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Libertada Para Amar Novamente

Capítulo 1 

Palavras: 670    |    Lançado em: 08/07/2025

a aqui rapidinho seu cel

a v

eatriz, a bolsista da nos

erfume caro encheu minhas narinas. Ao meu redor, meus colegas de turma riam e co

ava de

tinha volta

, usando minhas informações, fez um empréstimo fraudulento em m

u início ao

ditei nela. Acreditei que ela, a pobre coitada, tinha ga

da milionária que meus pais, um engenheiro e uma prof

adelo não

rou usando meu nome, me isolou. Pedr

meu grande sonho, Beatri

inhas dua

todos os outros a defenderam, me acusando de ser invejos

na frente de todos, el

o me ating

i foi o sorriso vito

expressão de falsa inocência, um calafrio p

de ó

ndendo a mão para pegar meu celular que estava na mesinha ao lado. Seus

com força, meus de

ia e firme, cortand

mão ainda no ar. E

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amente nos olhos dela. "Não vou te emp

segundo. A confusão deu lugar à irri

i minha carteira em casa na pressa. Você sabe como

A mesma que ela u

esponder, uma mão agar

a, o que você

melhor, meu ex-namorado a

ção, como se eu fosse uma c

você tem que ser tão egoísta? Todo mu

elular da minha mão par

isa para agradá-lo, para ver aquele sorriso que eu achava tão lindo. Eu era uma idiota, uma completa

mava o status e o dinhe

opularidade e uma imagem de "herói" que a defend

a que voltou da morte. E eu não

eles era tão intenso que

me deu uma força que

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Libertada Para Amar Novamente
Libertada Para Amar Novamente
“Aqui estou eu, de volta ao fatídico Dia Internacional da Mulher. A voz melíflua de Beatriz, nossa bolsista, soou ao meu lado: "Duda, meu amor, empresta aqui rapidinho seu celular e seus documentos?" Na minha vida passada, a ingênua Maria Eduarda teria entregue tudo. Acreditei quando ela disse ter ganhado na loteria e que queria compartilhar a sorte. O resultado? Uma dívida milionária em meu nome. Meus pais, um engenheiro e uma professora, levaram meses tentando entender e resolver. Mas o pesadelo não parou aí. Beatriz, com a popularidade comprada, me isolou. Pedro, meu namorado, ficou do lado dela. Na competição de dança, meu maior sonho, ela me empurrou da escada. Quebrei as duas pernas. Mesmo assim, fui confrontá-la. Pedro e os outros a defenderam, me acusando de inveja. No meio da discussão, ela me empurrou para a rua. Um caminhão me atingiu em cheio. A última coisa que vi foi o sorriso vitorioso no rosto dela. Agora, vendo aquele mesmo rosto, com a mesma expressão de falsa inocência, um calafrio percorreu minha espinha, mas não era de medo. Era de ódio. "Duda? Você está bem? Ficou pálida de repente," Beatriz insistiu, estendendo a mão para pegar meu celular. Seus olhos tinham um brilho de ganância que antes eu era cega demais para ver. Segurei meu celular com força, os dedos brancos. "Não." Minha voz saiu fria e firme, cortando o barulho da festa. Beatriz congelou, a mão no ar. "O quê?" "Eu disse não," repeti, olhando diretamente nos olhos dela. "Não vou te emprestar meu celular nem meus documentos." O sorriso dela vacilou. A confusão deu lugar à irritação. Mas desta vez, eu não era mais a mesma Maria Eduarda. Eu era a que voltou da morte, e eles iriam pagar por cada segundo do meu inferno.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10