Rock La porte
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Livros e Histórias de Rock La porte
A Esposa Moribunda e a Farsa
Lobisomem Larissa estava morrendo. Diagnosticada com uma doença rara, ela tinha apenas 59 dias de vida restantes.
No entanto, sua família - marido, pais e até o filho pequeno - não acreditava nela. Enganados por sua prima, Silvana, que fingia uma depressão profunda, todos a acusavam de ser egoísta e dramática.
Sob imensa pressão, Larissa foi forçada a transferir o controle de sua empresa, sua casa e todos os seus bens para Silvana.
Seu marido, Tomás, exigiu o divórcio para poder se dedicar integralmente à "recuperação" da prima.
A facada final veio de seu próprio filho, que gritou, feliz:
"A mamãe vai embora! Agora você pode ser minha mamãe, tia Silvana!"
Humilhada e com o coração partido, Larissa morreu sozinha, mas não sem antes deixar um último presente para sua amiga e advogada.
Foi só após sua morte, quando a família descobriu as mensagens cruéis de Silvana comemorando sua vitória, que a verdade veio à tona. Consumido por uma culpa avassaladora e um ódio que ele nunca sentiu, Tomás jurou vingança. A caçada havia apenas começado. A Mulher que Voltou para Vencer
Bilionários Na cama fria do hospital, eu sentia a vida escorrer.
Meu marido, João, não tinha olhos de luto, mas de impaciência, segurando os papéis do divórcio.
"Luana, assine" , ele disse, a voz vazia.
Olhei para Clara, sua 'irmã de consideração', a CEO de sucesso na porta, e para meu filho, Pedro, que declarou: "Mãe, você deveria se contentar em ser uma figura secundária. Apenas assine."
Meu coração, já frágil, se despedaçou com a traição descarada.
Com a última força, assinei, o choro me sufocando não pela vida que se ia, mas pelo amor jogado fora.
A escuridão me engoliu, até que, de repente, abri os olhos novamente.
Eu estava sentada no sofá da casa dos meus pais, jovem e saudável, enquanto João se ajoelhava com uma caixa de veludo, pronto para me pedir em casamento.
Era o dia do pedido, mas a memória da traição, da dor, da morte, era vívida, real.
Vi a mesma ambição em seus olhos, mas agora ele olhava para Clara, que sorria sutilmente à porta.
Meu pai, o Sr. Silva, impôs uma condição: "Se você quer se casar com ela, prometa que nunca a deixará e nunca se envolverá com outra pessoa."
Para meu horror, João se levantou abruptamente, ignorou meu pai e se ajoelhou diante de Clara.
"Senhor Silva" , ele declarou, com uma convicção insana: "Eu quero me casar com Clara. Luana pode ser uma sócia minoritária."
Percebi que não era a única a renascer; ele também, tentando "corrigir" o que via como um erro.
A humilhação era insuportável.
Mas a dor se misturava a uma terrível suspeita.
Fui à casa de Clara, ouvi sua assistente elogiá-la por se "livrar da Luana e da mãe dela" .
Então, Clara, com arrogância cruel, confessou: "Aquele velho e a filha dele são uns tolos. Assim como a mãe dela era. Um pequeno susto e o coração fraco dela não aguentou. Foi mais fácil do que eu pensava."
Meu sangue gelou; a morte da minha mãe não foi ataque cardíaco.
Foi Clara.
A raiva me consumiu. Eu não seria a tola novamente.
"Eu renasci, e desta vez, eu não seria a tola." A Segunda Opção Não Existe Mais
Romance O meu filho, Leo, faz cinco anos hoje.
Preparei tudo, o bolo de super-heróis, os presentes, à espera do pai dele.
Mas o meu marido, João, não está aqui.
Ele está, como em todos os anos, com a sua ex-namorada, Sofia, e a filha dela, Lara, que também faz anos hoje.
Quando a minha sogra, Dona Almeida, me ligou, tive que mentir sobre a sua ausência, inventando uma "emergência de trabalho".
Ela suspirou, um som pesado de desilusão.
"Ele é fraco quando se trata da Sofia", disse ela, a sua voz dura.
"Tu és uma boa mulher, Ana. Demasiado boa. O meu filho não te merece se continua a fazer isto."
"Pensa no Leo. Que tipo de exemplo é este para ele?"
As suas palavras eram a pura verdade.
