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O Ódio Dele, Minha Liberdade

Capítulo 2 

Palavras: 566    |    Lançado em: 08/07/2025

ro Henrique estava

Não demonstrou

u caixão vazio, recebendo os pêsa

havam, comentando

a amou",

ruel", comen

a. Sua vingança estava consum

cos, não conse

, ele marchou em sua direção

Marcos gritou, empu

leou para trás, mas

arcos berrava, agarrando-o pelo colar

ervieram, sepa

o, o mesmo sorriso frio de an

disse, a voz cortante. "El

oi contido. As lágrimas escorriam pelo

estruir, Ped

enas deu de ombro

cruel, no entan

funerária entregou a urna c

rou diante

os nossos amigos e familia

es", ele disse em voz alta, para que todos ouv

briu

teatral, ele a virou

ento, uma nuvem cinzenta que

capou da minha mãe. M

as pessoas, sobre as

a as mãos vazias e depoi

ele disse com um tom de zombaria

ndo acima de todos, senti meu c

o a

e verdade p

to que eu pensei ser de felicidade,

ou para o

Não se esqueça que a empresa Menezes ainda está nas minhas mãos. Um movimento em f

to de Marcos, sussurrand

ã. Não me provoque a des

a trás uma família em ruínas

o vento carregava o

igela de comida de

u na barra da cal

ela do terno caro de Pedro

hada, desfeita, exata

estava ali.

gum motivo, não co

condenada

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O Ódio Dele, Minha Liberdade
O Ódio Dele, Minha Liberdade
“Eu morri no ano em que Pedro Henrique mais me odiava. Quando a funerária entregou minhas cinzas a ele, ele não demonstrou um pingo de tristeza. Pelo contrário, ele acariciou a urna com um sorriso lento nos lábios, dizendo: "Está suja demais. Ela deveria ser pulverizada, virar pó de verdade". Com um movimento brusco, ele soltou a urna, quebrando-a em mil pedaços, espalhando minhas cinzas pelo chão frio da sala. Minha morte tinha sido na banheira, cortei meus pulsos e deixei o sangue escorrer. Naquele mesmo dia, ele recebeu a notícia com uma risada alta e descontrolada, celebrando minha partida. Desde então, ele me insultou em meu próprio funeral, virando a urna e espalhando minhas cinzas ao vento na frente de todos, inclusive da minha família. Ele me torturou psicologicamente, destruindo sistematicamente a empresa da minha família, me forçando a assistir a ruína. Ele me chamava de assassina, comparando meu amor ao nojo que sentia por mim. Eu, a alma de Ana Paula, assistia a tudo, flutuando como um fantasma, presa a ele. Minha inocência foi provada, mas a que custo? A verdade chegou tarde demais, eu já estava morta. Mas a verdade que ele descobriu sobre a morte de Luana e a confirmação da minha gravidez o quebraram, lançando-o em um tormento de culpa. Ele buscou me encontrar, reconstruiu a empresa da minha família, cumprindo meu último desejo. E, no momento em que minha alma se esvaía, ele me viu, me abraçou e confessou: "Eu te amo, Ana. Eu percebi tarde demais. Eu te amo".”