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O Relógio e a Traição

Capítulo 2 

Palavras: 726    |    Lançado em: 07/07/2025

êncio na mesa de jan

entou queb

o, risoto de cogumelos, e abriu uma gar

a começou, a voz um pouco h

comer, sem levanta

não foi nada demais, de verdade. O Leonardo tem se desdobrado, feito horas extras.

vulnerável, uma tática

específico, eu admito. Foi uma falha minha,

parou

o lado do prato, o som e

ente olhou

o foi uma 'falha'.

era calma

problema não é o valor do relógio, é o valor do que ele represe

onstatação. Ele estava testando se ela ain

u, sentindo a fr

tempestade em copo d'

m símbolo. E símbolos importam. A le

linou para

o projeto Nova Era, também f

so" pairou no

etiu, incrédula. "Vo

apenas o começo. Se você continuar a colocar seus caprichos e esse garoto acima

lada, mas absol

o jogo do marido magoado. El

à sua frente era alguém que ela não rec

sentiu medo de perdê-lo. Não apenas o marido, m

baixa e apressada. "Eu prometo. Vou manter o L

observou, o ros

acredita

ma

ade era que ela não achava que tinha feito nada de errado. Ela estava apenas

problema não era o Leon

se da mesa. "Estou cansado. Vou

.", ela pediu, lev

ndo da sala de jantar

olhando para o risoto

o. Ela havia subestimado a prof

s domésticas como se a normalidade pudesse, de alguma

o de desculpas e uma pro

iança, uma vez quebrada, nã

ma do quarto de hósped

la casa, a tentativa patética de res

a promessa d

e persistente. Mas por baixo da dor

ítima. Ele não esperar

aria o

lular e enviou

s conversa

foi quase

mão. Onde

riu no

estava a

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O Relógio e a Traição
O Relógio e a Traição
“Ricardo e Patrícia, parceiros na vida e nos negócios, construíram seu império tijolo por tijolo. Um relógio de luxo no pulso de Leonardo, o estagiário, despedaçou essa ilusão. Não era qualquer relógio; era o símbolo do amor deles, da empresa, do futuro que sonharam. Patrícia, com um sorriso displicente, disse que o havia dado como um "presente" por ele ser "valioso", ignorando a fúria em seus olhos. A cena dela rindo com Leonardo, enquanto exibia o relógio no escritório, era uma facada. Mas o golpe final veio quando Ricardo a confrontou e ela, revirando os olhos, minimizou: "É só um relógio. Posso comprar outro pra você." Sua voz baixa, carregada de fúria contida, a acusou: "Você deu o símbolo do nosso compromisso, da nossa empresa, para um estagiário que você favorece descaradamente?" Ela respondeu com irritação, cruzando os braços: "Não tenho tempo para o seu ciúme! Temos uma empresa para administrar!" A dor cortante de vê-la defender o garoto, o homem que ele via como ameaça, em detrimento do que eles construíram, foi insuportável. Ele não entendia como ela podia desprezar o que ele tanto valorizava. Ainda mais quando o relógio idêntico que ele usava era a prova do compromisso mútuo de um dia. Mas a dor se transformou em uma frieza cortante, uma certeza sombria. Se o tempo deles não significava mais nada para ela, então os sonhos que eles construíram juntos também não precisavam significar. Naquela noite, a promessa dela de que "não aconteceria de novo" soou vazia. Ricardo sabia que não seria mais a vítima. Ele tomaria o controle. Ele não a amava mais. Ele não sentia mais nada além de um cansaço profundo. Ele queria o divórcio.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10