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Libertada Para Amar Novamente

Capítulo 3 

Palavras: 574    |    Lançado em: 08/07/2025

a agora!" Carla gritou, o

z que eu mal conhecia me empurrou pelo ombro. "Só

quinha" , alguém sussurrou no fundo,

usações. Eles queriam que eu me humilhasse. Queriam que eu pedi

quase incontrolável

ão do rapaz

da" , declarei, minha voz soando ma

se aproximou novamente, mas desta vez co

igar. Só empresta pra ela. Depois a g

eco e sem humor. "Eu não faç

, como se estivesse carregando

que a Duda se sinta pressionada." Ela se virou para mim com

tinua sendo não" , f

m clique definitivo. Dei as costas para eles

li para ser o ent

ocê vai?" P

di. Contin

as memórias... tudo estava vindo à tona. Me apoiei e

ando p

teira de

, foi assim que ela conseguiu. Eu, na minha estupidez, deixei min

u estava sentada antes.

a garganta. Não. Não de novo. Eu n

rocurar fre

a voz de Carla soou, cheia de s

upo

se reduzido a encontrar aque

tão

fada do sofá e a estrutura d

o como se fosse a coisa mais valios

m zíper da minha bolsa e passe

obre mim, mas eu não me importava. E

ge, vacilou. Ela esperava que eu fosse embora s

. Ela viu que algo em mim havia mudado.

eu sabia. E essa era

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Libertada Para Amar Novamente
“Aqui estou eu, de volta ao fatídico Dia Internacional da Mulher. A voz melíflua de Beatriz, nossa bolsista, soou ao meu lado: "Duda, meu amor, empresta aqui rapidinho seu celular e seus documentos?" Na minha vida passada, a ingênua Maria Eduarda teria entregue tudo. Acreditei quando ela disse ter ganhado na loteria e que queria compartilhar a sorte. O resultado? Uma dívida milionária em meu nome. Meus pais, um engenheiro e uma professora, levaram meses tentando entender e resolver. Mas o pesadelo não parou aí. Beatriz, com a popularidade comprada, me isolou. Pedro, meu namorado, ficou do lado dela. Na competição de dança, meu maior sonho, ela me empurrou da escada. Quebrei as duas pernas. Mesmo assim, fui confrontá-la. Pedro e os outros a defenderam, me acusando de inveja. No meio da discussão, ela me empurrou para a rua. Um caminhão me atingiu em cheio. A última coisa que vi foi o sorriso vitorioso no rosto dela. Agora, vendo aquele mesmo rosto, com a mesma expressão de falsa inocência, um calafrio percorreu minha espinha, mas não era de medo. Era de ódio. "Duda? Você está bem? Ficou pálida de repente," Beatriz insistiu, estendendo a mão para pegar meu celular. Seus olhos tinham um brilho de ganância que antes eu era cega demais para ver. Segurei meu celular com força, os dedos brancos. "Não." Minha voz saiu fria e firme, cortando o barulho da festa. Beatriz congelou, a mão no ar. "O quê?" "Eu disse não," repeti, olhando diretamente nos olhos dela. "Não vou te emprestar meu celular nem meus documentos." O sorriso dela vacilou. A confusão deu lugar à irritação. Mas desta vez, eu não era mais a mesma Maria Eduarda. Eu era a que voltou da morte, e eles iriam pagar por cada segundo do meu inferno.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10