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Traída, Vingada, Amada Novamente

Capítulo 4 

Palavras: 657    |    Lançado em: 08/07/2025

minha mente como um filme em looping.

nteiro tremendo, mas minha cabeça erguida. Eu não ia ch

voz estável. "Você me conhece. Você sabe do meu tr

istência fosse um grande fardo para ele. Ele não olhou nos

tou um trabalho impecável, e o seu... bem, o seu esta

nipulados! Ela rou

, deu um passo para trás, como

apenas deixá-la ir. Ela

stava quieto em um ca

isas. Apenas aceite e vá embora

ia na voz d

tira e você me pede para ficar quieta? E você? Onde você estava quando

olheu o

chefe. Além disso, Sofia se machucou, e você voltou sem nenhum arranhão daqu

eixou tonta. Ele estava usando a própria

Pedro. Ele era a autoridade

inha voz baixa e int

olhos, que antes me olhavam com orgulho e

i noites e fins de semana. Eu te dei tudo. Me diga, olhando nos

pa? Dúvida? Durou apenas um segundo. Então,

sua altura se i

demais. Talvez a pressão a tenha levado a cometer erros. Sofia, por out

colocou a mão em seu omb

e, Sofia. Vamos

cal. Ele a escolheu. Ele a pr

miração que eu tinha por ele se transformaram em cinzas. Ele não era um mentor. Ele era um manipulador que

urrei, mais para mim

s me tocassem. Cada passo era pesado, como se eu estivesse andando na á

mpresa. O fim da minha admiração por Pedro. O fim d

udo. E o começ

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Traída, Vingada, Amada Novamente
Traída, Vingada, Amada Novamente
“Minha tela ficou preta, e a voz fria de Pedro Almeida ecoou pelo escritório: "Luna Silva, você está demitida." Em choque, gaguejei: "O quê? Por quê?". Ele me acusava de falhar no projeto Vanguarda e, pior, de tentar sabotar Sofia, minha colega. Sofia, de choramingos infantis a sorrisos maliciosos, a cada palavra, me apunhalava. João, meu colega de baia e suposto amigo, desviou o olhar quando lhe pedi que falasse a verdade, esmagando o último resquício de apoio. Fui escoltada para fora como uma criminosa, humilhada sob a chuva. A dor da traição era física, uma pontada aguda no peito. Senti-me vazia, destruída, todo meu esforço em vão. A ingenuidade que eu carregava morreu naquela tarde chuvosa. Voltei ao escritório para pegar minhas coisas, apenas para encontrar Pedro, Sofia e João brindando e zombando da minha queda. A satisfação em seus rostos, a celebração da minha ruína, era um soco no estômago. Sofia já estava construindo a narrativa da "amiga leal e solidária", manipulando a todos a seu favor. Depois, veio o incidente do meu design "Íris", uma homenagem à minha mãe. Eles invadiram minha casa, e Pedro, com um sorriso cruel, ordenou que João jogasse o disco rígido na lareira. Vi minha criação, a memória da minha mãe, ser destruída em chamas. A traição não foi um ato isolado, mas um veneno lento que me derrubou. Eu não entendia: o que fiz para merecer tal deslealdade? Por que, sendo eu a verdadeira idealizadora e criadora, fui descartada em favor de uma mentira e de manipulações tão sórdidas? Naquele momento, olhando para o fogo, jurei que não seria mais a vítima. Aceitei o casamento arranjado, e ao lado de Gabriel Santos, na nossa festa de casamento, revelei publicamente a verdade, com provas irrefutáveis e o poder da minha família. Eles me subestimaram; agora, enfrentariam as consequências.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10