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O Ódio Dele, Minha Liberdade

Capítulo 3 

Palavras: 531    |    Lançado em: 08/07/2025

nossa casa. Ou melhor, a ca

sombra invisível

o moderna, com paredes de v

ha comprado porque me amava,

entendia

exatamente em frente ao ant

sível ver a pequena casa

o passado todos os dias. Para se lembrar d

untos daquela janela, ele não e

lhando para

para o vazio da sala, tirando

or, um olhar de

a sua inúti

vando os objetos que um dia

eu bordei com a

mantinha sempre cheio co

eu tricotei para e

é a cozinha e a

dos, estavam os bilhetes que eu

nha um ótimo dia no tr

e almoçar. Pensei

m que eu havia escrito na semana

do que as palavr

to se contorceu em

assou o papel e o j

tros bilhetes, um por um, até a

e murmurou. "T

uma ponta

i. Cada palav

nunca ac

ma forma de zombaria pelo que ele achava que

guns meses, quando ele cheg

com um abraç

favorito", eu d

eu pensei ter visto algo diferen

ta. Um sorriso pequen

, Ana", e

me senti a mulher

fantasma, eu pe

riso não e

e aparente paz n

uma peça no seu

nganando, me fazendo acreditar em

nte do que a lâmina que eu usei

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O Ódio Dele, Minha Liberdade
O Ódio Dele, Minha Liberdade
“Eu morri no ano em que Pedro Henrique mais me odiava. Quando a funerária entregou minhas cinzas a ele, ele não demonstrou um pingo de tristeza. Pelo contrário, ele acariciou a urna com um sorriso lento nos lábios, dizendo: "Está suja demais. Ela deveria ser pulverizada, virar pó de verdade". Com um movimento brusco, ele soltou a urna, quebrando-a em mil pedaços, espalhando minhas cinzas pelo chão frio da sala. Minha morte tinha sido na banheira, cortei meus pulsos e deixei o sangue escorrer. Naquele mesmo dia, ele recebeu a notícia com uma risada alta e descontrolada, celebrando minha partida. Desde então, ele me insultou em meu próprio funeral, virando a urna e espalhando minhas cinzas ao vento na frente de todos, inclusive da minha família. Ele me torturou psicologicamente, destruindo sistematicamente a empresa da minha família, me forçando a assistir a ruína. Ele me chamava de assassina, comparando meu amor ao nojo que sentia por mim. Eu, a alma de Ana Paula, assistia a tudo, flutuando como um fantasma, presa a ele. Minha inocência foi provada, mas a que custo? A verdade chegou tarde demais, eu já estava morta. Mas a verdade que ele descobriu sobre a morte de Luana e a confirmação da minha gravidez o quebraram, lançando-o em um tormento de culpa. Ele buscou me encontrar, reconstruiu a empresa da minha família, cumprindo meu último desejo. E, no momento em que minha alma se esvaía, ele me viu, me abraçou e confessou: "Eu te amo, Ana. Eu percebi tarde demais. Eu te amo".”
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