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A Mulher que Voltou para Vencer

Capítulo 3 

Palavras: 769    |    Lançado em: 08/07/2025

om uma confiança que beirava a arrogância, falando sobre o "seu" projeto de IA preditiva co

ens grisalhos em ternos caros, balançavam a cabeça em aprovação.

e seu olhar encontrou o meu na pla

ou e sussurrou algo para os organizadores, que imediatamente anunciaram que Clara e

os acreditavam que ela era a vence

stava pálida. "Eles

me, embora meu coração estivesse batendo

da sala de reuniões. Ele não re

. "Mas não se preocupe. Depois que fecharmos o acordo, eu ainda posso te oferecer aqu

continuo

ervei ir, sem d

A multidão começou a se dispersa

organizadores do evento se ap

de investidores gostaria de

Eu me levantei, ajeitei meu

a longa mesa de mogno. Do outro, cinco dos investidores mais importantes do país, lide

ficou tenso. Clara me

os aqui porque há um problema. O projeto que a senhorita submeteu

stampada no rosto. "Idêntico? Isso é um absu

exatamente o que eu es

eu disse, minha voz ressoando na sala silenciosa

lhando nisso por meses, noite após noite! Em contrapartida," ele se virou para mim, a voz cheia de d

é a verdadeira mente por trás disso. Luana é inteligente, admito, mas para t

adainha da minha vida passada. Mas desta vez, nã

mente para o

irme e clara. "Eu tenho uma proposta. Existe um

os se voltar

uma hora para resolvê-lo, aqui, na frente de todos vocês. O código não mente. A verdadeira criadora

a frase

ficou visivelmente nervosa, seus ol

fé inabalável em Clar

ara. "Será um prazer ver Luana ser humilhada publicamente e

momento, seus olhos experientes avali

é justa. Que

o. A verdade estava p

-

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A Mulher que Voltou para Vencer
A Mulher que Voltou para Vencer
“Na cama fria do hospital, eu sentia a vida escorrer. Meu marido, João, não tinha olhos de luto, mas de impaciência, segurando os papéis do divórcio. "Luana, assine" , ele disse, a voz vazia. Olhei para Clara, sua 'irmã de consideração', a CEO de sucesso na porta, e para meu filho, Pedro, que declarou: "Mãe, você deveria se contentar em ser uma figura secundária. Apenas assine." Meu coração, já frágil, se despedaçou com a traição descarada. Com a última força, assinei, o choro me sufocando não pela vida que se ia, mas pelo amor jogado fora. A escuridão me engoliu, até que, de repente, abri os olhos novamente. Eu estava sentada no sofá da casa dos meus pais, jovem e saudável, enquanto João se ajoelhava com uma caixa de veludo, pronto para me pedir em casamento. Era o dia do pedido, mas a memória da traição, da dor, da morte, era vívida, real. Vi a mesma ambição em seus olhos, mas agora ele olhava para Clara, que sorria sutilmente à porta. Meu pai, o Sr. Silva, impôs uma condição: "Se você quer se casar com ela, prometa que nunca a deixará e nunca se envolverá com outra pessoa." Para meu horror, João se levantou abruptamente, ignorou meu pai e se ajoelhou diante de Clara. "Senhor Silva" , ele declarou, com uma convicção insana: "Eu quero me casar com Clara. Luana pode ser uma sócia minoritária." Percebi que não era a única a renascer; ele também, tentando "corrigir" o que via como um erro. A humilhação era insuportável. Mas a dor se misturava a uma terrível suspeita. Fui à casa de Clara, ouvi sua assistente elogiá-la por se "livrar da Luana e da mãe dela" . Então, Clara, com arrogância cruel, confessou: "Aquele velho e a filha dele são uns tolos. Assim como a mãe dela era. Um pequeno susto e o coração fraco dela não aguentou. Foi mais fácil do que eu pensava." Meu sangue gelou; a morte da minha mãe não foi ataque cardíaco. Foi Clara. A raiva me consumiu. Eu não seria a tola novamente. "Eu renasci, e desta vez, eu não seria a tola."”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10