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Traída, Vingada, Amada Novamente

Capítulo 1 

Palavras: 832    |    Lançado em: 08/07/2025

preta, e a voz de Pedro Almeida, meu che

, você está

fazendo e se viraram para me olhar. Seus rostos mostravam uma mistura de choque, pena e até u

nsegui gaguejar, minh

e decepção calculada. Ele era meu mentor, o homem que

dos, e pior, tentou sabotar o trabalho de sua colega, So

de pé ao lado de Pedro, com lágrimas nos olhos.

orça. "Esse projeto era meu! Sofia roubou minhas

a so

á dizendo isso. Eu te considerava

as vezes que a ajudei, que compartilhei meus conce

, o amigo com quem eu almoçava todos os dias. Eu p

u trabalhando nesse projeto po

o o chão. Ele parecia desconfo

ro me meter. Pedro

viu tudo, mas escolheu o silêncio para se proteger. Naquele momento, eu estava

ara os seguranças, q

a para fora. E certifiquem-se de que el

iminosa, carregando apenas minha bolsa. Meus pertences pessoais, minh

corriam pelo meu rosto. A dor da traição era física, uma pontada aguda no meu peito. Eu me sentia vaz

mãos trêmulas e disquei o úni

ai

es soou preocupada d

e aconteceu

ram, pai. Eles

udo a ele entre soluços. Ele me ouviu em silêncio, s

e buscar. Me dig

sa, um lugar que eu chamei de segunda casa, e senti um frio que não vinha da chuva. A in

ada e tremendo, eu fiz u

fiava demais e se diminuía para caber

e levantei. Ele saiu, me envolveu em um abraço fo

tinha tentado construir minha própria carreira, longe do império da moda da minha família, para pr

a vez naquele dia. "Lembra daquela proposta..

ontra essa ideia, um resquício de antigas a

deles, Gabriel Santos

acei

sentiu, seu rosto mostrando uma

filha. Vamo

. eles pensaram que tinham me quebrado. Mal sabiam eles que apenas me libertar

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Traída, Vingada, Amada Novamente
Traída, Vingada, Amada Novamente
“Minha tela ficou preta, e a voz fria de Pedro Almeida ecoou pelo escritório: "Luna Silva, você está demitida." Em choque, gaguejei: "O quê? Por quê?". Ele me acusava de falhar no projeto Vanguarda e, pior, de tentar sabotar Sofia, minha colega. Sofia, de choramingos infantis a sorrisos maliciosos, a cada palavra, me apunhalava. João, meu colega de baia e suposto amigo, desviou o olhar quando lhe pedi que falasse a verdade, esmagando o último resquício de apoio. Fui escoltada para fora como uma criminosa, humilhada sob a chuva. A dor da traição era física, uma pontada aguda no peito. Senti-me vazia, destruída, todo meu esforço em vão. A ingenuidade que eu carregava morreu naquela tarde chuvosa. Voltei ao escritório para pegar minhas coisas, apenas para encontrar Pedro, Sofia e João brindando e zombando da minha queda. A satisfação em seus rostos, a celebração da minha ruína, era um soco no estômago. Sofia já estava construindo a narrativa da "amiga leal e solidária", manipulando a todos a seu favor. Depois, veio o incidente do meu design "Íris", uma homenagem à minha mãe. Eles invadiram minha casa, e Pedro, com um sorriso cruel, ordenou que João jogasse o disco rígido na lareira. Vi minha criação, a memória da minha mãe, ser destruída em chamas. A traição não foi um ato isolado, mas um veneno lento que me derrubou. Eu não entendia: o que fiz para merecer tal deslealdade? Por que, sendo eu a verdadeira idealizadora e criadora, fui descartada em favor de uma mentira e de manipulações tão sórdidas? Naquele momento, olhando para o fogo, jurei que não seria mais a vítima. Aceitei o casamento arranjado, e ao lado de Gabriel Santos, na nossa festa de casamento, revelei publicamente a verdade, com provas irrefutáveis e o poder da minha família. Eles me subestimaram; agora, enfrentariam as consequências.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10