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Entre Vingança e Paz: Um Novo Fim

Capítulo 3 

Palavras: 1138    |    Lançado em: 08/07/2025

ha trocado minhas roupas molhadas por uma camisola simples e limpa. Meu corpo inteiro

ma bandeja com um prato de sopa. Seu rosto

i tão preocupada", ela disse, colocan

, eu disse,

"Mas você precisa entender. Pedro ficou muito magoado com o que você fe

raiva me dando u

aconteceu. Você e o Pedro

um risinh

é a louca ciumenta. Eu sou a noiva. Q

estrondo e uma mulher corpulenta e de rosto severo entrou no quarto. Era Dona Mar

voz era um trovão. "Você tentou arr

çou a me sacudir com força. Minha cabeça balançava para frente

ofia disse, mas não havia urgên

me jogou de

Se não fosse pelo Pedro, eu mesma a arras

e saiu do quarto batendo a porta. Fiquei

a, uma calma fria e calculista que era ainda mais assus

Sofia fez", ele disse, a voz suave

nas o encarei com to

isas não saíram como você esperava. Mas eu quero cons

se estivesse me oferecen

tou tudo por ciúmes. Depois disso, vou arranjar um bom casamento para você. Longe daq

me oferecia migalhas depois de tentar

pero, eu me agar

"Lembra de nós? Da nossa infância? Das promessas que fizemos? Eu

Mas seus olhos permaneceram frios como gelo. Ele agarro

isse, a voz dura. "E você

entir! Eu não vou pedir descu

dos os olhos se viraram para ela. Ela segurava um pequeno caco de vidro, que devia

lágrimas de crocodilo escorrendo pelo rosto, "eu não v

ação doentia. Pedro se levantou e

não faça isso. Ela

ma, apesar da dor, e

ofia. Para com

ra, ela se moveu de um jeito estranho. Ela não se cortou. Em vez disso

meçar a manchar minha camisola, um vermelho vivo se espalhando rapidamente

genuíno desta vez, ou talvez

tentou me ata

sangue. Por um instante, vi choque em seu rosto. Mas foi s

z disso, ele se ajoelhou, arrancou o caco de vidro da minha barriga com um puxão brutal

e ensanguentada do vidro

caía no chão, misturando-se com o meu sangue. Era um ato simbólico, uma humilhação final. Ele não estava ape

desafiar a mim ou à minha noiva", ele si

isa e de outros vizinhos que ti

acontecend

os um

e, com meu cabelo mutilado. Sofia, chorando nos braços de Pedro, que se

ia e depois tentou se m

outro. "Precisa ser expulsa d

a, e agora toda a vila estava contra mim. Eu es

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Entre Vingança e Paz: Um Novo Fim
Entre Vingança e Paz: Um Novo Fim
“A escuridão tomou conta de mim, seguida por um frio que entrava pelos ossos. Tentei gritar, mas a água suja e gelada encheu minha garganta. Eu me lembrava de tudo: uma noiva prometida, dedicada à família Silva, ao meu amor de infância, Pedro Henrique. Mas no altar, ele me abandonou por Sofia, uma influenciadora digital que sussurrava veneno em seu ouvido. A humilhação foi um soco no estômago, sufocante. Corri para ponte, querendo acabar com tudo, mas um estranho me segurou. Voltei para a única casa que conhecia e os encontrei, Pedro e Sofia, casados, se beijando na sala que eu havia limpado tantas vezes. A raiva me consumiu quando ninguém acreditou na minha verdade. Pedro, para se livrar de mim, me internou em uma clínica psiquiátrica. Lá, descobri que Sofia envenenava Dona Beatriz, mãe de Pedro, por causa da herança. Eu fugi, juntei provas e expus tudo, vendo o mundo de Pedro desabar. Não queria vingança, só paz. Eu o deixei e então... o acidente, o fim. Mas agora, eu estava viva, de volta ao meu quarto de solteira, mais jovem e sem marcas de sofrimento. Eu tinha voltado no tempo. O som de risadas vindo do andar de baixo, a voz de Sofia. Era o dia do noivado dela com Pedro, um evento que, na minha vida passada, aconteceria meses depois do meu abandono. Desci as escadas, tremendo. Lá estava ele, Pedro Henrique. Seu olhar, uma frieza que eu só conheci no fim. Sofia, ao lado dele, com um sorriso falso. "Maria Clara, querida. Que bom que desceu." Pedro me ordenou secamente: "Estamos ocupados, Maria Clara. Volte para o seu quarto." Eu estava confusa; na minha outra vida, ele ainda me tratava como amiga. "Pedro, o que está acontecendo?" Sofia me pintou como a louca ciumenta, a iludida. Não adiantava discutir, então forcei um sorriso. "Você tem razão, Sofia. Eu estava confusa. Desejo toda a felicidade. Vou pegar um copo de água na cozinha." Tentei sair, mas Pedro me segurou com força, seus olhos cheios de uma suspeita sombria. "O que você está tramando, Maria Clara? Essa sua calma não me engana. Você sempre foi uma cobra sorrateira." Eu congelei. Essas palavras, essa raiva... ele nunca tinha dito isso antes. Ele também se lembrava. Ele também havia voltado. "Não estou tramando nada, Pedro. Só quero que vocês sejam felizes." "Vou testar sua lealdade. Provar que você não passa de uma mentirosa." Ele me arrastou para o quintal, para o poço velho. "Você diz que só quer a nossa felicidade", ele disse. "Então prove. Pule." Eu olhei para ele, incrédula. "Você enlouqueceu?" Seu rosto se contorceu em um sorriso cruel. "Eu não enlouqueci. Eu me lembrei." E então, ele me empurrou. Não tive tempo de gritar. Senti o impacto brutal com a água gelada lá no fundo. A mesma água. O mesmo frio. O mesmo cheiro de morte. Enquanto eu afundava, a voz dele ecoou na minha cabeça. Eu me lembrei. Ele também tinha voltado. E ele me odiava.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10