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O Ódio Dele, Minha Liberdade

Capítulo 4 

Palavras: 413    |    Lançado em: 08/07/2025

Pedro Henrique

ma expressão vazia. A alegria da vingança par

lado da cama

esse o que fazer agora que seu único

aram em um objeto

ust

tal em formato de bor

dia em que

perguntou, com um tom neutro q

za, de liberdade", eu respondi, animada. "E porqu

, sim. Em um dos nosso

ão de infância, sua "borbo

sei que ele estava compartil

ia preencher a vida dele

orboletas. O lustre, as al

ele que eu podia ser

paté

olhei para o lustre e sen

pude ser

ssalador que me impedia de v

-lo, de me sacrificar

que me le

que se levantou da cama

até o

perfume e cremes sendo va

dro quebrando e

ritou para o ar. "SA

trei parado em frent

la raiva e pela dor. Seus olho

reflexo, mas eu sabia que nã

via

ia a

sma da mulher q

omem no limite da sanidade, um homem a

não lhe t

enas mais

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O Ódio Dele, Minha Liberdade
O Ódio Dele, Minha Liberdade
“Eu morri no ano em que Pedro Henrique mais me odiava. Quando a funerária entregou minhas cinzas a ele, ele não demonstrou um pingo de tristeza. Pelo contrário, ele acariciou a urna com um sorriso lento nos lábios, dizendo: "Está suja demais. Ela deveria ser pulverizada, virar pó de verdade". Com um movimento brusco, ele soltou a urna, quebrando-a em mil pedaços, espalhando minhas cinzas pelo chão frio da sala. Minha morte tinha sido na banheira, cortei meus pulsos e deixei o sangue escorrer. Naquele mesmo dia, ele recebeu a notícia com uma risada alta e descontrolada, celebrando minha partida. Desde então, ele me insultou em meu próprio funeral, virando a urna e espalhando minhas cinzas ao vento na frente de todos, inclusive da minha família. Ele me torturou psicologicamente, destruindo sistematicamente a empresa da minha família, me forçando a assistir a ruína. Ele me chamava de assassina, comparando meu amor ao nojo que sentia por mim. Eu, a alma de Ana Paula, assistia a tudo, flutuando como um fantasma, presa a ele. Minha inocência foi provada, mas a que custo? A verdade chegou tarde demais, eu já estava morta. Mas a verdade que ele descobriu sobre a morte de Luana e a confirmação da minha gravidez o quebraram, lançando-o em um tormento de culpa. Ele buscou me encontrar, reconstruiu a empresa da minha família, cumprindo meu último desejo. E, no momento em que minha alma se esvaía, ele me viu, me abraçou e confessou: "Eu te amo, Ana. Eu percebi tarde demais. Eu te amo".”