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A Vingança da Paisagista

Capítulo 3 

Palavras: 1065    |    Lançado em: 08/07/2025

ofia mostrava o menor interesse, Beatriz lançava uma oferta exorbitante,

a pantanosa, desafiador, mas com pot

sua placa para

Beatriz, sem sequer es

a faixa de terra ar

ndo o que viria. Ela

e Beatriz, rindo para Pedro,

ala mudaram de pe

não consegue

rincando com ela. É co

ece quando você irr

ussurrou algo no ouvido de Beatriz. Ela ri

Beatriz em voz alta, olhando diretamen

rçando-se a se acalmar. Raiva não a ajudaria agora. Desespero também não. Ela precisava pensar. Be

s lotes óbvios e atraentes. Sua mente trabalhava furiosamente, analisando, calculando. Beatri

nce simbólico, e Beatriz o esmagava com uma oferta ridícula. Ela já havia gast

fonte de água intermitente". No catálogo, a foto mostrava uma paisagem desoladora, cheia de

olo que muitas vezes escondia minerais raros ou, em casos muito raros, gema

placa. "Lance ini

hão por aquele lixo? V

romessa, ela diss

or dentro. A i

hões," di

trucou Beatriz, já

você está gastando dinheiro com essa pilha de pe

s a concordar com Pedro, mas então viu o olhar nos olhos de Sofia. Era um b

espertada. Sofia, a "Toque

se Beatriz, sua vo

. Dez milhões por a

disse Sofia, m

tava ficando irritada. Ela

e um mi

esgotou. Ela se levantou,

ar você ter nada! Leiloeiro, eu proíbo

ado. "Senhora Beatriz, i

tem dinheiro para competir de qualquer man

lador, interveio com

da. Talvez devêssemos ser generosos. Deixe-a ter um lo

não era ser gentil, mas sim humilhá-la

ia. O sorriso cruel

oso." Ela se virou para Sofia. "Tudo bem.

equena parcela descrita como "resíduo de pedreira, solo contaminado". Era

e Beatriz. "Eu até pago por ele

"Toque Verde" recebendo um pedaç

ueria. Ela sentiu uma pontada de desespero. Mas então, uma ideia ousada e perigosa surgiu em s

lma. "Mas se você vai me dar um presente, por que não o lote 27? Já que você o quer tan

Era uma jogada de psicologia reversa

ria com que ela parecesse mesquinha. Aceitar signific

edro, que deu de

venceu. Ela não p

tanto esse monte de pedras, fique com ele. Mas eu vou ficar

til e que ela a estava manipulando para fazê-la gastar dinheiro. Ao dar o

eno sorriso se formando em seus láb

ueria. Agora, a a

-

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A Vingança da Paisagista
A Vingança da Paisagista
“Como paisagista renomada, meu "Toque Verde" transformava qualquer terreno em um paraíso, e meu maior sonho era um jardim botânico em homenagem à minha avó. Mas esse sonho foi brutalmente destruído pelo homem que eu amava, Pedro, que, bêbado, triturou anos da minha vida. Quando o confrontei, ele se escondeu atrás de sua nova parceira, a poderosa Beatriz, que me dispensou com um sorriso frio: "Pedro é jovem, não leve isso a sério." O choque e a dor me deixaram sem fala, sentindo algo morrer dentro de mim. Naquela noite, em silêncio, usei minha influência para mandá-lo para o exterior, uma vitória amarga. Meses depois, o desastre atingiu minha família: minha irmã adoeceu gravemente, e nossa empresa familiar, antes sólida, enfrentou uma crise financeira inexplicável. Desesperada, decidi retornar às competições de design de jardins, buscando um terreno raro. No leilão de terras, lá estavam eles novamente: Pedro, mais bonito e confiante, e Beatriz, radiante, dominando o ambiente. Quando ela me viu, um sorriso malicioso se espalhou: "Tudo o que Sofia cobiça, eu arremato." Os sussurros de pena e desprezo me cercaram. "Não é de se admirar que Beatriz não a traga mais; ela não se compara ao garoto." A dor se transformou em raiva. O que eles não sabiam é que eu, Sofia, era casada com Beatriz por um contrato de negócios que unia nossas famílias, um acordo que ela parecia ter esquecido. E então, o golpe final: o leiloeiro anunciou que eu tinha trinta milhões, não os cinquenta necessários. Meu dinheiro pessoal, que só eu acessava, havia sumido! Beatriz sorriu, seus olhos de flor de pêssego brilhando com malícia: "Eu só comprei um carro esportivo de edição limitada para o Pedro. Queria fazê-lo feliz." Cinquenta milhões. Meu dinheiro, minha dignidade, tudo roubado. A humilhação era completa. Beatriz me ofereceu dinheiro para participar, desde que eu me ajoelhasse. Minha raiva explodiu: "Nunca!" Com um ato desesperado, tirei da bolsa um pedaço de jade bruto, o último presente da minha avó, meu talismã. "Isto é Jade Imperial. Vale muito mais do que os cinquenta milhões." O leiloeiro confirmou: "Valor estimado ultrapassa os cem milhões." Beatriz, chocada, gaguejou. Olhei para ela, meus olhos agora frios e desafiadores: "Eu posso participar agora?" O leilão começou, mas Beatriz seguiu me humilhando, comprando cada terreno que eu cobiçava. Sua estratégia era clara: me destruir. Quando o lote 27, um terreno rochoso sem valor, foi anunciado, senti uma chance. Ofereci um milhão. Beatriz bufou: "Dois milhões. Você está desesperada." Mas Pedro, querendo me humilhar ainda mais, sussurrou para ela: "Deixe-a ter um lote, o pior de todos." Beatriz, com um sorriso cruel, me presenteou com o lote 35, "resíduo de pedreira, solo contaminado." A sala explodiu em gargalhadas. Mas eu não me abati. Vendi meus terrenos para empresas dispostas a recuperá-los e construir lá, lucrando mais do que Beatriz com suas terras "valiosas". Foi então que Sofia se moveu, olhando para Beatriz, um pequeno sorriso finalmente tocando seus lábios. Um sorriso frio como gelo. "Você vê pedras, Beatriz. Eu vejo o que está por dentro." Naquele mesmo dia, um raio me atingiu novamente: minha irmã havia falecido devido a um "novo medicamento". Com a dor se transformando em fúria, corri para o hospital. O nome na autorização era de Pedro. Ele havia visitado o hospital usando uma antiga procuração, convencendo um jovem médico a um "tratamento experimental" que sabia ser fatal. Ele não a matou diretamente. Ele apenas... a ajudou a morrer. Minha vingança não havia terminado. Tinha apenas começado.”
1 Introdução2 Capítulo 13 Capítulo 24 Capítulo 35 Capítulo 46 Capítulo 57 Capítulo 68 Capítulo 79 Capítulo 810 Capítulo 911 Capítulo 10