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Prisioneira do Traficante: Amor Proibido

Capítulo 3 

Palavras: 726    |    Lançado em: 07/07/2025

ia trocado de roupa, agora usando um pijama de seda vermelho que mal cobria seu corpo. Ela

escritório. Desta ve

ento e depois abri

trouxe café

costas para a porta, olhando para a vista do oce

cio era

a colocou a bandeja na mesa dele e se aproximou

, meu amor. Deixa eu

em seu ouvido,

brutal. Ele se levantou, girando e agarrando o pulso dela com uma força que a fez gr

permissão par

aixo, a calma perigosa subs

permissão p

gelado em seu rosto. A realidade finalm

eu... eu s

a a

çou e caiu no chão, o pijama de seda se a

vido o grito dela e, contra todo o meu instinto de s

or Da

e fez parar. Yasmin no chão, chorando, e Dante de pé, parece

omento, e a raiva em seu rosto pareceu diminuir um pouco, d

le me puxou para perto, tão perto que eu podia sentir o calor do seu corpo. Uma de suas

medo de mi

uase um sussurro, mas c

r. Apenas assenti, me

mou em seus lábios. Não

om

meu. Pensei que ele ia me beijar, ou me ma

m o lixo que entra na minh

s nos meus, mas a pergunta era clara

o, tentando enco

não sei,

m som baix

o. Você é mui

ntura. Ele se virou para Yasmin, que ainda estava no chão

omo vidro, "é uma idiota barulhenta. Uma distraç

de volta

uma mosca,

negativamente, incapa

entando a todo custo

está sendo duro comigo porque quer me testar! É um teste pa

içada, a lógica distor

penas sorriu para mim, um sorriso que

xo para fo

E eu, como se

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Prisioneira do Traficante: Amor Proibido
Prisioneira do Traficante: Amor Proibido
“Fui vendida. Essa era a verdade amarga que sentia no frio do mármore sob meus pés descalços, enquanto o cheiro de jasmim na mansão de Dante, o chefe do tráfico do Rio, sufocava meu sonho de ser dançarina de samba. Minha vida de "passarinho na gaiola de ouro" desmoronou de vez quando uma mulher irrompeu na biblioteca como um furacão rosa-choque. "Olá, meus amores! Yasmin chegou! A protagonista finalmente está na área para encontrar seu grande amor!" Ela se autoproclamou, com uma arrogância que beirava o ridículo, declarando que eu não passava de uma "figurante". "Eu sou a protagonista desta história. Eu e o Dante. Estamos destinados a ficar juntos. Você não passa de um detalhe insignificante", ela cuspiu, o desprezo gotejando de cada palavra, mesmo com meus olhos fixos no anel de prata que Dante havia posto em meu dedo na noite anterior. Menos de uma hora depois, Yasmin, em sua bolha de delírio, invadiu o escritório de Dante, gritando: "Dante, meu amor!", fazendo o ar da casa congelar e o rosto dele se contorcer em fúria letal. Ela me confessou, radiante: "Ele mal pode acreditar que eu estou aqui. É o destino, eu te disse!". Eu sussurrei, horrorizada, "Ele vai te matar!". Ela riu, me empurrou para o lado e foi para a cozinha, com ares de dona da casa, cantarolando uma música pop, alheia à tempestade que estava por vir. Mais tarde, Dante a confrontou: "Quem te deu permissão para entrar aqui? Quem te deu permissão para me tocar?". Ele a empurrou para o chão e perguntou a mim, com um sorriso cruel: "Diga-me, o que eu faço com o lixo que entra na minha casa sem ser convidado?". Eu, a "figurante", fui ordenada a "levar o lixo para fora". No quarto, Yasmin me empurrou, me fazendo bater a cabeça. "Isso é para você aprender o seu lugar. Fique longe do Dante. Ele é meu!", ela sibilou. Então, ela invadiu a adega de Dante, pegou um vinho caríssimo e o exibiu nas redes sociais. No dia seguinte, Dante me disse, tocando meu curativo: "Ninguém machuca o que é meu". Eu, tola, respondi: "Eu não sou sua, senhor". Ele sorriu, possessivo. "Ainda não." Ele pediu para que Yasmin fosse levada ao "quarto de reflexão" e que um vinho caro fosse quebrado na frente dela. E me convidou para jantar, com a condição de que eu tirasse o curativo: "Eu quero ver a marca que ela deixou". Naquela noite, sob um céu estrelado, Yasmin tentou me envenenar, mas Dante a jogou na piscina. Ele me puxou para seu colo, a mão deslizando por minha perna, enquanto ele sussurrava: "Eu gosto quando você está com medo". Ele me beijou, um beijo de posse. No quarto dele, ele me tomou, marcando seu território. Eu era a mulher dele. Em uma viagem à Amazônia, Yasmin, que inexplicavelmente havia retornado, orquestrou um ataque. No meio da selva, homens mascarados invadiram nossa cabana, me agarrando. Dante quebrou a janela, e em um borrão de tiros e fúria, os homens caíram mortos. "Como você vai me pagar por salvar sua vida, Sofia?", ele perguntou. Ele lambeu uma gota de sangue do meu pescoço. "Isso é um bom começo", ele murmurou, e ali, no chão da cabana, ele me fez sua de novo. No rio, em meio a um tiroteio, Dante, sem hesitar, usou Yasmin como escudo, e uma bala atingiu a perna dela. Os homens do cartel a sequestraram. "Estamos com sua mulher", disseram a Dante. Ele respondeu: "Pode ficar com ela. Ela não vale um centavo para mim. Na verdade, se você a matar, eu te pago." Ele foi buscá-la. Dante me chamou de "minha mulher" na frente de Yasmin, esmagando suas últimas ilusões. De volta à mansão, ele se ajoelhou com um diamante em suas mãos. "Case-se comigo, Sofia. Seja a rainha do meu inferno." Eu, a "figurante", me tornei a rainha de seu inferno, em uma história torta, mas real.”
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