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Casamento de Dor, Destino de Vingança

Capítulo 2 

Palavras: 636    |    Lançado em: 07/07/2025

io sem olhar para trás, a confi

cachorrinho fiel. Sete dias. Para ele, era um piscar de olhos, um pequen

nidade que eu não esta

de raiva por minha própria estupidez na vida anterior. Como pude amar um monstro como ele? Como pude

do cartório me

está tudo bem

eu disse, a voz firme,

sa e me levantei

trás não era a mesma que ele conheceu. A Luana que morreu de sede e ins

sperando me encontrar chorando em um canto

bem. Eu preciso salvar Sofia. Você entende, não

aço, mas eu recuei como

ncoste

z o fez parar. Ele fra

a. Pense nisso, depois teremos a vida in

tos eram fantasmas que ele parecia ter esquecido completamente.

arma agora. Deixar que ele acreditasse em sua

irou, im

levo para casa. Descanse. Quando

dade grande que ele havia alugado para nós,

a cidade era pesado, cheio de fumaça e barulho, tão

u a porta para mim como um cav

es fariam tudo certo. Eu olhava pela janela, vendo os prédios passarem como borrões, sentindo o p

dio, virou-se para mim, esperando

nas o

edr

meu a

deu

, sem e

tica, Luana. É s

u lá, olhando, provavelmente pensando que era

e a porta se fechou, eu

que ele foi, na direção do rio,

é por sete dia

será para Lucas. A vida que vou construir

com suas culpas e se

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Casamento de Dor, Destino de Vingança
Casamento de Dor, Destino de Vingança
“O cheiro de papel novo e tinta fresca preenchia o cartório. Minhas mãos tremiam, não de felicidade, mas com o eco de uma dor passada. Estava prestes a assinar o documento que selaria meu destino, unindo-me a Pedro, o homem que, em minha vida anterior, me torturou até a morte. Ele assistiu enquanto meus três filhos, bebês indefesos, morriam pelas suas mãos. Tudo por causa de Sofia, sua prima, que se afogou no dia do nosso casamento, e pela qual ele me culpou. Eu o encarei, o coração aos pulos. Ele também havia renascido. E sorriu aquele sorriso manipulador. "Eu vou me casar com minha prima primeiro para salvá-la." "Depois de sete dias, vou me divorciar e me casar com você." A dor não vinha mais do amuleto da minha tribo, mas da traição e do ódio que ele me causava. Ele me queria como um prêmio, uma posse garantida, sem remorso algum pelos nossos filhos mortos. Enquanto ele se virava, confiante, eu toquei o amuleto em meu peito, liberando seu poder. Em no máximo três dias, Lucas, o homem que sempre me amou, me encontraria. Eles me jogaram para dentro como um saco de batatas. Horas depois, Pedro reapareceu, furioso. "Você foi até lá para estragar tudo?" ele rosnou. Ele me empurrou para o quarto e trancou a porta. Eu ouvia tudo além da porta: risadas, sussurros, os sons de Pedro e Sofia se amando na 'nossa' cama. Foi então que notei a imperceptível marca no pescoço dela. Sofia também renascera. Uma calma mortal me invadiu. Peguei um vaso de cerâmica pesado e o quebrei na cabeça de Pedro. Ele caiu, atordoado. Ouvi Sofia gritar, fingindo dor, dizendo que a ataquei. Pedro me arrastou para a porta do porão. "Você queria ver o rio, Luana? Você sentia falta da água?" Ele me atirou escada abaixo, em uma prisão de água, na escuridão. O calor do amuleto se intensificou. Eles estavam perto. Minha liberdade, minha vingança, estavam perto. A porta do porão se abriu, revelando Lucas. "Luana", ele disse, sua voz um trovão. Ele tirou o próprio casaco e o colocou sobre meus ombros. "Viemos te buscar", ele disse. "Vamos para casa."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10