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Destino de Almas Perdidas

Capítulo 4 

Palavras: 722    |    Lançado em: 07/07/2025

oca, quebrando a tens

um sorriso instantâneo ilumina seu rosto c

meu a

cheia de um amor que eu não sab

ro, c

e que vocês estavam em um caso

Eu sei. Eu o vi entregar o endereço deste galpão ao meu assassino.

diz Helena, sua voz um sussurro de carinh

aça sem vocês aqui. E o Lucas ainda não apare

faz a máscara de do

ce seu irmão. Ele é egoísta. Provavelmente está

tar, mas não

o, pega o telef

do aquele moleque irresponsável decidir dar as caras, ele vai se ver comigo. Eu juro por

s dele são

-ca e não vol-

ejo co

e vira para os colegas, o

s com o meu outro fi

ação de Ricardo, o pai de família exemplar. Eles também conh

oca. É para Ricardo.

dia todo, o celular dele está desligado.

Ela sempre sentia quando

om Pedro. "Seu irmão está bem. Ele só está sendo o Lucas de sempre. Sumiu p

e ligaria hoje. Ele nunca qu

orrível. Não tenho tempo para os dramas do seu irmão.

desl

". Apenas a pressa de se livra

ma dele, colocando

gar para os hospitais

dormindo na casa de algum amigo que nós não aprovamos? Chega! Eu

ligar para o meu c

i direto para

ser encontrado", diz Ricardo

o telefon

e importa. Encontrar o assa

re coi

s, flutuando para

us pais me contaram sobre

disse minha mãe, sorrindo. "Nós o adotam

iz. Eu sempre

, ele não era um irmão.

não era. Obediente,

ico, me tornei o int

e pertenceram. E eu, aparent

o filho perdido

eles, eu nunca es

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Destino de Almas Perdidas
Destino de Almas Perdidas
“Eu estou morto. Minha alma flutua no ar, observando meus pais, o renomado detetive da cidade e a cirurgiã cardíaca de ponta, olhando para o que restou do meu corpo em um galpão abandonado. É um cheiro horrível de ferrugem e do meu próprio sangue, mas a pior dor vem da memória: o homem que me torturou, um antigo cliente do meu pai, me fez ligar para ele. Meu pai atendeu irritado e, ao saber que seu filho estava com um criminoso, desligou para priorizar o torneio de futebol de Pedro, meu irmão adotivo. "Ele nem se importa", o criminoso zombou. Agora, eles estão aqui, Ricardo analisando meu corpo mutilado como "mais um caso nojento" , e Helena com "repulsa" , incapazes de me reconhecer, mesmo após encontrarem minha identidade. "Não, não é ele. Nosso Lucas... ele é um delinquente, mas não isso. Ele deve ter sumido de novo", minha mãe insiste, com meu pai concordando, agarrando-se à ideia de que eu sou apenas o filho problemático "desaparecido", enquanto Pedro é o filho de ouro em segurança. A voz do meu pai ao telefone com Pedro, cheia de carinho, e depois a sua raiva ao falar de mim, "Que ele se dane, que não volte nunca mais!", ecoam, me mostrando que eu já estava morto para eles há muito tempo. Mas eles estão prestes a descobrir que sua negação terá um custo altíssimo, revelado por um pedaço de papel que engoli antes de morrer: um recibo de farmácia com a prova de que, até o fim, a única preocupação do "delinquente" era com eles.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10