. Agora, morto, eu

es me deem um p

nte. Ele olha para a tela e seu

cam

Pe

iz dois gols! Onde vocês

nimada, cheia de o

ilho. Um caso complicado.

inha mãe, que força

estou orgulhos

estamos. Escuta, vamos nos atrasar um pouco. Vá para ca

u pai é algo que eu rara

ceu. Tentei ligar, mas o celular dele está d

pai se fecha novame

fazendo suas besteiras de sempre. Quando aquele mol

lig

o assassino o quebrou depois que

ra eles, é só mais uma prova

ra, passando a

tem jeito. Eu passo o dia inteiro salvando a vida de estran

ue não consigo nomear

ãe, não se esqueça de tomar suas vitaminas. Você parece cansad

vislumbre de dor,

a cabeça, como se para

importante do Pedro. É de propósito, Ri

m braço em volta

ar que ele estrague. Hoje a noite é do Pedr

s que s

ecoam no g

do que quando o sangue parou

o que ve

me julgar, mesmo quando meu co

por Pedro não era ap

ma se

i de cumpr

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Destino de Almas Perdidas
Destino de Almas Perdidas
“Eu estou morto. Minha alma flutua no ar, observando meus pais, o renomado detetive da cidade e a cirurgiã cardíaca de ponta, olhando para o que restou do meu corpo em um galpão abandonado. É um cheiro horrível de ferrugem e do meu próprio sangue, mas a pior dor vem da memória: o homem que me torturou, um antigo cliente do meu pai, me fez ligar para ele. Meu pai atendeu irritado e, ao saber que seu filho estava com um criminoso, desligou para priorizar o torneio de futebol de Pedro, meu irmão adotivo. "Ele nem se importa", o criminoso zombou. Agora, eles estão aqui, Ricardo analisando meu corpo mutilado como "mais um caso nojento" , e Helena com "repulsa" , incapazes de me reconhecer, mesmo após encontrarem minha identidade. "Não, não é ele. Nosso Lucas... ele é um delinquente, mas não isso. Ele deve ter sumido de novo", minha mãe insiste, com meu pai concordando, agarrando-se à ideia de que eu sou apenas o filho problemático "desaparecido", enquanto Pedro é o filho de ouro em segurança. A voz do meu pai ao telefone com Pedro, cheia de carinho, e depois a sua raiva ao falar de mim, "Que ele se dane, que não volte nunca mais!", ecoam, me mostrando que eu já estava morto para eles há muito tempo. Mas eles estão prestes a descobrir que sua negação terá um custo altíssimo, revelado por um pedaço de papel que engoli antes de morrer: um recibo de farmácia com a prova de que, até o fim, a única preocupação do "delinquente" era com eles.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10