icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon
Libertada Para Amar Novamente

Libertada Para Amar Novamente

Autor: Qin Wei
icon

Introdução 

Palavras: 298    |    Lançado em: 08/07/2025

ta ao fatídico Dia In

ou ao meu lado: "Duda, meu amor, empresta aq

ia entregue tudo. Acreditei quando ela disse ter g

me. Meus pais, um engenheiro e uma professor

om a popularidade comprada, me isolou.

ior sonho, ela me empurrou da

a. Pedro e os outros a defen

e empurrou para a rua. Um c

i foi o sorriso vito

ressão de falsa inocência, um calafrio percorreu

stiu, estendendo a mão para pegar meu celular. Seus olhos tinh

lar com força, o

e firme, cortando

ngelou, a

qu

amente nos olhos dela. "Não vou te emp

lou. A confusão deu

Eduarda. Eu era a que voltou da morte, e eles

Reclame seu bônus no App

Abrir
Libertada Para Amar Novamente
Libertada Para Amar Novamente
“Aqui estou eu, de volta ao fatídico Dia Internacional da Mulher. A voz melíflua de Beatriz, nossa bolsista, soou ao meu lado: "Duda, meu amor, empresta aqui rapidinho seu celular e seus documentos?" Na minha vida passada, a ingênua Maria Eduarda teria entregue tudo. Acreditei quando ela disse ter ganhado na loteria e que queria compartilhar a sorte. O resultado? Uma dívida milionária em meu nome. Meus pais, um engenheiro e uma professora, levaram meses tentando entender e resolver. Mas o pesadelo não parou aí. Beatriz, com a popularidade comprada, me isolou. Pedro, meu namorado, ficou do lado dela. Na competição de dança, meu maior sonho, ela me empurrou da escada. Quebrei as duas pernas. Mesmo assim, fui confrontá-la. Pedro e os outros a defenderam, me acusando de inveja. No meio da discussão, ela me empurrou para a rua. Um caminhão me atingiu em cheio. A última coisa que vi foi o sorriso vitorioso no rosto dela. Agora, vendo aquele mesmo rosto, com a mesma expressão de falsa inocência, um calafrio percorreu minha espinha, mas não era de medo. Era de ódio. "Duda? Você está bem? Ficou pálida de repente," Beatriz insistiu, estendendo a mão para pegar meu celular. Seus olhos tinham um brilho de ganância que antes eu era cega demais para ver. Segurei meu celular com força, os dedos brancos. "Não." Minha voz saiu fria e firme, cortando o barulho da festa. Beatriz congelou, a mão no ar. "O quê?" "Eu disse não," repeti, olhando diretamente nos olhos dela. "Não vou te emprestar meu celular nem meus documentos." O sorriso dela vacilou. A confusão deu lugar à irritação. Mas desta vez, eu não era mais a mesma Maria Eduarda. Eu era a que voltou da morte, e eles iriam pagar por cada segundo do meu inferno.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10