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Destino de Almas Perdidas

Capítulo 3 

Palavras: 674    |    Lançado em: 07/07/2025

is vou volt

sce sobre mim como

unca senti como meu, a mesa de jantar

mais

morto, eles estão mais perto d

rio. A alma, no entanto, permanece,

a de reuniões do dep

e uma grande mesa. Fotos em close-up, mo

do, aponta par

rentes. Uma faca de lâmina longa e algo serrilhado.

e de consultora médica. Ela olha para as fotos

eria identificado facilmente. Isso sugere que a vítima e o assassino se conheciam

po como se fosse um obje

s meus ferimentos do que jamais

ção macabr

sa, olhando para as

io corpo destruído. É co

abelos grisalhos e olhos gentis cha

apaz. Tã

gem do meu cabelo, que está s

ito. Castanho clar

rri, sinto uma pontada de calo

cebi dos meus pr

m se soubessem que estão discut

continua se

ma na sobrancelha direita, bem fina. E outra maior

fantasma d

bicicleta. Meu pai estava lá. Ele me pegou no colo e me levou para

omper o ligamento no futebol. Minha mãe explicou todo o pr

istória. Marcas que e

Um lampejo de reconhecimento

a

imentos recentes. Helena es

das cicatrizes estão

a Dra. Elisa, e o tom de sua voz m

a se inclina

. Conseguimos recuperá-lo, mas a ação do suco gástric

aço de

e atinge co

o, parado

pai que eu ma

ornal velho que estava no ch

mo recado para o

focando, enqu

que pode levar até ele. A

quase d

ça de que meus pais

verdade, mas tão cegos p

am, mas

so aqui, grita

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Destino de Almas Perdidas
Destino de Almas Perdidas
“Eu estou morto. Minha alma flutua no ar, observando meus pais, o renomado detetive da cidade e a cirurgiã cardíaca de ponta, olhando para o que restou do meu corpo em um galpão abandonado. É um cheiro horrível de ferrugem e do meu próprio sangue, mas a pior dor vem da memória: o homem que me torturou, um antigo cliente do meu pai, me fez ligar para ele. Meu pai atendeu irritado e, ao saber que seu filho estava com um criminoso, desligou para priorizar o torneio de futebol de Pedro, meu irmão adotivo. "Ele nem se importa", o criminoso zombou. Agora, eles estão aqui, Ricardo analisando meu corpo mutilado como "mais um caso nojento" , e Helena com "repulsa" , incapazes de me reconhecer, mesmo após encontrarem minha identidade. "Não, não é ele. Nosso Lucas... ele é um delinquente, mas não isso. Ele deve ter sumido de novo", minha mãe insiste, com meu pai concordando, agarrando-se à ideia de que eu sou apenas o filho problemático "desaparecido", enquanto Pedro é o filho de ouro em segurança. A voz do meu pai ao telefone com Pedro, cheia de carinho, e depois a sua raiva ao falar de mim, "Que ele se dane, que não volte nunca mais!", ecoam, me mostrando que eu já estava morto para eles há muito tempo. Mas eles estão prestes a descobrir que sua negação terá um custo altíssimo, revelado por um pedaço de papel que engoli antes de morrer: um recibo de farmácia com a prova de que, até o fim, a única preocupação do "delinquente" era com eles.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10