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Doce Vingança: O Amargo Traidor

Capítulo 2 

Palavras: 852    |    Lançado em: 08/07/2025

e Dona Zilda não foram embora, claro. A casa era legalmente de Bruno, e el

arar algo para mim. Peguei ovos, queijo e pão. Enquanto a frigid

o nariz se contorcendo. Ela me observou

scondendo a demanda. "Seu pobre marido trabalhou o dia todo, ele d

ecei a comer, saboreando cada garfada como se fosse a refe

pelo cheiro. Ele olhou para o meu

para nós?", ele perguntou,

lentamente ant

ivre. Se estão co

", ele protestou. "Não custav

ar no fundo. "Ela quer nos mat

uno, um sorriso

a um cachorro de rua do que para vocês d

uno endureceu. O

ão consegue respeitar minha mãe, a avó do seu futuro cunhado, então t

ria, a casa. Tudo que o verdadeiro Bruno tinha construído. Este homem, este impostor, não queria perder

entando uma abo

ratar uma cuidadora para a mamãe. Uma profissional. Assim você não preci

uma nova estratégia. Concordei com um aceno de cabeça, sem

dade, com um rosto simpático e mãos firmes. Mas em poucas horas, ficou claro qual

a voz de Lúcia flutuando da varanda da casa,

ção. Ontem à noite, nem comida fez para a pobre senhora grávi

ntando Lúcia com mais mentiras para espalhar pela vizinhança. Minha reputação

madeira onde guardava as coisas do meu bebê. As roupinhas que nunca foram usadas, o sapatinho de lã que e

porta, observando-me co

sso?", ela

se", respondi, fecha

haram com uma m

eu netinho vai nascer, ele vai precisar de roupas. Seria um desperdício deixar essa

rueldade. Ela queria que eu desse as única

deira pressionado contra

, eu disse, a voz tremendo de raiva

tinha conseguido o que queria. Tinha

na morte do seu filho você

queimava como ácido no meu peito. Aquela mulher não era apenas cruel. Havia algo muito mai

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Doce Vingança: O Amargo Traidor
Doce Vingança: O Amargo Traidor
“O doce cheiro de chocolate e baunilha disfarçava mal o amargo. Grávida aos sessenta, minha sogra, Dona Zilda, era um tormento, e a exigência de um copo d'água se transformou em um teatro de acusações: agredi-la, tentar expulsá-la de casa, quase matá-la de desgosto. Meu marido, Bruno, sempre a defendia, pedindo paciência. Mas as palavras dele foram a gota d'água: "Eu pensei que você poderia ajudar, fechar a confeitaria por uns meses e cuidar dela. Eu te pago um salário, se for o caso." A oferta de dinheiro por algo tão vil me fez explodir. Nunca me ofereça seu dinheiro para fazer uma coisa dessas. Leve sua mãe daqui. Agora! A briga escalou, Zilda correu para a rua, gritando socorro e me acusando de agressão, atraindo os vizinhos curiosos. "Cacau, o que deu em você? Você não era assim. Desde que você perdeu o bebê, você virou outra pessoa." Ele ousou mencionar meu filho. Meu filho perdido. Não fale do meu filho. Ele me ofereceu dinheiro para me calar, para ser "boazinha" com a mãe dele, mas eu joguei as notas no chão. "Eu não quero seu dinheiro sujo." Num acesso de fúria, ele destruiu o bolo de casamento, minha obra de arte. "Se você não vai cuidar da minha mãe, então talvez você deva ir embora. Volte para o buraco de onde você veio. Talvez assim você aprenda a dar valor a uma família de verdade." Que buraco? Eu apontei para a porta. "Saia. Você e ela. Peguem suas coisas e saiam da minha casa. E nunca mais voltem." Meu lar, a casa que o verdadeiro Bruno comprou, estava contaminado por um impostor e uma bruxa. O que havia acontecido com meu marido? E por que este homem se passava por ele?”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10