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Traída, Vingada, Amada Novamente

Capítulo 2 

Palavras: 781    |    Lançado em: 08/07/2025

Pedro insistiu que fosse fora do horário de expediente, para "e

ei pelos corredores vazios, meus passos ecoando no chão polido. Era estranho

er maneira lá dentro: canecas, porta-retratos, alguns livros de design. No topo de tudo, estava um prêmi

ele disse naquele dia, sua mão no meu

rga. Eu o joguei de volta na caixa com um baque surdo. Não queria mais

avia esquecido nada, encontrei um pequeno pendrive. Era um p

do mundo," ele havia dito, me entreg

mento. Um símbolo de uma amizade que s

no final do corredor. A porta de vidro estava entreaberta, e a luz l

Estavam sentados ao redor da grande mesa, garrafas de cerv

defendê-la," disse Sofia, sua voz cheia de desdém. El

, um sorris

s você sabe como é

tapinha nas c

to. Lealdade é tudo. E a de L

. Eles não estavam apenas felizes por eu ter ido embora; eles estavam zomband

e caminhei em direção ao elevador, o mais rápido que pude. Eu n

saiu de outra sala. Ela parecia ser uma nova estagiária. El

cê deve ser a Luna. Ouvi fala

or um segundo, meu corpo tenso. Por um mom

rtar a mão dela. "Eu...

"Sofia me disse que você era incrível, mas que decidiu buscar o

o sua narrativa, pintando a si mesma como a amiga leal e

e as portas se abri

ntão," disse Clar

fecharam, cortando a imagem daquela garota ingênua. Eu me enco

a, um design do qual eu me orgulhava muito. Agora, olhar para ele me causava náusea. Era o símbolo da minha maior conquista profissional e, agora, da minha maio

rédio sem olhar para trás, deixando para sempre o lu

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Traída, Vingada, Amada Novamente
Traída, Vingada, Amada Novamente
“Minha tela ficou preta, e a voz fria de Pedro Almeida ecoou pelo escritório: "Luna Silva, você está demitida." Em choque, gaguejei: "O quê? Por quê?". Ele me acusava de falhar no projeto Vanguarda e, pior, de tentar sabotar Sofia, minha colega. Sofia, de choramingos infantis a sorrisos maliciosos, a cada palavra, me apunhalava. João, meu colega de baia e suposto amigo, desviou o olhar quando lhe pedi que falasse a verdade, esmagando o último resquício de apoio. Fui escoltada para fora como uma criminosa, humilhada sob a chuva. A dor da traição era física, uma pontada aguda no peito. Senti-me vazia, destruída, todo meu esforço em vão. A ingenuidade que eu carregava morreu naquela tarde chuvosa. Voltei ao escritório para pegar minhas coisas, apenas para encontrar Pedro, Sofia e João brindando e zombando da minha queda. A satisfação em seus rostos, a celebração da minha ruína, era um soco no estômago. Sofia já estava construindo a narrativa da "amiga leal e solidária", manipulando a todos a seu favor. Depois, veio o incidente do meu design "Íris", uma homenagem à minha mãe. Eles invadiram minha casa, e Pedro, com um sorriso cruel, ordenou que João jogasse o disco rígido na lareira. Vi minha criação, a memória da minha mãe, ser destruída em chamas. A traição não foi um ato isolado, mas um veneno lento que me derrubou. Eu não entendia: o que fiz para merecer tal deslealdade? Por que, sendo eu a verdadeira idealizadora e criadora, fui descartada em favor de uma mentira e de manipulações tão sórdidas? Naquele momento, olhando para o fogo, jurei que não seria mais a vítima. Aceitei o casamento arranjado, e ao lado de Gabriel Santos, na nossa festa de casamento, revelei publicamente a verdade, com provas irrefutáveis e o poder da minha família. Eles me subestimaram; agora, enfrentariam as consequências.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10