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Coração Quebrado, Alma Restaurada

Capítulo 3 

Palavras: 717    |    Lançado em: 07/07/2025

Eu precisava de experiências, de realidade crua. Declarei que, sentindo-me esvaziada e humilde após entr

reja no topo do bolo de sua vitória. Eles me concederam a permissão com sorri

tência, mas como uma forjadora em sua oficina. O Orbe, a

como uma curandeira em uma aldeia devastada pela praga, segurando as mãos de moribundos e celebrando cada vida salva. O Orbe aprendeu sobre compaixão e perda.

eriência, era um ingrediente que eu tecia na matriz do Orbe da Vontade. Ele não era mais apenas meu. Ele continha as vozes de incontáv

oderia ser usado para manipular a vontade de outros. Ele não poderia ser usado para ganho puramente pessoal. E a regra mais importante: ele estava intrinsecamente ligado a mim, não como um objeto, mas

iscar de olhos no Empíreo. Quando meu tempo d

a deusa humilhada

ão era a luz emprestada das estrelas, mas uma luminescência que vinha de dentro. Meus olhos não conti

essão de surpresa mal disfarçada. Ele es

recompondo-se rapidamente. "Suas provaç

o do Empíreo. Ele brilhava com uma luz forte, mas eu podia sentir a corrupção que eu havia plantado, uma dissonância sut

raição, a humilhação, a sensação de perda... tudo estava lá. Mas agora, misturado a isso, havia algo novo: uma fria e dura resolução. Aquele

oando com um poder que o fez recuar um

olhos. Não o ódio, mas a promessa de um acerto de contas. Ele viu, e a cor sumiu d

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Coração Quebrado, Alma Restaurada
Coração Quebrado, Alma Restaurada
“A consciência voltou como uma onda de gelo, mergulhando-me numa dor que eu conhecia bem demais. Kael, com um sorriso cruel no rosto, flutuava sobre mim. Era ele quem arrancava o Núcleo Celestial do meu peito. Lira, com suas lágrimas falsas, sussurrava palavras de consolo enquanto meu poder era roubado. E o Primordial, a autoridade máxima, apenas observava. Fui traída. Eles me deixaram para morrer, uma deusa vazia, uma casca inútil. Abri os olhos. Eu estava de volta aos meus aposentos no Empíreo. Viva. O Núcleo Celestial pulsava em meu peito, intacto. Eu havia retornado ao momento exato antes da minha queda. O ar ainda não estava pesado com a traição, mas a ferida em mim sangrava ódio silencioso. Passos suaves se aproximaram da porta. Lira. Seu rosto era de falsa preocupação, ela ofereceu: "Deixe-me ajudá-la a protegê-lo. É o que as amigas fazem, certo?" Exatamente as mesmas palavras que me levaram à ruína na vida passada. Naquela época, eu confiei. Confiei a ela meu poder, minha alma. Ela o entregou diretamente a Kael. Mas desta vez, eu não era a mesma. Eu disse, sem hesitar: "Não, Lira. O Núcleo está seguro comigo." Seus olhos arregalaram de surpresa. Eu a cortei: "Eu entendo perfeitamente. Eu entendo tudo." A frieza do meu ódio a fez recuar. Ela se foi, seus passos apressados. Eles achavam que eu era a mesma Alina ingênua. Eu não entregaria meu poder a ninguém. Eu me submeteria. Não, eu usaria a fé cega deles no sistema contra eles mesmos. Eu iria apelar diretamente ao Primordial. Eu sabia que ele era o arquiteto da minha queda. Mas eles não sabiam que eu sabia.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10