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Meu Lar, Uma Farsa

Capítulo 2 

Palavras: 765    |    Lançado em: 07/07/2025

iar ali mesmo, no meio do restaurante de luxo, com os

aiva pura e quente

passos eram pesados, cada um ecoa

e você está

havia culpa. Apenas aborrecimento, como se eu fosse uma fun

trêmula, quase um sussurro. "Eu vim para a 'su

gunça no chão. "E

irou os

inha que fazer uma

na barriga por nove meses, que amamentei, que cuidei durante

io, mas seu sorriso debochado dizia tudo. Ela

ndo ruidosamente no chão. Ele agarro

fora. Você está estr

ndo. "Quem é ela, Pedro? E que jantar é esse? Você me di

As roupas que eu deixava de comprar para mim para pagar o material escolar dela. Os fins d

ra uma

ica dos traidores. "Isabela é uma parceira de negócios. Esta

va tão estú

do a mão da sua 'parceira de negócios'?" Eu ri, um so

teu, sua voz c

a me entende. Ela me dá presentes bons, nã

a menina que eu tinha criado, para o ro

á aqui, comendo lagosta, enquanto eu estou em casa me preocupando

esas. "Nós só te poupamos da verdade. Você é muito dramática, Maria.

. Como ter comida na geladeira. Como

boca antes que eu pudesse contê-la. A pergunta que martela

echou. Ele trocou um

o é da s

minha voz subindo. "Ana falou de um

m os olhos para que ela dissesse que era

ou com frieza, seus olh

piu as palavras. "Sempre se pr

is, para a cumplicidade deles, para

ção. Não era apenas uma

m sis

o escuro, trabalhando como uma mula, enqua

A base sobre a qual eles construí

o significavam absolutamente nada. Eram apena

A mulher que chegou naquele restaurante cheia de esperança tinha mo

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Meu Lar, Uma Farsa
Meu Lar, Uma Farsa
“Minha vida estava prestes a virar de cabeça para baixo, mas eu ainda não sabia. Se alguém me dissesse que no nosso aniversário de casamento, eu encontraria meu marido, Pedro, rindo com a ex-amante dele e nossa filha, Ana, em um jantar de luxo, eu teria rido na cara dessa pessoa. Mas a verdade é que o castelo de cartas que eu chamava de lar desabou de uma vez. Pior que a traição sexual ou financeira que eu já suspeitava, foi a crueldade. Ana, minha filha, que eu criei com tanto amor, revelou com um sorriso zombeteiro o "ingrediente especial" do ensopado que estavam comendo. Era Fofinho, meu coelhinho de estimação. Aquele bichinho indefeso, meu único consolo, foi brutalmente assassinado e servido na mesa deles, com a cumplicidade da minha própria filha. A dor da traição se misturou ao horror mais profundo. Como eles puderam ser tão monstruosos? Minha filha, a pessoa por quem eu sacrifiquei tudo, ria da minha dor e ajudava a me destruir. Em meio ao caos do restaurante, com os olhos vidrados de fúria e o coração em pedaços, eu joguei um copo de água no rosto da amante de Pedro. E então, com uma voz que eu não reconhecia, mas que era mais firme do que nunca, eu disse: "Pedro, eu quero o divórcio." Ele ainda não entendia. Ele achou que era só por causa do coelho. Mas era por tudo. Era a descoberta de que eu vivia com monstros. E essa noite, o jogo deles mudaria para sempre.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10