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Meu Filho, Minha Força

Capítulo 2 

Palavras: 596    |    Lançado em: 07/07/2025

a de hesitação, seus olhos expressan

das e um olhar cansado, como se já tivesse v

udável, a gravidez está no início. Interrom

sequer olh

s no médico, frios e du

pinião. Eu paguei você par

e, estalando no ar pesad

e, sorria. Um sorris

na maca, e tocou minha barriga com a ponta

o. Logo você não terá mais esse problemin

o médico, o sorr

útero dela também? Assim a gente evita futuros acidentes. Ela nã

cuou um pas

rocedimento muito mais complexo e

sua presença física imponent

notas do bolso e o jo

conte para a polícia sobre este seu p

dinheiro para o rosto ameaçador de Pedro. A h

que não ti

sobre mim, seu hálit

mais... Pensa só, todo o dinheiro que você vai ganhar para ajudar o Pedro a pagar as dí

tar, mas meu corpo não obedecia. Era como u

mais do que crue

iam apenas ti

ha feminilidade, minha

um objeto, uma máquina de faz

da aguda e súbi

ica, era a dor da perda, d

o ao terror, um prenúnci

uma seringa na mão. Seus

m tapinha n

uma volta, tomar um café. Quando volta

uxou para fora da sala, sem sequ

om um clique suave,

estranhos, enquanto o homem que eu amei e

intensificou, uma cólica fo

estava apen

-

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Meu Filho, Minha Força
Meu Filho, Minha Força
“Eu amei Pedro por dez anos, uma década da minha vida dedicada ao homem que eu acreditava ser meu destino. No auge da minha felicidade, grávida do nosso filho, uma realidade brutal desabou. Do lado de fora do quarto, ouvi a voz da minha meia-irmã, Juliana, e a dele, zombando da minha "amnésia", da minha "idiotice". Eles planejavam roubar meu dinheiro, me forçar a abortar e me jogar em uma boate, enquanto celebravam o "nosso" filho – o verdadeiro herdeiro – que seria deles. Meu mundo virou pó. A dor dilacerou minha alma, mas algo mais forte começou a nascer: a raiva. Confrontada por eles, sem precisar mais fingir, o terror se instalou quando Pedro e Juliana me arrastaram para uma clínica clandestina, com a intenção não só de eliminar meu bebê, mas de me desumanizar, me transformar em objeto. Minha dignidade, minha feminilidade - tudo roubado. Mas, no limite do desespero, uma luz inesperada surgiu na figura de Dona Rosa, uma parteira que se negou a cumprir a ordem hedionda. Ela me ofereceu uma saída, uma chance de "morrer" para eles e renascer. Agora, meu filho Rafael está seguro, e eu, Sofia, não sou mais a mulher ingênua e quebrada. Eu me tornei uma empresária poderosa, pronta para o meu acerto de contas.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10