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Traída, Vingada, Amada Novamente

Capítulo 3 

Palavras: 744    |    Lançado em: 08/07/2025

que levaram à minha demissão. As memórias voltavam em flashes, cada uma mais dolorosa que a outra.

anguarda. Eu estava trabalhando até tarde, finalizando a apresentação para o cliente mais

a voz cheia de uma falsa preocupação. "Dei

as estava rea

Só tome cuidado, os arquiv

so

e de

apresentação estava corrompida. Faltavam slides inteiros, imag

ro, represen

nteceu? Eu juro que salvei tud

dela, que ela devia ter estragado tudo. Pedr

cidentes acontecem. Você s

irou para mim, s

Você deveria ter verificado o trab

icar, mas parecia que eu estava cul

arque. Estávamos todos relaxados, jogando conversa fora.

a! A água e

ela tropeçou e caiu, torcendo o tornozelo. Imediatamente,

etamente para mim. Ele nem perguntou o que h

eçou sozinha!", eu me defe

para mim com os olho

ez ela tenha me empurrado sem querer," ela diss

eu tom incrédulo e acusatório.

mendo de frustração. "A grama é macia aqui, com

fia, que gemia de dor. Pedro me lançou um olhar de profunda

me olhando de lado. Eu me sentia como uma vilã em uma p

rda era para uma empresa de cosméticos de luxo, e a íris era central para a iden

na minha sala com u

xe para você, Luna!

no gesto dela me deixou desconfortável. Toda vez que eu o

pela mesa de Sofia. As mesmas íris roxas estavam lá, em um vaso novo e

s pétalas roxas manchadas de vermelho. Eu via o rosto choroso de Sofia se transformando em u

i um único ato. Foi um veneno lento, administrado em pequenas doses ao longo do tempo, até

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Traída, Vingada, Amada Novamente
Traída, Vingada, Amada Novamente
“Minha tela ficou preta, e a voz fria de Pedro Almeida ecoou pelo escritório: "Luna Silva, você está demitida." Em choque, gaguejei: "O quê? Por quê?". Ele me acusava de falhar no projeto Vanguarda e, pior, de tentar sabotar Sofia, minha colega. Sofia, de choramingos infantis a sorrisos maliciosos, a cada palavra, me apunhalava. João, meu colega de baia e suposto amigo, desviou o olhar quando lhe pedi que falasse a verdade, esmagando o último resquício de apoio. Fui escoltada para fora como uma criminosa, humilhada sob a chuva. A dor da traição era física, uma pontada aguda no peito. Senti-me vazia, destruída, todo meu esforço em vão. A ingenuidade que eu carregava morreu naquela tarde chuvosa. Voltei ao escritório para pegar minhas coisas, apenas para encontrar Pedro, Sofia e João brindando e zombando da minha queda. A satisfação em seus rostos, a celebração da minha ruína, era um soco no estômago. Sofia já estava construindo a narrativa da "amiga leal e solidária", manipulando a todos a seu favor. Depois, veio o incidente do meu design "Íris", uma homenagem à minha mãe. Eles invadiram minha casa, e Pedro, com um sorriso cruel, ordenou que João jogasse o disco rígido na lareira. Vi minha criação, a memória da minha mãe, ser destruída em chamas. A traição não foi um ato isolado, mas um veneno lento que me derrubou. Eu não entendia: o que fiz para merecer tal deslealdade? Por que, sendo eu a verdadeira idealizadora e criadora, fui descartada em favor de uma mentira e de manipulações tão sórdidas? Naquele momento, olhando para o fogo, jurei que não seria mais a vítima. Aceitei o casamento arranjado, e ao lado de Gabriel Santos, na nossa festa de casamento, revelei publicamente a verdade, com provas irrefutáveis e o poder da minha família. Eles me subestimaram; agora, enfrentariam as consequências.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10