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Prisioneira do Traficante: Amor Proibido

Capítulo 2 

Palavras: 533    |    Lançado em: 07/07/2025

va que derreteria o coração de um homem como Dante. Em sua mente, a cena já estava escrita: ela subiria as escadas, bateria suavemente na porta do escritório dele e, quand

inal. E protagonistas semp

hares duros dos seguranças postados no corredor, nem sentiu a temperatura do ambiente cair v

onversava com dois homens de terno, a voz baixa e letal. Eu estava na parte de baixo da escad

, ela não hesitou. Ela empurrou a port

, meu

ou pelo corred

parou instantaneamente. Um sil

em uma fúria fria. Seus olhos, escuros como a noite, fixaram-se em Yasmin. Não havia amor ou des

encolheram, como se esper

não percebeu nada disso. Ela vi

scadas, o rosto radiante

Ele mal pode acreditar que eu est

u para mim,

i para ela, me

ai te

, a voz

a

ra saia da minha frente, preciso preparar um café para

e foi em direção à cozinha,

rte, como ele. Do jeito que só u

s com força, fazendo

do Dante. Você pode voltar

do ombro, um sorriso

eu? O protagonista não se

te, completamente alheia à tempestade que estava prestes a desabar sobre sua

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Prisioneira do Traficante: Amor Proibido
Prisioneira do Traficante: Amor Proibido
“Fui vendida. Essa era a verdade amarga que sentia no frio do mármore sob meus pés descalços, enquanto o cheiro de jasmim na mansão de Dante, o chefe do tráfico do Rio, sufocava meu sonho de ser dançarina de samba. Minha vida de "passarinho na gaiola de ouro" desmoronou de vez quando uma mulher irrompeu na biblioteca como um furacão rosa-choque. "Olá, meus amores! Yasmin chegou! A protagonista finalmente está na área para encontrar seu grande amor!" Ela se autoproclamou, com uma arrogância que beirava o ridículo, declarando que eu não passava de uma "figurante". "Eu sou a protagonista desta história. Eu e o Dante. Estamos destinados a ficar juntos. Você não passa de um detalhe insignificante", ela cuspiu, o desprezo gotejando de cada palavra, mesmo com meus olhos fixos no anel de prata que Dante havia posto em meu dedo na noite anterior. Menos de uma hora depois, Yasmin, em sua bolha de delírio, invadiu o escritório de Dante, gritando: "Dante, meu amor!", fazendo o ar da casa congelar e o rosto dele se contorcer em fúria letal. Ela me confessou, radiante: "Ele mal pode acreditar que eu estou aqui. É o destino, eu te disse!". Eu sussurrei, horrorizada, "Ele vai te matar!". Ela riu, me empurrou para o lado e foi para a cozinha, com ares de dona da casa, cantarolando uma música pop, alheia à tempestade que estava por vir. Mais tarde, Dante a confrontou: "Quem te deu permissão para entrar aqui? Quem te deu permissão para me tocar?". Ele a empurrou para o chão e perguntou a mim, com um sorriso cruel: "Diga-me, o que eu faço com o lixo que entra na minha casa sem ser convidado?". Eu, a "figurante", fui ordenada a "levar o lixo para fora". No quarto, Yasmin me empurrou, me fazendo bater a cabeça. "Isso é para você aprender o seu lugar. Fique longe do Dante. Ele é meu!", ela sibilou. Então, ela invadiu a adega de Dante, pegou um vinho caríssimo e o exibiu nas redes sociais. No dia seguinte, Dante me disse, tocando meu curativo: "Ninguém machuca o que é meu". Eu, tola, respondi: "Eu não sou sua, senhor". Ele sorriu, possessivo. "Ainda não." Ele pediu para que Yasmin fosse levada ao "quarto de reflexão" e que um vinho caro fosse quebrado na frente dela. E me convidou para jantar, com a condição de que eu tirasse o curativo: "Eu quero ver a marca que ela deixou". Naquela noite, sob um céu estrelado, Yasmin tentou me envenenar, mas Dante a jogou na piscina. Ele me puxou para seu colo, a mão deslizando por minha perna, enquanto ele sussurrava: "Eu gosto quando você está com medo". Ele me beijou, um beijo de posse. No quarto dele, ele me tomou, marcando seu território. Eu era a mulher dele. Em uma viagem à Amazônia, Yasmin, que inexplicavelmente havia retornado, orquestrou um ataque. No meio da selva, homens mascarados invadiram nossa cabana, me agarrando. Dante quebrou a janela, e em um borrão de tiros e fúria, os homens caíram mortos. "Como você vai me pagar por salvar sua vida, Sofia?", ele perguntou. Ele lambeu uma gota de sangue do meu pescoço. "Isso é um bom começo", ele murmurou, e ali, no chão da cabana, ele me fez sua de novo. No rio, em meio a um tiroteio, Dante, sem hesitar, usou Yasmin como escudo, e uma bala atingiu a perna dela. Os homens do cartel a sequestraram. "Estamos com sua mulher", disseram a Dante. Ele respondeu: "Pode ficar com ela. Ela não vale um centavo para mim. Na verdade, se você a matar, eu te pago." Ele foi buscá-la. Dante me chamou de "minha mulher" na frente de Yasmin, esmagando suas últimas ilusões. De volta à mansão, ele se ajoelhou com um diamante em suas mãos. "Case-se comigo, Sofia. Seja a rainha do meu inferno." Eu, a "figurante", me tornei a rainha de seu inferno, em uma história torta, mas real.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10