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O Preço da Obsessão Familiar

Capítulo 2 

Palavras: 781    |    Lançado em: 08/07/2025

rro quebrado, enquanto meu pai me arrastava de volta para o quarto. A dor da

nós, o rosto ainda uma

s, Sofia. Nós estam

de quê? Do meu p

u meu rosto com força. O

sabe de nada! Você é doente, pe

no ar, como se fosse

trancar a porta, empurraram uma cômoda pesada contra e

atendia o telefone e dizia, com uma voz pesarosa, que eu não estava bem, que estava passando por um momento

risteza. "A Sofia... ela não está em condições de ir para a universidade. Os méd

nte da minha realidade, que eu quase ri. Mas o riso morr

obre menina. Ela é tão brilhante. S

fessor. Apenas reze," min

me viam crescer, que elogiavam minhas notas, agora sussurravam quando minha mãe passava na rua. Elas

Mendes, ter uma

ia tão norm

tentou atacar

ada sobre o meu caixão. Eles estavam

ma coisa física, uma pressão constante no meu peito que me impedia de respirar direito. Eu me encolhia na cama, o rosto enterrado no travesseiro para abaf

eles meus pais de verdade? Eu teria sido adotada? Talvez houvesse alguma doença mental hereditária na família que eles estavam desesperados para esconder, e eu era a

de joelhos ralados e festas de aniversário, tudo era real. A crueldade era nova, ou talv

ro. Eles podiam ter roubado minha vaga, manchado minha reputação e me trancado, mas não podiam destruir minha mente. Eu

uarto-prisão. Eu faria o vestibular no ano seguinte. E no próximo. E no próximo, se fosse preciso. Eu ia lutar. Eles não iam me quebrar. A cada equação que eu resolvia, a cada capítulo que eu reli

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O Preço da Obsessão Familiar
O Preço da Obsessão Familiar
“A lista de aprovados na universidade brilhava na tela do meu celular, meu nome lá no topo. Senti uma onda de alegria pura, anos de esforço concretizados. Corri para a sala, ansiosa para compartilhar a vitória com meus pais. Mas a frieza no olhar da minha mãe, ao pegar o celular das minhas mãos, logo engoliu minha felicidade. "Você não vai a lugar nenhum." Suas palavras caíram como pedras, e o som da chave trancando a porta do meu quarto se tornou a trilha sonora do meu cativeiro. A prisão se tornou real. Meus amigos e professores foram informados de que eu tive um "surto psicótico", uma mentira que se espalhou pela comunidade, transformando a admiração em pena e sussurros. A pasta amarelada de "diagnóstico psiquiátrico" virou a arma de meus pais, justificando a violência, o porão úmido e as surras que se seguiram. O prazo da matrícula passou, e com ele, meu sonho. Por que eles estavam fazendo isso? Que mistério era tão forte a ponto de transformá-los em monstros, de justificar a destruição do meu futuro? Com a dor se transformando em raiva, decidi que, se podia ser presa, também podia planejar. Eles podiam controlar meu corpo, mas minha mente ainda era livre. E eu usaria essa liberdade para lutar.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10