Olhei para o meu filho, a sua excitação de aniversário desvanecida, substituída por uma resignação silenciosa.
Nenhuma criança de cinco anos deveria conhecer tamanha desilusão.
Cansada de ser a segunda opção, cansada desta mentira anual.
Chega de esperar por um homem que nunca está lá quando mais precisamos dele.
Peguei no meu telemóvel e digitei uma mensagem curta para o João.
"João, quero o divórcio." Laços Quebrados: O Preço da Liberdade
Moderno O som do despertador era o primeiro ataque do dia.
Para Maria, a sensação de sufocamento já vinha antes mesmo de tirar os pés da cama.
Três mensagens da mãe, Dona Clara, ditavam cada passo: "Bom dia, filha. Não coma nada da cantina, você sabe que aquelas coisas não prestam."
"Não se esqueça da sua aula de cálculo às 10h."
"Vi que você usou 15 reais ontem à noite. Mande uma foto do comprovante."
Cada centavo, cada amizade, cada escolha controlada, como se Maria fosse uma propriedade.
A "mini-geladeira" no quarto, reabastecida com os alimentos aprovados pela mãe, era a prova física da sua prisão.
Então, o desastre.
Na fila da cantina, faminta após uma aula extra, ela tentou comprar um salgado.
"Transação não autorizada."
A humilhação invadiu suas bochechas.
Sua mãe havia bloqueado o cartão, castigando sua ousadia de tentar viver.
Mas então, uma voz gentil: "Deixa que eu pago pra você."
João Pedro, um colega de literatura, pagou seu almoço, oferecendo um copo de água fresca no seu deserto particular.
A normalidade frágil durou segundos.
O celular explodiu. "Mãe" piscava na tela.
"Maria da Silva, posso saber o que significa isso? Por que você tentou passar o cartão na cantina? E quem é esse rapaz que acabou de pagar para você?"
A humilhação, agora pública, se tornou insuportável.
"Homem nenhum é 'gentil' de graça, Maria. Você é muito ingênua. Levante-se dessa mesa agora mesmo e volte para o seu quarto. Agora!"
Maria sentiu o olhar de João Pedro, o medo em seus olhos enquanto ele se afastava.
A risada da mãe ecoou: "Adulta? Você não consegue nem se sustentar. Enquanto você viver do meu dinheiro, você vive sob as minhas regras."
As lágrimas subiram. A derrota era total.
Mas não mais.
Enquanto a mãe vociferava sobre ingratidão, uma raiva fria e cortante acendeu.
A humilhação de hoje não era mais uma na lista.
Era a última.
A submissão morria ali.
No lugar dela, uma consciência brutalmente clara despertava. A Guardiã e o Sacrifício
Fantasia Minha vida era um conto de fadas sombrio, onde eu, Luna, a Guardiã do Elixir da Vida, zelava pela fonte da imortalidade.
Mas o caos varreu meu mundo quando o elixir foi trocado por água, e eu fui a única culpada por essa catástrofe.
O Conselho das Sombras me condenou a 300 anos de confinamento em uma prisão de cristal, uma tortura consciente que congelou meu corpo e despedaçou minha alma.
Ao fim da sentença, reencontrei meu noivo, o Lorde das Sombras, e meu filho Astaroth, que me acolheram com um alívio que parecia genuíno, e por um instante, a culpa que me corroía diminuiu.
Eu tentava compensar o "erro" que havia "cometido", vivendo para agradá-los, cega em minha gratidão por tê-los de volta.
Até que uma noite, no corredor, uma conversa roubada abriu a caixa de Pandora da minha existência.
"Pai, não aguento mais fingir," Astaroth sussurrou, e meu mundo desabou.
Descobri que a troca do elixir, minha prisão, meus 300 anos de sofrimento, tudo foi um plano orquestrado pela minha própria irmã, Lilith, com a cumplicidade do meu filho e do homem que eu amava, para benefício dela.
Eu não era uma guardiã que falhou, era um sacrifício, um bode expiatório perfeito para a ascensão de Lilith ao poder.
A humilhação me engoliu, eu era apenas uma peça descartável em um jogo de poder que nem sabia que estava sendo jogado.
Ninguém se importou comigo, ninguém me defendeu, eles eram todos cúmplices em sua fria conspiração.
