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O Ódio Dele, Minha Liberdade

Capítulo 1 

Palavras: 526    |    Lançado em: 08/07/2025

m que Pedro Henri

e infiltrava em cada parte da minha vida, d

decidi acabar com

minhas cinzas a ele, eu flut

, o cabelo perfeitamente penteado. Não

mão e a acariciou com a outra, um sorri

rriso que ele

disse com a voz baixa

pulverizada, vira

to brusco, ele

m estrondo seco, quebr

espalharam pelo p

le me

havia matado o grande

, fingindo ser um bom marido, foram apen

cinzas espalhadas no chão

um passo à fren

moendo o que restava

e foi embora se

orou. Chorou como uma criança, soluçando, e ligou para a

te foi na

sangue escorrer. A água ficou v

terrivelmen

mento com ele. Eu estava tão

ma garrafa de vinho tinto na

ele olhou para mim com um ódio

to", ele disse. "Sujo.

um fantasma, eu fina

minha morte, Pedro Henrique estava em uma reunião important

través da

uviu a notícia e ficou em

le começ

alta, des

ateu

ele exclamou, para o es

igou o telefone, s

lágrimas começaram a

, parado, chorando em silêncio enqua

o dele, e eu, como uma espectad

dele esta

parecia ser ainda maior do

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O Ódio Dele, Minha Liberdade
O Ódio Dele, Minha Liberdade
“Eu morri no ano em que Pedro Henrique mais me odiava. Quando a funerária entregou minhas cinzas a ele, ele não demonstrou um pingo de tristeza. Pelo contrário, ele acariciou a urna com um sorriso lento nos lábios, dizendo: "Está suja demais. Ela deveria ser pulverizada, virar pó de verdade". Com um movimento brusco, ele soltou a urna, quebrando-a em mil pedaços, espalhando minhas cinzas pelo chão frio da sala. Minha morte tinha sido na banheira, cortei meus pulsos e deixei o sangue escorrer. Naquele mesmo dia, ele recebeu a notícia com uma risada alta e descontrolada, celebrando minha partida. Desde então, ele me insultou em meu próprio funeral, virando a urna e espalhando minhas cinzas ao vento na frente de todos, inclusive da minha família. Ele me torturou psicologicamente, destruindo sistematicamente a empresa da minha família, me forçando a assistir a ruína. Ele me chamava de assassina, comparando meu amor ao nojo que sentia por mim. Eu, a alma de Ana Paula, assistia a tudo, flutuando como um fantasma, presa a ele. Minha inocência foi provada, mas a que custo? A verdade chegou tarde demais, eu já estava morta. Mas a verdade que ele descobriu sobre a morte de Luana e a confirmação da minha gravidez o quebraram, lançando-o em um tormento de culpa. Ele buscou me encontrar, reconstruiu a empresa da minha família, cumprindo meu último desejo. E, no momento em que minha alma se esvaía, ele me viu, me abraçou e confessou: "Eu te amo, Ana. Eu percebi tarde demais. Eu te amo".”
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