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Casamento de Dor, Destino de Vingança

Capítulo 3 

Palavras: 789    |    Lançado em: 07/07/2025

porta se abriu para um lugar que deveria ser um lar, m

de dinheiro, e corri para a porta. Eu não ficaria ali nem mais um minuto. Eu iria para a estação rod

i a maçaneta, a

e novo.

do de

o, estavam parados no corredor. Eles não era

lou, a voz

ue a senhora descanse e não saia. E

ão confiava em mim tanto quanto pensava. Ele pre

subiram pela minha gar

r! Eu não sou u

ta. Eles eram

do em tudo. Ele ia se casar com sua prima e me manter aqui, tran

sufocante. Eu est

s, as cortinas de seda. Tudo parecia falso, um

pessoas andavam apressadas. Ninguém sabia que, naquele apartamen

mórias da minha vida pass

ele. Lucas, o cacique forte e silencioso, apenas me olhou com uma tristeza profunda nos olhos. Ele não brigou

i enganar meu povo. E a parte ma

rra, ao rio e ao nosso povo. Se estamos em perigo, ou se nos afastamos por muito tempo, a energia dele

o achava que eu estava sempre doente por causa da poluição da cidade. Ele nunca soube o sacrifício que eu fazia para ficar ao seu lado. Eu suportei aquela agon

ompensa? Uma cova de á

rou na sala. Era uma senhora de meia-ida

rvido. O Sr. Pedro ligou e pe

, o rosto se

erviu com a mesma gentileza, enquanto seu patrão pla

fome" , respon

rita, precis

ue não estou

a minha frieza e sai

lençóis limpos me sufocando. Era a mesma cama onde eu concebi meus filh

haveria lágrima

o estava quente. Era

stavam

s. Talve

a suprimindo o poder. Eu o estava chamando. Eu estava c

a tradição escolheu para mim. Desta vez, eu escolheria a tr

heria a

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Casamento de Dor, Destino de Vingança
Casamento de Dor, Destino de Vingança
“O cheiro de papel novo e tinta fresca preenchia o cartório. Minhas mãos tremiam, não de felicidade, mas com o eco de uma dor passada. Estava prestes a assinar o documento que selaria meu destino, unindo-me a Pedro, o homem que, em minha vida anterior, me torturou até a morte. Ele assistiu enquanto meus três filhos, bebês indefesos, morriam pelas suas mãos. Tudo por causa de Sofia, sua prima, que se afogou no dia do nosso casamento, e pela qual ele me culpou. Eu o encarei, o coração aos pulos. Ele também havia renascido. E sorriu aquele sorriso manipulador. "Eu vou me casar com minha prima primeiro para salvá-la." "Depois de sete dias, vou me divorciar e me casar com você." A dor não vinha mais do amuleto da minha tribo, mas da traição e do ódio que ele me causava. Ele me queria como um prêmio, uma posse garantida, sem remorso algum pelos nossos filhos mortos. Enquanto ele se virava, confiante, eu toquei o amuleto em meu peito, liberando seu poder. Em no máximo três dias, Lucas, o homem que sempre me amou, me encontraria. Eles me jogaram para dentro como um saco de batatas. Horas depois, Pedro reapareceu, furioso. "Você foi até lá para estragar tudo?" ele rosnou. Ele me empurrou para o quarto e trancou a porta. Eu ouvia tudo além da porta: risadas, sussurros, os sons de Pedro e Sofia se amando na 'nossa' cama. Foi então que notei a imperceptível marca no pescoço dela. Sofia também renascera. Uma calma mortal me invadiu. Peguei um vaso de cerâmica pesado e o quebrei na cabeça de Pedro. Ele caiu, atordoado. Ouvi Sofia gritar, fingindo dor, dizendo que a ataquei. Pedro me arrastou para a porta do porão. "Você queria ver o rio, Luana? Você sentia falta da água?" Ele me atirou escada abaixo, em uma prisão de água, na escuridão. O calor do amuleto se intensificou. Eles estavam perto. Minha liberdade, minha vingança, estavam perto. A porta do porão se abriu, revelando Lucas. "Luana", ele disse, sua voz um trovão. Ele tirou o próprio casaco e o colocou sobre meus ombros. "Viemos te buscar", ele disse. "Vamos para casa."”
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