Eu fui "salva" pelo Lorde das Sombras no passado, não por amor, mas para me tornar uma devedora controlável, uma posse.
A mulher que eu era, cheia de esperança e gratidão, morreu naquele corredor - em seu lugar, nasceu uma fúria fria e cortante.
Forçada a presenciar a "celebração" de Lilith, vestindo minhas antigas vestes cerimoniais como um troféu, minha humilhação foi pública e cruel.
Um ancião do conselho me agrediu em plena festa, e Astaroth, meu filho, desviou o olhar, enquanto o Lorde das Sombras me ignorou, escolhendo acalmar Lilith.
A indiferença deles era mais dolorosa que o tapa, confirmando que eu não significava absolutamente nada.
Fui encurralada por Lilith, que confessou tudo, revelando a manipulação e o desprezo que sempre sentiu.
Ela encenou um ataque, me incriminando mais uma vez, e o Lorde das Sombras me condenou sem hesitação, me lançando contra a parede com magia, tirando minha consciência.
Apesar da dor, um pensamento claro me invadiu: o espelho de tempo de minha mãe, meu segredo, minha fuga havia começado.
Aquele espelho proibido abriu uma fenda, e eu atravessei para um mundo que nunca imaginei, deixando tudo para trás.
Dez anos se passaram, e meu refúgio no mundo humano era uma pequena livraria: "O Refúgio", e meu filho de coração, Tigre, era minha família.
Um dia, o sino da livraria tocou, e na porta, estavam eles, o Lorde das Sombras e Astaroth, visivelmente quebrados, buscando perdão.
Eu, Luna, não era mais a presa - eu era a caçadora de minha própria paz, e minha resposta foi um eco da dor que me causaram.
"A Luna que vocês conheceram está morta. Vocês a mataram."
Eles foram condenados a 3000 anos na prisão de cristal, dez vezes a minha pena, uma justiça poética.
Mas eu não celebrei; queimei a notificação, as cinzas do meu passado se dissolvendo no fogo.
"Nada importante, querido. Apenas uma história antiga que finalmente chegou ao fim." Você pode gostar
Uma armadilha inescapável
AlisTae Antes de cruzar com o irmão mais velho do namorado, Sophia, uma Ômega, vivia num mundo sem sobressaltos.
Na Alcateia Sombra Noturna, existia uma lei perigosa: se o líder Alfa rejeitasse sua companheira, ele perderia seu cargo.
Essa regra, que deveria proteger uniões, virou uma armadilha para Sophia. Afinal, ela namorava justamente o irmão mais novo do líder Alfa.
Bryan Morrison não era só o líder da alcateia, mas também um empresário temido, cujo nome sozinho fazia outras alcateia tremerem.
Por alguma brincadeira do destino, a Deusa da Lua uniu Sophia a esse homem perigoso e implacável... A Luna descartada pelo Alfa
Velvet Piston Eu estava grávida de três meses quando o carro me atingiu.
Deitada ali, mal conseguindo me manter consciente, liguei para meu marido, Alfa Ethan, várias vezes, mas ele não atendeu.
Quando finalmente acordei da dor, vi uma postagem de Ivy, a primeira paixão dele: "Obrigada, Alfa, por saber o quanto tenho medo do escuro e ter ficado comigo a noite toda. Ele até cancelou todos os seus compromissos para me levar ao leilão hoje, só para me dar o melhor presente do mundo. Estou tão feliz!"
Finalmente, a ficha caiu. Enquanto eu lutava para proteger nosso filho, ele estava com outra loba!
Calmamente, curti a postagem e guardei meu celular.
Já que ele escolheu sua primeira paixão, decidi deixá-lo ir.
Em sete dias, eu sairia da sua vida com nosso filho para sempre. Cicatrizes do destino
Syra Tucker A cicatriz no rosto de Lyric sempre foi motivo de piadas e rejeição. Desde pequena, todos ao seu redor — inclusive o homem com quem ela dividia a vida — a tratavam com nojo ou indiferença.
Ele só a mantinha por perto porque precisava usá-la. Assim que conseguiu o que queria, desapareceu sem olhar para trás.
Destruída no fundo do poço, Lyric esbarrou num homem diferente, que olhou para seu rosto e disse que era bonito. Pela primeira vez, ela soube o que era se sentir amada de verdade.
Aquela noite virou tudo de cabeça para baixo, reescrevendo a vida por completo.
