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Doce Vingança: O Amargo Traidor

Capítulo 1 

Palavras: 1010    |    Lançado em: 08/07/2025

. Era meu refúgio, o lugar onde a dor se transformava em arte, onde a tristeza virava açúcar. M

seis meses de gravidez bem à mostra. Aos sessenta anos, ela exibia a gravidez como

razer um copo d'água? O bebê está

ro, sem sequer virar o rosto para

mília. Se quiser água, a cozinha da s

o. Dona Zilda ofegou, um som teatr

tudo que eu fiz por você, é assim que me trata?

nda na minha mão. Olhei diretamente para a b

eu cunhado. E eu

exatamente o que fazer. Seus olhos se encheram de lágrimas e ela gritou em dire

esposa está tentando me matar de desgosto!

e mim para a mãe, a confusão e a exaustão evidentes em seus olhos.

do? É só um copo d'água. Por

avia uma nota de acusação. Ele sempre tentava conse

E eu não sou empregada dela",

édico disse que ela precisa de cuidados, de repouso. Eu pensei que você poderia ajudar,

a de fúria subir, tão quente que minhas mãos tremeram

que..." Eu parei, engolindo as palavras que

forte no braço dele, u

heiro para fazer uma coisa des

unidade. Ela se levantou com dificuldade e corr

grediu! Ela está tentando me expulsa

alharam pela rua como fogo em mato seco. Em minutos, um pequeno grupo se formou na calçada, olhand

ra o fundo da loja, para longe dos olha

u em você? Você não era assim. Desde que v

ram. Ele ousou mencionar m

ilei, a voz carregada de uma

chou que era apenas luto. Ele abriu a carteir

ido novo, sapatos. Apenas... seja b

ele estivesse tentando comprar minha alma, meu silêncio, minha dignidade

ro seu dinh

r, seus olhos pousando em um delicado bolo de três andares que eu tinha acabado de decorar pa

le caminhou até o bolo

decedor. Creme, massa e flores de açúcar destruí

", ele rosnou, a voz cheia de veneno. "Volte para o buraco de onde voc

dia amei, e para a multidão de vizinhos que agora assistia ao show em silê

para a

uas coisas e saiam da minha

rado para nós. Aquele homem na minha frente não era mais o m

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Doce Vingança: O Amargo Traidor
Doce Vingança: O Amargo Traidor
“O doce cheiro de chocolate e baunilha disfarçava mal o amargo. Grávida aos sessenta, minha sogra, Dona Zilda, era um tormento, e a exigência de um copo d'água se transformou em um teatro de acusações: agredi-la, tentar expulsá-la de casa, quase matá-la de desgosto. Meu marido, Bruno, sempre a defendia, pedindo paciência. Mas as palavras dele foram a gota d'água: "Eu pensei que você poderia ajudar, fechar a confeitaria por uns meses e cuidar dela. Eu te pago um salário, se for o caso." A oferta de dinheiro por algo tão vil me fez explodir. Nunca me ofereça seu dinheiro para fazer uma coisa dessas. Leve sua mãe daqui. Agora! A briga escalou, Zilda correu para a rua, gritando socorro e me acusando de agressão, atraindo os vizinhos curiosos. "Cacau, o que deu em você? Você não era assim. Desde que você perdeu o bebê, você virou outra pessoa." Ele ousou mencionar meu filho. Meu filho perdido. Não fale do meu filho. Ele me ofereceu dinheiro para me calar, para ser "boazinha" com a mãe dele, mas eu joguei as notas no chão. "Eu não quero seu dinheiro sujo." Num acesso de fúria, ele destruiu o bolo de casamento, minha obra de arte. "Se você não vai cuidar da minha mãe, então talvez você deva ir embora. Volte para o buraco de onde você veio. Talvez assim você aprenda a dar valor a uma família de verdade." Que buraco? Eu apontei para a porta. "Saia. Você e ela. Peguem suas coisas e saiam da minha casa. E nunca mais voltem." Meu lar, a casa que o verdadeiro Bruno comprou, estava contaminado por um impostor e uma bruxa. O que havia acontecido com meu marido? E por que este homem se passava por ele?”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10