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Meu Lar, Uma Farsa

Capítulo 1 

Palavras: 856    |    Lançado em: 07/07/2025

estava prestes a acabar

pedindo o divórcio, rindo da desgraça do meu marido e d

e eu chamava de lar já estava tremendo, pr

mensagem de texto d

Me encontre no restaurante 'Vista do Mar' às oito

ação ac

empresa estava mal e que precisávamos economizar. Nossos jantares se resumiam a macarrão instantâneo e

Ela reclamava de tudo, dizia que a comida em casa era "comida de pobre" e que su

noite para dar a eles uma vida melhor,

. Talvez as coisas estivessem melhorando. Talvez ele finalmen

anos. Fui ao salão, fiz o cabelo e as unhas. Comprei um pequeno bolo na minha confeit

indo para o primeiro encontro, c

es mais caros da cidade, com uma vista deslumbrante para o oceano. Fiquei ner

a mesa na varanda. E foi

tava

estava

a uma mulher elegante e bonita. E ao lado dela, nossa fi

pareciam ter saído de uma revista de gastronomia.

a olhava com uma intensidade que n

som das ondas, o murmúrio das outras pessoas, tudo desapareceu. Só exi

parada nas sombras, perto de

, fugir dali. Mas algo me prende

i a voz de Ana

rível! Muito melhor que a

go descobriria se c

mples, querida. Ela não

nda estav

sse algo que fez

pecial de hoje ficou perfeito, não a

ateu

m! Aquele bicho inútil finalme

especial?

a mente. Uma imagem que eu tentei afa

ganhei de uma cliente, ainda filhote. Ele era a única criatura naquela casa que parecia genuinamente

ziam que ele era fedido e

damente. Não podia ser. Eles não fariam

scorregou da minha mão e se espatifou no chão de mármo

o de Pedro se desfez, substituído por uma máscara

eu pensei que tinha desaparecido de nossas vidas

oube. O guisado que e

co

Fofi

urou com um horror tão p

stava apena

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Meu Lar, Uma Farsa
Meu Lar, Uma Farsa
“Minha vida estava prestes a virar de cabeça para baixo, mas eu ainda não sabia. Se alguém me dissesse que no nosso aniversário de casamento, eu encontraria meu marido, Pedro, rindo com a ex-amante dele e nossa filha, Ana, em um jantar de luxo, eu teria rido na cara dessa pessoa. Mas a verdade é que o castelo de cartas que eu chamava de lar desabou de uma vez. Pior que a traição sexual ou financeira que eu já suspeitava, foi a crueldade. Ana, minha filha, que eu criei com tanto amor, revelou com um sorriso zombeteiro o "ingrediente especial" do ensopado que estavam comendo. Era Fofinho, meu coelhinho de estimação. Aquele bichinho indefeso, meu único consolo, foi brutalmente assassinado e servido na mesa deles, com a cumplicidade da minha própria filha. A dor da traição se misturou ao horror mais profundo. Como eles puderam ser tão monstruosos? Minha filha, a pessoa por quem eu sacrifiquei tudo, ria da minha dor e ajudava a me destruir. Em meio ao caos do restaurante, com os olhos vidrados de fúria e o coração em pedaços, eu joguei um copo de água no rosto da amante de Pedro. E então, com uma voz que eu não reconhecia, mas que era mais firme do que nunca, eu disse: "Pedro, eu quero o divórcio." Ele ainda não entendia. Ele achou que era só por causa do coelho. Mas era por tudo. Era a descoberta de que eu vivia com monstros. E essa noite, o jogo deles mudaria para sempre.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10