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Doce Vingança: O Amargo Traidor

Capítulo 4 

Palavras: 830    |    Lançado em: 08/07/2025

a a sala. Ele caminhou lentamente, suas botas polidas fazendo um som nítido no pis

cou uma mão em seu ombro, um gesto

"Lamento que você tenha que passar por isso. Mas não se preocupe. A ho

enhando o papel de marido tra

apareça. Pela memória do meu pai, que também servi

no nunca foi militar. Seu pai era carpinteiro. Este homem, este impos

egado Almeida, "e o interesse da comunidade, este... inquérito será conduzido aqui mes

no coração do nosso pequeno bairro. As notícias haviam se espalhado. Dezenas de pessoas já estavam lá,

mo um rei em seu trono. O delegado Almeida sentou-se a seu lado, parec

ra de rodas até a frente do coreto. Ela começou a falar, a voz emb

voltou daquela missão longa, ela estava diferente. E então, veio a gravidez dela. Eu tinha minhas dúvidas. Uma mulher que não ama

mática, limpando lágr

mais cruel. E quando Deus me abençoou com esta nova vida, o herdeiro legítimo do meu Bruno, ela enlouq

hocada e compadecida pe

se aproximou, o rosto uma

is. Fico meses fora. Quando voltei, ela anunciou a gravidez. Fiquei feliz, mas... ela estava estranha. Depois do aborto espontâneo, ela se fechou complet

fidenciais". Era a desculpa perfeita para as longas aus

tornando cada vez mais sombrio. Ele se viro

tativa de prejudicar sua sogra e o nascituro é um crime hediondo. Com base nestes testemunhos, eu a declaro culpada de co

deles, rápida e cega, havia s

xei que contassem suas mentiras, que construíssem o cas

coronel Tavares. Minha voz, quando saiu, nã

todas as

percorreu

jetando-se sobre a praça. "Eles são os criminosos. Dona Zilda não

ra o impostor que tod

é meu

omento, ninguém se moveu, ninguém respirou. Eu tinha acabad

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Doce Vingança: O Amargo Traidor
Doce Vingança: O Amargo Traidor
“O doce cheiro de chocolate e baunilha disfarçava mal o amargo. Grávida aos sessenta, minha sogra, Dona Zilda, era um tormento, e a exigência de um copo d'água se transformou em um teatro de acusações: agredi-la, tentar expulsá-la de casa, quase matá-la de desgosto. Meu marido, Bruno, sempre a defendia, pedindo paciência. Mas as palavras dele foram a gota d'água: "Eu pensei que você poderia ajudar, fechar a confeitaria por uns meses e cuidar dela. Eu te pago um salário, se for o caso." A oferta de dinheiro por algo tão vil me fez explodir. Nunca me ofereça seu dinheiro para fazer uma coisa dessas. Leve sua mãe daqui. Agora! A briga escalou, Zilda correu para a rua, gritando socorro e me acusando de agressão, atraindo os vizinhos curiosos. "Cacau, o que deu em você? Você não era assim. Desde que você perdeu o bebê, você virou outra pessoa." Ele ousou mencionar meu filho. Meu filho perdido. Não fale do meu filho. Ele me ofereceu dinheiro para me calar, para ser "boazinha" com a mãe dele, mas eu joguei as notas no chão. "Eu não quero seu dinheiro sujo." Num acesso de fúria, ele destruiu o bolo de casamento, minha obra de arte. "Se você não vai cuidar da minha mãe, então talvez você deva ir embora. Volte para o buraco de onde você veio. Talvez assim você aprenda a dar valor a uma família de verdade." Que buraco? Eu apontei para a porta. "Saia. Você e ela. Peguem suas coisas e saiam da minha casa. E nunca mais voltem." Meu lar, a casa que o verdadeiro Bruno comprou, estava contaminado por um impostor e uma bruxa. O que havia acontecido com meu marido? E por que este homem se passava por ele?”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10