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Doce Vingança: O Amargo Traidor

Capítulo 3 

Palavras: 915    |    Lançado em: 08/07/2025

vilã do bairro. As pessoas me olhavam com desprezo na rua. Mães puxavam seus f

sério, de meia-idade, conhecido por sua retidão. Ele não veio em uma viatura

queixas sobre a senhora. Abandono de incapaz, agressão verbal, amea

do por aquele momento, apareceu atr

se fosse seu salvador. "Eu não aguento mais! Essa mulher me odeia! Ela me nega comida, me xi

r um arranhão superficial no braço

só pedi um pouco de atenção, e

a de desaprovação. Os vizinhos já se aglomeravam no portão, assistindo ao espetácul

ez naquele instante. A injustiça era esmagadora. A mentira descarada dela, a form

exp

vancei na direção de Dona Zilda. Não pensei. Ap

osa! Bruxa

leou para trás, os olhos arregalados de surpresa e, por um segundo, de triunfo. Eu

lgo inespera

do, desta vez real, não teatra

itou, um líquido escuro escorrendo por s

ordens. Bruno, que apareceu correndo, ficou pálido como cera. Os vizinhos c

chamada. Dona Zilda foi colocada em uma maca, ai

Ela me empurrou! Ela te

girava ao meu redor. Eu causei aquilo. Minha raiva tinha, de fato

me ligou do hospital. Sua voz era uma

Forte, saudável. Ape

da nasceu. E eu era a culpada

ra Bruno. Mas ele não estava sozinho. Atrás dele, estava Dona Zilda, sentada em uma cadeira de rodas

na Zilda apontou um dedo trêmulo na minha dir

er! Ela não é apenas uma ag

feito. O que el

uele que ela chora o tempo todo... Não era filho do meu Bruno! Eu tenho provas! Ela traiu meu filho! E

xou sem palavras. Era a arma final dela. Destru

ério e impassível. Mas não foi para mim que ele olh

icial comum. Era um oficial de alta patente, um coronel, a julgar pelas insí

ois para Bruno, e finalmente f

o", disse o coronel, a voz ressoando como uma sentença. "O nome

ele pesadelo ficava cada vez mais profundo e sem sentido. E eu estava no cent

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Doce Vingança: O Amargo Traidor
Doce Vingança: O Amargo Traidor
“O doce cheiro de chocolate e baunilha disfarçava mal o amargo. Grávida aos sessenta, minha sogra, Dona Zilda, era um tormento, e a exigência de um copo d'água se transformou em um teatro de acusações: agredi-la, tentar expulsá-la de casa, quase matá-la de desgosto. Meu marido, Bruno, sempre a defendia, pedindo paciência. Mas as palavras dele foram a gota d'água: "Eu pensei que você poderia ajudar, fechar a confeitaria por uns meses e cuidar dela. Eu te pago um salário, se for o caso." A oferta de dinheiro por algo tão vil me fez explodir. Nunca me ofereça seu dinheiro para fazer uma coisa dessas. Leve sua mãe daqui. Agora! A briga escalou, Zilda correu para a rua, gritando socorro e me acusando de agressão, atraindo os vizinhos curiosos. "Cacau, o que deu em você? Você não era assim. Desde que você perdeu o bebê, você virou outra pessoa." Ele ousou mencionar meu filho. Meu filho perdido. Não fale do meu filho. Ele me ofereceu dinheiro para me calar, para ser "boazinha" com a mãe dele, mas eu joguei as notas no chão. "Eu não quero seu dinheiro sujo." Num acesso de fúria, ele destruiu o bolo de casamento, minha obra de arte. "Se você não vai cuidar da minha mãe, então talvez você deva ir embora. Volte para o buraco de onde você veio. Talvez assim você aprenda a dar valor a uma família de verdade." Que buraco? Eu apontei para a porta. "Saia. Você e ela. Peguem suas coisas e saiam da minha casa. E nunca mais voltem." Meu lar, a casa que o verdadeiro Bruno comprou, estava contaminado por um impostor e uma bruxa. O que havia acontecido com meu marido? E por que este homem se passava por ele?”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10