Lyric começou a enxergá-lo como um tipo de salvação.
Ele, por sua vez, descobriu que ela era a única mulher capaz de dar fim a um problema íntimo que o atormentava há tempos.
Lyric chegou a acreditar que a sorte, enfim, bateu na porta, mas o sonho desmoronou quando veio a verdade: ele mentiu.
Ela queria escapar, seguir seu próprio rumo e renascer das próprias cinzas, mas parecia que era tarde demais, Sem perceber, ela já estava em um mundo sombrio do qual sempre fez questão de manter distância. O Arrependimento do Alfa: O Contrato Real da Híbrida
PageProfit Studio Por anos, Elara Park engoliu em seco cada vez que a chamavam de "mestiça" e "sangue fraco" nas reuniões da alcateia. Híbrida, vulnerável e apaixonada, acreditou nas promessas doces de Zack Blackwood.
Então ele a rejeitou - minutos depois de tomar o que queria dela.
Antes que ela conseguisse respirar através da dor que a partiu por dentro, as notícias já estouravam nas manchetes: o noivado de Zack com Selina, sua meia-irmã, celebrado como "a união perfeita de sangue puro". A mesma Selina que sempre soube exatamente como destruí-la.
O golpe final veio pelo telefone, na voz calma e calculista da própria mãe:
"Elara, você já tem vinte e três anos. Está na hora de contribuir para esta família."
A escolha era simples e cruel: casar com o filho mais medíocre de uma família Alfa influente - ou perder o império do pai para sempre. Eles a tinham encurralado com perfeição, prontos para arrancar o que era seu por direito e deixá-la sem nada.
Mas enquanto o coração parava de sangrar, algo mais frio e mais perigoso tomou o lugar.
Elara foi ao encontro arranjado no clube mais exclusivo da cidade - não como vítima, mas como estrategista. Ela aceitaria o casamento. Mas desta vez, as regras seriam dela.
Quando entrou na suíte privativa convicta de que encontraria Damian Sterling, foi direto ao ponto: contrato, limites claros, vidas separadas e uma saída garantida.
O que ela não sabia era que o homem que assinou aquele contrato com um sorriso de predador não era o playboy patético que ela esperava encontrar.
Era Dominic Wolfe.
O Rei Alfa que a caçava incansavelmente havia anos.
E ela acabara de se entregar a ele com as próprias mãos. A médica da matilha
Cooper Yara Ellis era uma estudante de medicina que se escondia em uma universidade humana, dedicando-se aos estudos para se tornar médica.
Diferentemente da maioria dos médicos, ela estava se especializando tanto em medicina humana quanto em medicina veterinária, com uma especialização em zoologia.
Como as matilhas estavam constantemente em guerra, ela sabia que nunca haveria médicos suficientes para cuidar dos lobos feridos.
Ela estava por conta própria há vários anos, tendo escapado de sua antiga matilha e seguido seu próprio caminho no mundo, com a esperança de um dia retornar às suas raízes e se tornar a médica mais renomada.
Warren Hill era um Alfa, envolvido nas intermináveis guerras e batalhas entre as matilhas.
Ele era jovem, forte e poderoso, mas por causa dos conflitos incessantes, nunca conseguiu encontrar sua companheira.
Um dia, enquanto Yara dava liberdade à sua loba, se deparou com o Alfa Warren, preso em uma armadilha para ursos.
Ela já ouviu falar disso: armadilhas deixadas para que membros de outras matilhas fossem capturados e morressem lentamente ou fossem facilmente eliminados.
Warren estava em sua forma de lobo, incapaz de se transformar sem ferir a própria perna.
Yara cuidadosamente desarmou a armadilha, libertando-o do metal cruel.
Porém, Warren a reconheceu como sua companheira, e quando sua matilha chegou, ele não aceitou a ideia de deixá-la para trás.
Yara não queria voltar para a matilha de Warren, mas não conseguia lutar contra um Alfa.
Ao descobrir que aquele que a desejava desesperadamente agora era o Alfa de sua antiga matilha, Yara percebeu que o lugar mais seguro para ela podia ser ao lado do Alfa Warren, que era seu companheiro e estava determinado a nunca deixá-la ir embora. Minha irmã roubou meu companheiro e eu a deixei
PageProfit Studio "Minha irmã tentou roubar o meu companheiro. E eu deixei que ela ficasse com ele."
