icon 0
icon Loja
rightIcon
icon Histórico
rightIcon
icon Sair
rightIcon
icon Baixar App
rightIcon

Libertada Para Amar Novamente

Capítulo 2 

Palavras: 770    |    Lançado em: 08/07/2025

nha morte era n

um trote. Mas não era. Beatriz tinha usado meus documentos, que eu emprestei ingenuamente, para abrir contas e pegar empréstimos e

que poderiam resolver, embora levasse tempo e custasse caro. O que eles não entenderam de imediato foi a

stava com inveja dela, que eu, a menina rica, não suportava ver uma bolsista fazendo suces

minha paixão. Eu estava na final. Beatriz também. Nos bast

asceu com tudo, e mesmo assim, não dá valor. Eu,

rriso frio, ela me

s alto que já ouvi. A dor era insuportável. Minh

epois, eu a confrontei no pátio da f

so! Você está passando vergonha! A Bia ganhou a competição por

osso redor, me olhando com desprezo

vejo

nstr

a Bia

a nos braços de outra colega, pare

e aproximou de mim. Sussur

ter morrido

deira de rodas com força. Eu estava na beira

foi a última coisa que ouvi.

ag

o vindo em minha direção, um

resente com

entando arrancar meu

AF

a força que eu consegui reunir. O som do tapa e

am para nós

à bochecha vermelha, os olhos

. você m

s uma vez" , falei, a voz tremendo de raiva. Pux

or água abaixo, mudou de tática. Seus olho

de dor. "Eu só queria fazer uma surpresa pra turma... usar um pouco do prêmio que eu ganhe

outros, que agora m

ei tudo. A Duda está certa. Eu não devia

eita. Em segundos, eu

dinha d

da, que des

queria se

as vieram para o lado de Beatriz, a consolando.

arda?" disse uma garota chamada C

que não seja você no centro da

cutucando. Não era agressivo, ainda, mas er

cercada por lobos v

como da ú

não estava com med

Reclame seu bônus no App

Abrir
Libertada Para Amar Novamente
Libertada Para Amar Novamente
“Aqui estou eu, de volta ao fatídico Dia Internacional da Mulher. A voz melíflua de Beatriz, nossa bolsista, soou ao meu lado: "Duda, meu amor, empresta aqui rapidinho seu celular e seus documentos?" Na minha vida passada, a ingênua Maria Eduarda teria entregue tudo. Acreditei quando ela disse ter ganhado na loteria e que queria compartilhar a sorte. O resultado? Uma dívida milionária em meu nome. Meus pais, um engenheiro e uma professora, levaram meses tentando entender e resolver. Mas o pesadelo não parou aí. Beatriz, com a popularidade comprada, me isolou. Pedro, meu namorado, ficou do lado dela. Na competição de dança, meu maior sonho, ela me empurrou da escada. Quebrei as duas pernas. Mesmo assim, fui confrontá-la. Pedro e os outros a defenderam, me acusando de inveja. No meio da discussão, ela me empurrou para a rua. Um caminhão me atingiu em cheio. A última coisa que vi foi o sorriso vitorioso no rosto dela. Agora, vendo aquele mesmo rosto, com a mesma expressão de falsa inocência, um calafrio percorreu minha espinha, mas não era de medo. Era de ódio. "Duda? Você está bem? Ficou pálida de repente," Beatriz insistiu, estendendo a mão para pegar meu celular. Seus olhos tinham um brilho de ganância que antes eu era cega demais para ver. Segurei meu celular com força, os dedos brancos. "Não." Minha voz saiu fria e firme, cortando o barulho da festa. Beatriz congelou, a mão no ar. "O quê?" "Eu disse não," repeti, olhando diretamente nos olhos dela. "Não vou te emprestar meu celular nem meus documentos." O sorriso dela vacilou. A confusão deu lugar à irritação. Mas desta vez, eu não era mais a mesma Maria Eduarda. Eu era a que voltou da morte, e eles iriam pagar por cada segundo do meu inferno.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10