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A Vingança da Paisagista

Capítulo 2 

Palavras: 820    |    Lançado em: 08/07/2025

tos em um carro para o homem que a traiu, usando o dinheiro que ela precisava para salvar sua famí

voz um sussurro venenoso

quando quiser. Seu homem. Seu dinheiro.

ou para elas. As risadas e os comentári

u mesmo que poderia senta

e' virou piada

. Eu já a teria exp

humilhação era completa. Beatriz observava com um sorriso satisfeito, saboreando c

regada de uma falsa magnanimidade. "T

Sofia, o perfume caro

r ter chateado o Pedro, talvez eu te empreste o dinheiro

desculpas. A h

o o choque e a dor. Ela olhou para o rosto perfeito de Beatriz, pa

Sofia, sua voz

eguranças a agarraram com mais força, seus dedos cravando em

eatriz, seu sorriso des

çavam a puxá-la, Sofia, em

o algo para ofere

m para ela. Com as mãos trêmulas, Sofia abriu sua bolsa sur

cia valioso para um olho não treinado, mas era a última coisa de valor que sua avó lhe dera. Er

daço de Jade Imperial. O leiloeiro pode avaliar. Vale

io percor

l? Daquela pe

Provavelmente pegou u

fia, você ficou louca

hos se arregalaram ligeiramente ao sentir o peso e a textura. Ele pegou

olhou para Sofia, e depois para

uma peça de Jade Imperial de altíssima qualidade. Seu valor

atriz caiu. A

fo. Ela olhou diretamente para Beatriz,

particip

damente. "Sim, senhorita

ão havia caído. Ela se agarrou à beirada com as unhas e estava pronta para escalar de volta. A dor não tinha desaparecido, mas

sta de uma montanha, com uma fonte de água natural. Perfeito par

dez milhões," an

isse Sofia, sua v

pessoa pudesse falar, a v

e mil

Era um preço alto dem

es," ela disse, t

u Beatriz imediatamente,

m destruí-la. Ela cumpriria sua promessa: tudo o que Sofia cobiçasse, ela arremataria

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A Vingança da Paisagista
A Vingança da Paisagista
“Como paisagista renomada, meu "Toque Verde" transformava qualquer terreno em um paraíso, e meu maior sonho era um jardim botânico em homenagem à minha avó. Mas esse sonho foi brutalmente destruído pelo homem que eu amava, Pedro, que, bêbado, triturou anos da minha vida. Quando o confrontei, ele se escondeu atrás de sua nova parceira, a poderosa Beatriz, que me dispensou com um sorriso frio: "Pedro é jovem, não leve isso a sério." O choque e a dor me deixaram sem fala, sentindo algo morrer dentro de mim. Naquela noite, em silêncio, usei minha influência para mandá-lo para o exterior, uma vitória amarga. Meses depois, o desastre atingiu minha família: minha irmã adoeceu gravemente, e nossa empresa familiar, antes sólida, enfrentou uma crise financeira inexplicável. Desesperada, decidi retornar às competições de design de jardins, buscando um terreno raro. No leilão de terras, lá estavam eles novamente: Pedro, mais bonito e confiante, e Beatriz, radiante, dominando o ambiente. Quando ela me viu, um sorriso malicioso se espalhou: "Tudo o que Sofia cobiça, eu arremato." Os sussurros de pena e desprezo me cercaram. "Não é de se admirar que Beatriz não a traga mais; ela não se compara ao garoto." A dor se transformou em raiva. O que eles não sabiam é que eu, Sofia, era casada com Beatriz por um contrato de negócios que unia nossas famílias, um acordo que ela parecia ter esquecido. E então, o golpe final: o leiloeiro anunciou que eu tinha trinta milhões, não os cinquenta necessários. Meu dinheiro pessoal, que só eu acessava, havia sumido! Beatriz sorriu, seus olhos de flor de pêssego brilhando com malícia: "Eu só comprei um carro esportivo de edição limitada para o Pedro. Queria fazê-lo feliz." Cinquenta milhões. Meu dinheiro, minha dignidade, tudo roubado. A humilhação era completa. Beatriz me ofereceu dinheiro para participar, desde que eu me ajoelhasse. Minha raiva explodiu: "Nunca!" Com um ato desesperado, tirei da bolsa um pedaço de jade bruto, o último presente da minha avó, meu talismã. "Isto é Jade Imperial. Vale muito mais do que os cinquenta milhões." O leiloeiro confirmou: "Valor estimado ultrapassa os cem milhões." Beatriz, chocada, gaguejou. Olhei para ela, meus olhos agora frios e desafiadores: "Eu posso participar agora?" O leilão começou, mas Beatriz seguiu me humilhando, comprando cada terreno que eu cobiçava. Sua estratégia era clara: me destruir. Quando o lote 27, um terreno rochoso sem valor, foi anunciado, senti uma chance. Ofereci um milhão. Beatriz bufou: "Dois milhões. Você está desesperada." Mas Pedro, querendo me humilhar ainda mais, sussurrou para ela: "Deixe-a ter um lote, o pior de todos." Beatriz, com um sorriso cruel, me presenteou com o lote 35, "resíduo de pedreira, solo contaminado." A sala explodiu em gargalhadas. Mas eu não me abati. Vendi meus terrenos para empresas dispostas a recuperá-los e construir lá, lucrando mais do que Beatriz com suas terras "valiosas". Foi então que Sofia se moveu, olhando para Beatriz, um pequeno sorriso finalmente tocando seus lábios. Um sorriso frio como gelo. "Você vê pedras, Beatriz. Eu vejo o que está por dentro." Naquele mesmo dia, um raio me atingiu novamente: minha irmã havia falecido devido a um "novo medicamento". Com a dor se transformando em fúria, corri para o hospital. O nome na autorização era de Pedro. Ele havia visitado o hospital usando uma antiga procuração, convencendo um jovem médico a um "tratamento experimental" que sabia ser fatal. Ele não a matou diretamente. Ele apenas... a ajudou a morrer. Minha vingança não havia terminado. Tinha apenas começado.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10