Nascida sem uma loba, Seraphina era a vergonha da sua Alcateia. Até que, em uma noite de bebedeira, engravidou e casou-se com Kieran, o impiedoso Alfa que nunca a quis.
Mas o casamento deles, que durou uma década, não era um conto de fadas.
Por dez anos, ela suportou a humilhação de não ter o título de Luna nem marca de companheira, apenas lençóis frios e olhares mais frios ainda.
Quando sua irmã perfeita voltou, na mesma noite em que o Kieran pediu o divórcio, sua família ficou feliz em ver seu casamento desfeito.
Seraphina não brigou, foi embora em silêncio. Contudo, quando o perigo surgiu, verdades chocantes vieram à tona:
☽ Aquela noite não foi um acidente;
☽ Seu "defeito" era, na verdade, um dom raro;
☽ E agora todos os Alfas, incluindo seu ex-marido, iam lutar para reivindicá-la.
Pena que ela estava cansada de ser controlada.
***
O rosnado do Kieran reverberou pelos meus ossos enquanto ele me prendia contra a parede. O calor dele atravessava as camadas de tecido da minha roupa.
"Você acha que é fácil assim ir embora, Seraphina?" Seus dentes roçaram a pele não marcada do meu pescoço. "Você. É. Minha."
Uma palma quente subiu pela minha coxa. "Ninguém mais vai tocar em você."
"Você teve dez anos pra me reivindicar, Alfa." Mostrei os dentes em um sorriso. "Engraçado como você só se lembra que sou sua... quando estou indo embora." O pai do meu companheiro me quer
LISA BEE "Você é o pai do meu companheiro. Você é meu sogro. E você é o melhor amigo do meu pai. Como pode dizer aquelas palavras?!"
"Se você quer dizer que estou completamente obcecado por você, que vou te foder tão forte que você não sentirá mais nada por outros pênis? Que arruinei seu casamento com meu filho? Ou... que você nunca vai se livrar de mim?"
"Vince, por favor...!" Meus gritos obscenos foram abafados pela sua mão grande sobre minha boca.
Ele penetrou mais fundo, me levando às lágrimas e gritos, enquanto eu implorava para que ele parasse, com medo de sermos pegos.
***
Tive uma noite com ele, o pai do meu companheiro. Eu não deveria ter feito isso, mas estava tão amargurada, já que meu companheiro estava dormindo com minha meia-irmã.
Aquela noite marcou o início da sua obsessão insana, e então percebi que ele não era o sogro sensato e calmo que sempre pensei que fosse.
Por trás daquela máscara, havia um homem obsessivo, manipulador e controlador que jurou nunca me deixar ir e faria qualquer coisa para me manter, inclusive arruinar minha vida.
Agora, eu estava presa nesse relacionamento erótico clandestino, me vendo mais viciada nele a cada dia.
O que eu deveria fazer para me libertar desse vínculo erótico, mas tóxico, que compartilhávamos? Esse príncipe é uma garota: A companheira escrava do rei maligno
Kiss Leilani Todos não sabiam que eu era uma menina e me olhavam como se eu fosse um homem, um príncipe.
Os Urekais, conhecidos como os seres mais fortes e imponentes do mundo, sempre compavam seres humanos para satisfazer seus desejos lascivos.
E quando eles vieram ao nosso reino para levar minha irmã, eu intervim para protegê-la. Foi assim que acabaram me comprando também.
Meu plano era escapar, mas minha irmã e eu nunca tivemos uma chance.
Como eu poderia saber que nossa prisão seria o lugar mais fortificado deles? Eu deveria permanecer discreto, pois eles não viam utilidade em mim, alguém que eles nunca deveriam ter comprado.
Mas então o Urekai mais poderoso dessa terra, seu implacável rei, se interessou nesse "lindo príncipezinho".
Como poderíamos sobreviver neste reino brutal, onde todos odiavam nossa espécie e não demonstravam misericórdia?
E como alguém, com um segredo como o meu, podia se tornar uma escrava sexual?
Nota do autor: Este é um romance sombrio para adultos, com vários tópicos delicados, como violência.
Se você é um leitor experiente do gênero e está procurando por algo diferente, pronto para começar sem saber o que esperar, então mergulhe nesta aventura!
Do autor do best-seller internacional "A escrava mais odiada do rei".