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Entre Vingança e Paz: Um Novo Fim

Capítulo 4 

Palavras: 754    |    Lançado em: 08/07/2025

a primeira a agir. Seu rosto er

para mim com um dedo trêmulo. "Eu não quero essa criatura

jo. Sua rejeição foi como mais uma facada, solidifi

aram, suas vozes se unindo

risa tem

erigo para

ua! Que os cacho

a adrenalina pulsando, ignorei a dor lancinante na minha barriga e me levantei, camb

ras, mirando seu rosto, seus olhos. Eu queria arr

alcançá-lo, uma figura

ona B

dei por anos. Ela estava pálida e ofegante, mal se a

ou, a voz fraca, mas firme. "Não f

ágil. O impacto a fez perder o equilíbrio e cair para trás, batendo

mpo

caram em

, uma pequena poça de sangue come

grito de puro hor

a selvagem e correu para sua mãe, se ajo

A única pessoa que talvez, no fundo, se importasse comigo. Eu a mat

não encontraram os de Pedro, mas os meus. Seus lábios se move

. seja

hos perderam o b

rei das noites em que fiquei ao seu lado, lendo para ela, trocando seus lençóis, garantindo que ela tomasse os remédios. Os mesmos remédios que, eu ag

lágrimas, mas seus olhos não tinham tr

mãe", ele disse, cada pa

cados, e depois para mim. Uma nova calma

a voz estranhamente controlada. "

lo cortado e desigual, me ar

?", Sofia perguntou, uma pon

ela merece. Um dest

até chegar perto dos estábulos, onde um homem esperava na sombr

ivelmente claro. Ele não ia

me jogando aos pés do homem. "Como comb

s lábios. Seus olhos percorreram meu corpo

ro. Você é um h

assada, eu escapei por pouco desse destino. Agora, o pesadelo estava se tornando

-

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Entre Vingança e Paz: Um Novo Fim
Entre Vingança e Paz: Um Novo Fim
“A escuridão tomou conta de mim, seguida por um frio que entrava pelos ossos. Tentei gritar, mas a água suja e gelada encheu minha garganta. Eu me lembrava de tudo: uma noiva prometida, dedicada à família Silva, ao meu amor de infância, Pedro Henrique. Mas no altar, ele me abandonou por Sofia, uma influenciadora digital que sussurrava veneno em seu ouvido. A humilhação foi um soco no estômago, sufocante. Corri para ponte, querendo acabar com tudo, mas um estranho me segurou. Voltei para a única casa que conhecia e os encontrei, Pedro e Sofia, casados, se beijando na sala que eu havia limpado tantas vezes. A raiva me consumiu quando ninguém acreditou na minha verdade. Pedro, para se livrar de mim, me internou em uma clínica psiquiátrica. Lá, descobri que Sofia envenenava Dona Beatriz, mãe de Pedro, por causa da herança. Eu fugi, juntei provas e expus tudo, vendo o mundo de Pedro desabar. Não queria vingança, só paz. Eu o deixei e então... o acidente, o fim. Mas agora, eu estava viva, de volta ao meu quarto de solteira, mais jovem e sem marcas de sofrimento. Eu tinha voltado no tempo. O som de risadas vindo do andar de baixo, a voz de Sofia. Era o dia do noivado dela com Pedro, um evento que, na minha vida passada, aconteceria meses depois do meu abandono. Desci as escadas, tremendo. Lá estava ele, Pedro Henrique. Seu olhar, uma frieza que eu só conheci no fim. Sofia, ao lado dele, com um sorriso falso. "Maria Clara, querida. Que bom que desceu." Pedro me ordenou secamente: "Estamos ocupados, Maria Clara. Volte para o seu quarto." Eu estava confusa; na minha outra vida, ele ainda me tratava como amiga. "Pedro, o que está acontecendo?" Sofia me pintou como a louca ciumenta, a iludida. Não adiantava discutir, então forcei um sorriso. "Você tem razão, Sofia. Eu estava confusa. Desejo toda a felicidade. Vou pegar um copo de água na cozinha." Tentei sair, mas Pedro me segurou com força, seus olhos cheios de uma suspeita sombria. "O que você está tramando, Maria Clara? Essa sua calma não me engana. Você sempre foi uma cobra sorrateira." Eu congelei. Essas palavras, essa raiva... ele nunca tinha dito isso antes. Ele também se lembrava. Ele também havia voltado. "Não estou tramando nada, Pedro. Só quero que vocês sejam felizes." "Vou testar sua lealdade. Provar que você não passa de uma mentirosa." Ele me arrastou para o quintal, para o poço velho. "Você diz que só quer a nossa felicidade", ele disse. "Então prove. Pule." Eu olhei para ele, incrédula. "Você enlouqueceu?" Seu rosto se contorceu em um sorriso cruel. "Eu não enlouqueci. Eu me lembrei." E então, ele me empurrou. Não tive tempo de gritar. Senti o impacto brutal com a água gelada lá no fundo. A mesma água. O mesmo frio. O mesmo cheiro de morte. Enquanto eu afundava, a voz dele ecoou na minha cabeça. Eu me lembrei. Ele também tinha voltado. E ele me odiava.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10