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Meu Lar, Uma Farsa

Capítulo 3 

Palavras: 674    |    Lançado em: 07/07/2025

u uma clareza assustadora. Eu ignorei Ped

z surpreendentemente firm

ca de orientação. Pedro fez um gesto sutil com a cabe

e pelo poder que sentia ao lado

m um sorriso cruel. "Vo

rante, as vozes, a música suave, tudo se tr

q

pai disse que era um desperdício de comida mantê-lo. Então, ele o levou para um chef

desc

eveu a co

eu a textur

enquanto comiam, imaginando mi

ago se revirou violentamente. A imagem do meu coelhinho, do animalzinho in

ade que minha mente se

ngo de remorso, de humanidade. Não

estivesse lidando com uma criança birrenta. "Era

era um fio. "Ele era meu,

falou, sua voz er

cadeira de mau gosto. Pedro pode te comprar ou

oferta de substituir algo que tinha valor sentim

m fúria. Uma fúria tão

pensei.

po de água com gelo na frente de Pedro

perfeitamente penteado, pela sua maquia

som agudo de su

expl

a, Maria?! Peça

ava olhando para a minha filha. A filha qu

o fio que me ligav

coisa estava nascendo em seu lugar. Uma r

meus olhos secos. As l

minha voz não tremeu.

eguiu foi mais alto

sabela, pingando água, me

riu. Uma risada c

ho estúpido? Não seja ridícula,

a. Ele achava que aqu

ção, a humilhação. Sobre a crueldade. Sobre

a causa. Foi apen

comecei a andar para longe da mesa,

do. Só sabia que nunca mais volt

coelho e um pedido de divórcio em um res

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Meu Lar, Uma Farsa
Meu Lar, Uma Farsa
“Minha vida estava prestes a virar de cabeça para baixo, mas eu ainda não sabia. Se alguém me dissesse que no nosso aniversário de casamento, eu encontraria meu marido, Pedro, rindo com a ex-amante dele e nossa filha, Ana, em um jantar de luxo, eu teria rido na cara dessa pessoa. Mas a verdade é que o castelo de cartas que eu chamava de lar desabou de uma vez. Pior que a traição sexual ou financeira que eu já suspeitava, foi a crueldade. Ana, minha filha, que eu criei com tanto amor, revelou com um sorriso zombeteiro o "ingrediente especial" do ensopado que estavam comendo. Era Fofinho, meu coelhinho de estimação. Aquele bichinho indefeso, meu único consolo, foi brutalmente assassinado e servido na mesa deles, com a cumplicidade da minha própria filha. A dor da traição se misturou ao horror mais profundo. Como eles puderam ser tão monstruosos? Minha filha, a pessoa por quem eu sacrifiquei tudo, ria da minha dor e ajudava a me destruir. Em meio ao caos do restaurante, com os olhos vidrados de fúria e o coração em pedaços, eu joguei um copo de água no rosto da amante de Pedro. E então, com uma voz que eu não reconhecia, mas que era mais firme do que nunca, eu disse: "Pedro, eu quero o divórcio." Ele ainda não entendia. Ele achou que era só por causa do coelho. Mas era por tudo. Era a descoberta de que eu vivia com monstros. E essa noite, o jogo deles mudaria para sempre.”
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